“A Corrente” e “O Homem de Giz”: duas novas indicações de Stephen King. Comprar, né? Fazer o quê.


‘Sei não’, desse jeito Stephen King vai acabar me levando à falência. Como não bastasse ter que conseguir dinheiro para comprar os seus livros, agora o mestre do terror deu pra ficar indicando livros de outros escritores. PQP! Assim não dá né King. O que você acha que nós, leitores, que admiramos os seus enredos iremos fazer ao ver o seu nome associado a uma outra obra? Comprá-la, é claro!
Foi assim com “O Homem de Giz” de C.J. Tudor e, agora, mais recentemente com “A Corrente” de Adrian McKinty; sem contar outras obras lançadas anteriormente e que também tiveram o aval de King.
Pois é galera, como sempre faço, ontem, estava dando algumas zapeadas pelas livrarias e sebos virtuais para me inteirar das novidades quando deparei-me com o livro de McKinty. E que surpresa ao ver, logo na capa, estampado o seguinte comentário: “Esta história é incrivelmente original. Você não vai parar de pensar nela por muito tempo”.
E adivinhem de quem eram essas palavras? Acho que nem preciso dizer, né?
Já havia comprado “O Homem de Giz” influenciado pelo ‘cara’, apesar de algumas opiniões negativas sobre a obra, e agora, mesmo com uma lista enorme de livros para serem lidos, me vejo inclinado a enfiar a mão no bolso, novamente, para adquirir “A Corrente” e mais uma vez, influenciado pelo mesmo cara.
Ainda não li a história de Tudor – não falei que a minha listinha estava enorme? – por isso não posso opinar se o enredo mereceu os elogios de King ou se o autor... sei lá, digamos, viajou na maionese.
De acordo com a imprensa internacional, “O Homem de Giz” lembra muito o conto “O Corpo” do mestre que inclusive, chegou a ser adaptado para os cinemas com o título de “Conta Comigo”. O filme se transformaria num grande sucesso de público e crítica.
Neste conto, King narra a história de quatro rapazes que se aventuram nos bosques em busca de um jovem desaparecido e como essa aventura acaba se transformando num ritual de passagem da infância à idade adulta, e consequentemente, o início de perda da inocência.  Confesso que essa similaridade entre os dois livros é um dos motivos que vem despertando o meu interesse pela leitura de “O Homem de Giz”. Ele já está guardadinho em minha estante e será o próximo da lista a ser devorado, tão logo termine “A Verdade Sobre o caso Harry Quebert” que, por sinal, estou amando.
Agora, no que diz respeito a nova indicação, estarei adquirindo nos próximos dias tão logo feche a fatura do mês do meu cartão de crédito. Achei o enredo criado por McKinty interessante e original, como disse o próprio King – por isso decidi gastar entre R$ 25,00 e R$ 30,00.
Na história, uma mulher chamada Raquel acaba de ver seu mundo desmoronar após receber uma ligação de um número desconhecido. A mulher que está do outro lado da linha é mãe como ela e está desesperada porque o seu filho foi sequestrado e para tê-lo de volta precisou sequestrar a filha de 13 anos de Rachel e para que ela possa ter sua filha de volta terá que dar sequência a corrente.
As regras dessa terrível corrente são: pagar o valor exigido, escolher outra vítima e se preparar pra cometer um ato que jamais julgaria ser capaz.
Gostei do plot, torço para que o enredo não me decepcione. E torço, também, para que King para de ficar indicando novos livros. Afff!

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