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Cinco livros de Augusto Cury que não podem faltar em sua estante


Não vou negar que o gênero autoajuda não é a minha praia. Juro que já tentei diversas vezes, só que não me adaptei, mas como para toda regra há uma exceção, no meu caso não é diferente. Digo isso porque os livros do escritor paulista Augusto Cury conseguiram quebrar esse meu dogma literário. O autor conhecido como o ‘guru da autoajuda’ exerce esse poder em mim.
Mesmo fugindo da literatura que explora esse gênero da mesma forma que o diabo foge da cruz, não consigo ficar imune as obras de Cury. Estranho, não? Fazer o quê. Estamos cercados de ‘coisas’ que podemos explicar e outras que não podemos.
No post de hoje, resolvi selecionar cinco livros do autor que eu li, gostei e gostaria de recomendar para a galera que acompanha esse espaço. Vamos a elas.

Eu Sou a Lenda

Capa do livro lançado pela Novo Século

Já havia lido “Eu Sou a Lenda” há alguns anos. Sabe aquela edição lançada pela Novo Século que tinha a capa do filme? Pois é, foi essa aí. Tenho o livro na minha estante e na época em que li acabei resenhando apenas os outros contos que completavam a obra. Quanto ao conto principal, não sei porque acabei deixando de lado. Grande falha minha. Digo isso porque “Eu Sou a Lenda”, de Richard Matheson é fantástico. Um verdadeiro livraço.
No carnaval desse ano tive um novo contato com a história escrita por Matheson quando um antigo amigo de universidade que eu não já via há muito tempo, me presenteou com um exemplar da coleção “Mestres do Horror e da Fantasia” da editora Francisco Alves lançado em 1981. Estava numa lanchonete em Bauru, quando o Marcos ao me ver, sacou “Eu Sou a Lenda” de uma mochila que carregava nas costas e me deu, dizendo que eu iria gostar. Foi isso. Simples, assim.
Como fazia muito tempo que eu já havia lido a história – bem antes da edição da Novo Século -  e não me lembrava de várias passagens, inclusive do final, decidi fazer uma releitura.

Os seis melhores prólogos de livros que eu já li


Alguns leitores não gostam dos prólogos. Acham eles desnecessários, pura perda de tempo, pois além de funcionarem como spoilers disfarçados, ainda tomam espaço do desenvolvimento da trama. Pois é, muitos pensam dessa maneira, inclusive vários dos meus amigos. Já no meu caso, eu amo os prólogos. Para mim, eles são o charme das obras literárias, aguçando ainda mais a curiosidade dos leitores. Quem detesta esta técnica de escrita, certamente nunca leu um prólogo escrito por Sidney Sheldon. Ele fazia isso com muita maestria, mas também há outros que dominam essa técnica com perfeição.
No post de hoje, vou escrever sobre seis prólogos de livros que achei fantásticos. Eles serviram para aumentar ainda mais o meu apetite para devorar a história.

A Mulher Só


Hoje, na “flor’ dos meus 50 e poucos anos fico imaginando o que a minha saudosa mãe faria se me pegasse no flagra lendo os ‘pegas pra capar” do Harold Robbins. Naquela época, sempre que sobrava uma oportunidade ia sorrateiramente até o armário onde o meu irmão mais velho guardada os seus livros e enciclopédias e ‘filava’ um daqueles livrinhos do autor.
Gente, juro que não fazia isso por sacanagem, ou seja, por causa das capas, como posso dizer... Hummm... capas pesadas? Não. Sacanas, mesmo. Isto! Sacanas. Há mais de 40 anos, algumas editoras tinham o hábito de relançar as histórias de Robbins ou em edições de bolso ou em capa dura, através do Círculo do Livro. Cara, não importava qual das duas fossem: o layout era tenso, com um forte apelo sexual; e bota forte nisso!
Pois é, quando pegava os livros do Robbins, eu estava curioso pelo enredo e nem tanto pelo seu layout. Eu gostava dos personagens e das situações criadas pelo autor que conseguiam prender a minha atenção durante toda a leitura. Tanto é verdade que, anos depois, reli vários de seus livros. Mas é evidente que se minha mãe me apanhasse lendo uma obra com uma ‘capaça’ daquelas, jamais iria acreditar em mim.
Depois de alguns anos, já bem rapazola, um homem feito, pra ser sincero, já que

10 livros de contos de terror que não podem faltar em sua estante


Sempre fui fissurado pelos livros de contos de terror. Definitivamente, eles não podem faltar em minha estante. No meu caso, essas coletâneas são indispensáveis porque nem sempre tenho tempo para encarar uma obra do gênero com mais de 400 páginas. Então, nesses momentos, saco da prateleira um livro de contos e mando ver. Sempre falo para os meus amigos que os contos são romances com poucas páginas onde o autor deixa de lado um monte de descrições para ir direto ao que interessa, afinal, ele tem poucas páginas para contar a sua história.
No post de hoje, selecionei 10 coletâneas de terror que eu já li, gostei e aprovei. Vamos ao nosso toplist.