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Depois de “A Espada dos Reis”, uma nova aquisição: “Um Paciente Chamado Brasil”

Eu deveria ter postado este texto hoje pela manhã, mas como tirei o dia para ‘atacar’ de mestre cuca, acabei deixando para escrever o post agora a noite.  Logo cedinho, disse para Lulu que a cozinha neste sábado seria minha. Estava com vontade de preparar algumas receitas – cozinhar é uma das minhas paixões, só não gosto de lavar os utensílios (rs) – e assim surgiu uma torta de frango com massa podre, além de duas sobremesas: um prestigio gelado e um sorvete de morango. Adorei! Deu prá arejar a cabeça. Na minha opinião, para quem gosta, é claro, cozinhar é uma baita higiene mental.

Mas vamos ao que interessa, ou seja, aos livros.

Neste final de mês tive de incluir mais uma despesa extra no meu já estorricado cartão de crédito: a compra de dois livros, um deles nem sequer foi lançado; o outro chegou nas livrarias hoje. A Espada dos Reis, 12° volume da saga Crônicas Saxônicas de Bernard Cornwell chega nas livrarias em 19 de outubro e Um Paciente Chamado Brasil do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já desembarcou nas prateleiras físicas e virtuais neste sábado (26). O primeiro reservei há cerca de duas semanas, já o livro de Mandetta ‘pesquei’ ontem (25) dia de seu lançamento oficial com direito a muitas entrevistas dadas pelo autor.

Assassinato no Expresso do Oriente

Como disse no post anterior, o “gatilho” que me fez ler E Não Sobrou Nenhum de Agatha Christie foi Assassinato no Expresso do Oriente. Se achei o final do primeiro livro forçado e sem o impacto que esperava, o mesmo não aconteceu com a aventura de Hercule Poirot. Cara, que final soberbo! E não somente o final, mas o livro todo.

Em Assassinato no Expresso do Oriente, a ‘Rainha do Crime’ dá uma verdadeira lição de como se escreve um thriller policial investigativo. O leitor fica ansioso para descobrir quem é o assassino no Expresso e com isso as páginas vão sendo devoradas uma atrás da outra. Caráculas, e quando chegam as páginas finais, mestre Poirot - com a sua mente dedutiva - arrebenta e brinda os leitores com final inimaginável. Um verdadeiro plot twist.

Pelo “The End” da obra literária ser semelhante ao do filme de 2017, dirigido por Kenneth Branagh, recomendo que você leia primeiro o livro, já que os seus personagens são bem mais profundos e complexos do que aqueles apresentados no cinema.

E Não Sobrou Nenhum

Li muito Agatha Christie em minha adolescência e juventude, muito mesmo, mas o livro da autora que me conquistou e que jamais esquecerei foi “Assassinato no Expresso do Oriente. Caráculas que final!! Não esperava por aquele desfecho, mas nunca.

Não lia Agatha há muito tempo – cheguei até mesmo a ganhar uma coleção com suas histórias, mas estava focado em outros livros – então surgiu E Não Sobrou Nenhum. Vi tantos comentários positivos que classificavam o seu enredo como o melhor já escrito pela ‘Rainha do Crime’ que resolvi encarar, mas acredito que o chamado gatilho que despertou o meu interesse pela leitura foi mesmo Assassinato no Expresso do Oriente. Pensei comigo: “Poxa, se esse livro for ainda melhor do que o do Hercule Pirot vai ser o céu!”  E lá vou eu compra-lo, já que não o encontrei na biblioteca municipal de minha cidade; contando nos dedos os dias que faltavam para a sua chegada.

Escrito nas Estrelas

Galera, às vezes do nada aparece aquela vontade incontrolável de ler ou reler um livro antigo de Sidney Sheldon. Então leio o livro, passam-se alguns meses ou muitos meses e lá vem a tal vontade incontrolável, novamente. Será que já aconteceu algo semelhante com você que lê esse post agora? Engraçado é que não tenho esse tesão pelos livros mais novos do autor, apenas pelos mais antigos, os da chamada “época de ouro” de Sheldon que durou de 1970 até o meio da década de 1990, período em que foram lançadas verdadeiras obras primas. Depois disso, na minha opinião, os seus enredos foram ficando cada vez mais água com açúcar.

Olha, já li e reli AOutra Face, Um Capricho dos Deuses, Nada Dura para Sempre, Se Houver Amanhã, O Reverso da Medalha, além de outros e posso garantir que cada leitura representa uma viagem especial com personagens carismáticos e suas sagas inesquecíveis.

12º volume de Crônicas Saxônicas, “A Espada dos Reis”, chega ao Brasil em outubro

Sou um grande fã de Uthred e não abro mão. Tanto é verdade que tenho os 11 volumes da saga Crônicas Saxônicas em lugar de destaque na minha estante. Uhtred é fantástico, ou melhor, fodástico. Ironia, coragem, e arrogância são palavras chaves em seu dicionário, mas sempre acompanhadas de uma virtude: a lealdade. Uhtred é sempre fiel aos seus juramentos. Quando o guerreiro pagão é amigo de alguém, ele é – como diz o ditado – “amigo até debaixo d’água”; quanto aos seus inimigos, preparem-se para a sua língua ferina recheada de escarnio acompanhada de sua espada afiada. Aliás, acho que muitas vezes, as chacotas e o sarcasmo que saem da boca do guerreiro doem mais nos seus adversários do que uma estocada de metal.

Na minha opinião. o grande sucesso da saga literária deve-se também a dois fatores: os inimigos enfrentados por Uhtred ao longo dos onze livros - os seus adversários são muito carismáticos e confiantes, além de excelentes excelentes guerreiros e espadachins – e a descrição majestosa das cenas de batalhas. Uhauuuuu! Bernard Cornwell dá um show nesse sentindo, assim como deu nos três livros da série As Crônicas de Artur (O Rei de Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur)