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Maria, A Maior Educadora da História


Não tenho o livro, mas li. Peguei emprestado da biblioteca municipal de minha cidade. Como a biblioteca funciona num anexo da Prefeitura, fui até lá realizar uma entrevista com um secretário de Estado que estava visitando Pirajuí. Após a entrevista, resolvi dar uma “esticadinha” até a biblioteca para “zapear” as suas estantes. Foi quando a bibliotecária, sem mais nem menos, me perguntou se eu já havia lido “Maria, A Maior Educadora da História”, livro que por sinal, ela estava lendo naquele momento. Ao responder que não, a bibliotecária sugeriu que eu lesse, deixando um certo “que” no ar do tipo: “Pô, você tem um blog literário e ainda não leu essa obra?!”
Aceitei a sugestão, mesmo porque sou um grande fã de Augusto Cury, mesmo fugindo de livros de autoajuda. Quando ele escreve temas relacionados a psicologia, deixando de lado as muletas da autoajuda, Cury pode ser considerado um dos maiores autores do mundo. Como já havia lido e adorado a coleção “Análise da Inteligência de Cristo”, apanhei o livro proposto pela ‘Dona Ivone’: a bibliotecária  e... não me arrependi.

O Instituto


Olha, vou falar a verdade já que não tenho o hábito de mentir para os meus leitores. Ok, lá vai: “Fiquei com vontade, várias vezes, de jogar contra a parede o novo livro de Stephen King”. Mas eu queria jogar o tal livro com todas as minhas forças para que ele se... se... sei lá, se desintegrasse, talvez.
Calma aí gente, vocês podem estar pensando que eu faria isso porque “O Instituto” é muito ruim, mas na realidade não é assim. Este meu comportamento irado, digamos assim, teria uma outra razão: a tensão.
O enredo de “O Instituto” é tenso pra caráculas, tão tenso que faz com que o leitor fique desesperado. Além do mais, King criou personagens tão verossímeis, tão carismáticos, que não há como não se envolver emocionalmente com eles. O resultado dessa mistura é algo explosivo que mexe pra caramba com os seus sentimentos. Por isso quando acontece algo que você discorda ou ache errado envolvendo esses personagens, pimba! Vem aquela vontade de arremessar o livro na parede. Entenderam?
Se a minha opinião valer alguma coisa – tomara que valha (rs) – posso dizer que “O Instituto” é o melhor livro de toda a carreira literária de Stephen King até aqui. E olha que jamais pensei que iria dizer um troço desses depois de ter lido “It – A Coisa” e “O Cemitério”; pois é, mas disse, e estou sendo muito sincero.

Seis batalhas literárias épicas de tirar o fôlego de qualquer leitor


Sou apaixonado por cenas de batalhas nos livros. Amo aqueles combates épicos envolvendo heróis, vilões, exércitos, cavaleiros ou navios. Sejam contemporâneos ou medievais, não importa, devoro todos eles. Por isso, tenho em lugar de destaque na minha estante as trilogias: “As Crônicas de Artur”, “A Busca do Graal” e “Crônicas Saxônicas” que podem ser consideradas a “santíssima trindade literária” quando o tema são batalhas memoráveis.
No post de hoje escolhi cinco batalhas que aconteceram nos livros e que não minha opinião, merecem receber o título de antológicas ou épicas, tanto faz. Elas foram tão bem descritas que acabei me imaginando lá no meio da muvuca, participando do embate, sem contar que tais contendas me fizeram suar de ansiedade torcendo para que determinados personagens se saíssem bem.
Vamos à elas!

Os 15 livros de ficção mais vendidos em 2019

Às vezes, os melhores insights surgem nos momentos mais inusitados de nossas vidas. A ideia desse post surgiu assim. Ontem, quando eu e Lulu retornávamos do médico, me atacou uma cólica medonha no sistema digestivo. Não sei como adquiri essa famosa “Síndrome do Intestino Irritável” que provoca um verdadeiro reboliço nas minhas tripas. Cara, elas ficam completamente loucas e, geralmente, nos piores momentos. 
Senti o drama, ontem na estrada, enquanto estava retornando do médico que atende numa cidade distante 60 quilômetros da minha. Como Lulu também estava impossibilitada de dirigir, tive de ir ‘tocando em frente’ como na música do Almir Sater. E confesso que essa tocada foi ‘braba’.
Entonce, enquanto o meu sistema digestivo não sabia se dançava forró ou discoteca, pimba!! Veio o insight : “Por que não escrever um post sobre os livros mais vendidos em setembro?”. Obvio, né galera, já que estamos no início de outubro. Pois é, mas mesmo sendo óbvio, eu havia comido bronha, porque essa sugestão não estava fazendo parte dos meus planos, mas graças ao insight que tive, num momento de desespero, ela passou a fazer. Mas para dar uma incrementada decidi acrescentar um tempero a mais nesse insight. Pensei comigo: “Que tal, fazer uma relação dos mais vendidos de 2019 até aqui, e não apenas dos mais vendidos no mês de setembro?”

De volta ao Massacre do Carandirú


Em 02 de outubro de 1992, 111 presos foram mortos após uma briga generalizada no Pavilhão 9 da penitenciária do Carandiru, em São Paulo. A polícia tentou conter e foi autorizada a invadir pelo coronel da reserva Ubiratan Guimarães, falecido em 2006. Ele comandou os policiais e foi condenado a 632 anos de prisão. Hoje completam-se 27 anos da invasão.

Acredito que esse assunto sempre continuará atual, além de servir, por muitos anos ainda, como tema de teses de doutorado ou mestrado, livros e filmes.
Como citei no início, a confusão começou na manhã de 2 de outubro de 1992, após um briga entre detentos se generalizar pelo Pavilhão 9. Cerca de 300 policiais foram chamados pelo diretor da casa de detenção, Ismael Pedrosa. A partir desse momento, iniciara um dos mais marcantes flagelos da história brasileira.
Os presos começam a entregar as armas para negociar o fim da rebelião. Contudo, a PM rompeu a barricada feita pelos detentos e entrou abruptamente no Pavilhão. As investigações do caso revelaram que, com ordem do então governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury Filho (MDB) e do comandante da PM, Ubiratan Guimarães, os policiais entram atirando.