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04 abril 2026

5 livros de terror horripilantes para ficar longe de sua mesa de cabeceira a noite. Se perder o sono não os leia... jamais

Cara, tem livros de terror e de “TERROR”, daqueles com todas as letras maiúsculas, cuja leitura deve ser evitada durante a noite se você estiver sozinho e... inadmissível se você perder o sono durante a madrugada e estiver pensando numa leitura para chamar de volta Morfeu. Se você se arriscar e fizer isso, certamente, Hipnos e seu filho Morfeu irão “vazar”, ou seja, literalmente abandoná-lo pelo restante da madrugada.

Eu, mesmo, apesar de adorar literatura de terror, continuo evitando vários desses livros porque os acho pesados demais. Não estou questionando a qualidade do enredo mesmo porque, alguns deles são muito bons; ocorre que a narrativa é trash galera, muito trash. ‘Entonce’, só recomendo para aqueles leitores ‘trucões’ que não fogem a luta.

Se você estiver afim de encarar qualquer uma dessas obras, fique  avisado de que elas são trucões. Selecionei cinco delas que meteram medo em amigos que são considerados leitores experientes do gênero terror. Creio  que dessas cinco, li apenas uma: Ed e Lorraine Warren: Demonologistas de Gerald Brittle;  e... fiquei impressionado; mesmo fazendo a leitura durante o dia (rs).

Vamos a elas.

01 – Hellraiser – Renascido do Inferno (Clive Barker)

Os Cenobitas. Brrrrrrrrrrr!!! O livro que Clive Barker escreveu em 1986 apresentou ao público os demoníacos Cenobitas. Toda a perversidade desses torturadores eternos está presente em detalhes que impressionam até mesmo os mais experientes leitores de terror. O livro só chegou ao Brasil em 2015 numa edição lindíssima da Darkside. Eu conheço apenas o filme que passou nos cinemas em 1987, mas dois amigos que leram a obra de Barker – um deles, recentemente – garantem que o livro é muito mais trucão do que o filme.

Dizem que Clive Barker escreveu o romance Hellraiser – Renascido do Inferno já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O cultuado filme de 1987 também seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores. Nas palavras do próprio Barker.

A obra literária tem a mesma vibe da produção cinematográfia: mutilações, torturas e o escambau a quatro. Enfim, Hellraiser é, particularmente, assustador. Este meu amigo que leu a obra há duas semanas, me revelou que passou mal em vários momentos.

A história tem como protagonista Frank Cotton e a sua busca desenfreada por prazer. Após pensar já ter esgotado todas as possíveis fontes de prazer carnal conhecidas, ele passa a buscar algo mais, apostando todas as suas fichas para tentar encontrar e desvendar o quebra-cabeça da misteriosa caixa de Lemarchand. Quando ele decide abrir a tal caixa em buscas de um prazer desenfreado, ele libera, diretamente do inferno, os demoníacos Cenobitas. A partir daí “a coisa” pega.

Fica o meu conselho de amigo: mantenham Hellraiser – Renascido do Inferno longe de sua mesa de cabeceira.

02 – Evangelho de Sangue (Clive Barker)

Mesmo que você tenha conseguido escapar “com alguns arranhões” após a leitura de Hellraiser – Renascido do Inferno, durante uma madrugada insone, corra, mas corra, de fato, de Evangelho de Sangue, também de Clive Barker. Se, por acaso, perder o sono numa dessas ‘madrugas’ evite ler essa obra. Agora, se como amante do terror pesado você desejar apreciar a narrativa; faça durante o dia.

A obra de Barker é amplamente reconhecida por seu conteúdo visceral, contendo descrições gráficas de violência, tortura e mutilação; muito mais do que o seu antecessor Hellraiser.

Sabem aquele amigo meu que leu Hellraiser e passou mal? – aquele amigo que descrevi acima? – Pois é, ele também encarou a sequência da história dos Cenobitas e ficou ainda mais impressionado. Ele relatou que o livro já começa arrepiando logo nas primeiras páginas mostrando uma cena de carnificina onde o sacerdote do inferno (Pinhead) massacra um grupo de magos, utilizando descrições detalhadas de corpos sendo despedaçados e transformados. A partir daí o “caldo engrossa” – foi esse o termo utilizado por ele – e a narrativa vai ficando cada vez mais pesada.

Fiel à mitologia de Hellraiser, a obra explora a "estética da dor", apresentando mutilações corporais extremas como forma de transcendência ou punição.

 Comentários de leitores que leram Evangelho de Sangue descrevem a escrita do autor como "crua" e "brutal", não poupando detalhes sobre o cheiro de carne pútrida ou a sensação de ferimentos expostos.

O livro serve como a conclusão épica da saga do personagem Pinhead de Hellraiser – Renascido do Inferno - e marca o encontro definitivo entre o sacerdote do inferno e o detetive do sobrenatural Harry D'Amour.

03 - Ed e Lorraine Warren: Demonologistas (Gerald Brittle)

Este eu li e... tremi na base. Não li de madrugada, mas mesmo assim, fiquei impressionado. Por isso, não recomendo ter Ed e Lorraine Warren: Demonologistas em sua cabeceira, ali pertinho de seu travesseiro.

Cara, o livro é tenso demais. Tão tenso que cheguei a ter algumas atitudes até mesmo hilárias. Após ter concluído a leitura da narrativa com os batimentos cardíacos já normalizados, pensei que jamais teria essas atitudes. Uma delas foi rasgar e jogar fora a foto promocional da boneca Annabelle que acompanha o livro, um brinde super bem sacado da editora DarkSide. Disse para mim mesmo: - Meu! Quero essa foto na minha casa não! Sei lá, vai que esse treco tá carregado com influências negativas ou então acompanhado de alguma outra coisa metafísica. Ahahaha! Acreditem. Cheguei a fazer isso (rs).

Há uma diferença enorme de obras ficcionais de terror para obras reais de terror. Com relação ao primeiro exemplo, você sabe que o enredo é fantasioso e saiu da mente fértil de um romancista. Quanto ao segundo exemplo, o ‘negócio’ muda de figura, já que a história contida nas páginas foi baseada em fatos reais e, confesso, que os fatos documentados no livro de Brittle impressionam, até mesmo os mais céticos.

As 272 páginas do lançamento da DarkSide, faz com que o leitor repense todas aquelas brincadeiras bobas feitas no passado com grupos de amigos que envolviam o sobrenatural e o preternatural. Os tabuleiros Ouija e as brincadeiras do copo. Lembram-se? Ufa! Ainda bem que não tive essa curiosidade.

Classifico Ed e Lorraine Warren: Demonologistas, da série Arquivos Sobrenaturais, lançado pela editora DarkSide, como uma obra fodasticamente fodástica. A leitura impressiona os crentes e também os descrentes em assuntos polêmicos como espíritos opressores, possessões, fantasmas, casas mal-assombradas e por aí afora.

04 – A garota da casa ao lado (Jack Ketchum)

Não conheço o livro de Jack Ketchum, mas os depoimentos de leitores que eu vi nas redes sociais - enquanto preparava essa postagem - deixam evidente que A garota da casa ao lado é um livro para ficar bem longe de sua mesa de cabeceira. Um desses depoimentos me chamou a atenção. Confira parte dele: “esse livro vai provocar danos irreversíveis na sua alma. Primeiramente, é importante dizer que esse livro não é para qualquer um. Nunca foi tão verdadeiro dizer que a leitura de “A Garota da Casa ao Lado” é para corações realmente fortes. Possuo uma extensa coleção de livros de terror e nunca fiquei tão perturbado com uma leitura como em “A Garota da Casa ao Lado” de Jack Ketchum, me deixando até com dificuldades de dormir. Mais de uma vez pensei em interromper a leitura pelo incômodo e mal estar. De certa forma, nós leitores também somos torturados”. Forte, né galera?

A garota da casa ao lado é um romance de terror psicológico baseado no caso real do assassinato de Sylvia Likens em 1965. O livro narra, sob a perspectiva de um vizinho, a tortura brutal e o cativeiro de uma adolescente por uma mulher e crianças da vizinhança, explorando a maldade humana.

A história foca em Ruth, uma mulher instável que cuida de duas garotas, Megan e Susan, após seus pais viajarem. Ruth e seus filhos, junto com crianças do bairro, submetem Megan a abusos físicos e psicológicos extremos no porão de casa. É considerado um clássico de terror visceral e uma leitura perturbadora.

05 – Desfiladeiro do medo (Clive Baker)

E fechamos a nossa lista novamente com Clive Barker que adora ‘meter’ aquele medo visceral em seus leitores. Desfiladeiro do medo é um soco no estômago dos leitores, até mesmo daqueles que não se impressionam com narrativas de terror pesadas.

Pretendia comprar essa obra, mas acabei desistindo após ter lido vários comentários na Internet e também consultado algumas pessoas que conhecem a história de Baker. Tanto os comentários que li quanto as pessoas que consultei me desestimularam a adquirir a obra. Fiz essa opção porque estou numa fase de leituras mais ‘zen’ - sejam livros de terror ou não - e Desfiladeiro do medo é trash.

Não é um livro para todos, muitas partes são excessivamente eróticas e absurdamente grotescas, onde a imaginação do autor surpreende mais uma vez. Há passagens pesadíssimas de muita luxuria e violência, apresentados de forma lasciva e sem filtros. Agora, imagine você numa noite insone acordando de madrugada, sozinho, e lendo essa pedrada? ‘Impossible’, né galera.

Desfiladeiro do Medo é um romance de terror gótico contemporâneo que explora a decadência de Hollywood, obsessão e o sobrenatural. A trama acompanha Todd Pickett, um astro de cinema em decadência que se esconde em uma mansão misteriosa no isolado Coldheart Canyon após uma cirurgia plástica malsucedida.

Todd busca refúgio para se recuperar, mas descobre que o local é assombrado por espíritos de antigas estrelas de Hollywood que vivem em um estado de orgia eterna e malévola.

Enfim, é isso aí. Se mesmo após essa postagem, vocês estiverem dispostos a encarar esses livros durante as suas madrugadas de insônia, leiam por conta e risco (rs).

Inté pessoal!

28 março 2026

Seis meses para casar

Imagine só essa situação. Você está prestes a se casar, ama o seu namorado e já pensando nos preparativos de seu casamento decide pedir demissão do seu emprego. Isso mesmo! E mais: todos que trabalham com você, incluindo o seu chefe, sabem que você está deixando a empresa onde trabalha para se casar. Então, num belo dia quando você está se levantando da cama de seu futuro marido, o que é que você encontra??? Hãaa??? Me diga. Simplesmente, você encontra uma calcinha usada de uma outra mulher. No início, o seu noivo ainda tenta disfarçar dizendo que havia comprado aquela calcinha para lhe presentear ou então não sabe como ela foi parar ali. Do funcho de seu coração, você ainda tem a esperança de que ele se arrependa, mas aí chega a bomba: ele olha pra você e diz que não quer mais se casar. Buuuummmm! O seu mundo desaba.

É essa a situação ou melhor, o pesadelo vivido por Sayaka Kukori no romance Seis meses para casar. Faltando três meses para o casamento, marcado para o dia de seu aniversário de trinta anos, e logo após pedir demissão de seu emprego para cuidar da cerimônia, ela descobre que está sendo traída e que seu noivo Kazuya, não quer mais nada com ela.

Com os poucos ienes que tem na conta, humilhada e com apenas um restinho de dignidade, Sayaka consegue uma colocação num outro departamento da Revista onde trabalhava, com um chefe auto-centrado que adora se exibir. Ele exige que Sayaka se case em seis meses enquanto escreve reportagens sobre konkatsu que é a arte da busca por um marido, um costume tradicional no Japão,

Taí galera, a partir desse momento começa a via crucis da nossa Sayaka que se envolve em ‘poucas e boas’; verdadeiras peripécias amorosas que acabam conquistando os leitores.

Gostei muito de Seis meses para casar. Li o livro que tem pouco mais de 200 páginas rapidinho. O romance de estreia de Kosuke Ohashi, constrói uma narrativa que mistura comédia romântica, drama contemporâneo e crítica social. O autor conseguiu transformar algo absurdo em um enredo leve recheado de muito humor e ironia mas também com doses significativas de drama e crítica social.

Ao transformar a busca amorosa em uma espécie de experimento jornalístico, a narrativa coloca Sayaka em situações que expõem as suas inseguranças. Um dos pontos fortes do enredo é a força que brota na personagem que consegue transformar essas inseguranças em combustível para superar as dificuldades que vão surgindo ao longo de seu caminho enquanto tenta cumprir essa missão até certo ponto estranha e bizarra.

Destaque para Usami, o excêntrico chefe de Sayaka que tira suas teorias mirabolantes sobre casamento das histórias de marcas de luxo, como Louis Vuitton, Prada e Givenchy. Podemos definir Usami como um personagem emblemático muito importante na trama. Com certeza, a galera irá gostar.

Vocês devem estar se perguntando: - “E aí? Vale a pena ler Seis meses para casar? Sim, vale muito a pena. Principalmente, os leitores que estão procurando uma narrativa leve, divertida, mas ao mesmo tempo reflexiva.

 

 

23 março 2026

Sete gritos de terror

São sete contos mornos que não “metem” medo e tampouco causam aquele arrepio na espinha como nos momentos em que lemos histórias do tipo “trucão pesado”. Podemos classificar Sete Gritos de Terror de Édson Gabriel Garcia como uma leitura direcionada ao público infanto-juvenil. São histórias com a mesma pegada de O homem do saco, A loira do banheiro e outras do tipo. Enfim, uma leitura de terror bem leve. Recomendo para a galera que está aguardando a chegada de algum livro que comprou e nesse espaço de tempo pretende ler alguma obra com poucas páginas. Sete Gritos de Terror e uma opção já que tem apenas 103 páginas. 

Os contos lembram muito aquelas histórias que ouvíamos das pessoas mais velhas quando ainda éramos crianças e por isso, o livro tem uma certa magia, mas repito, não esperem enredos de terror e personagens desenvolvidos. Segure, também, a expectativa por grandes sustos.

Segundo o autor da obra que nasceu em Nova Granada, pequena cidade do interior paulista, os contos foram recolhidos da boca do povo. Édson Gabriel quando garoto, ouviu do povo pobre da região onde nasceu uma série de histórias de medo e de sustos. As histórias foram recolhidas aos poucos e guardadas. O autor explica que essas histórias voltaram muito tempo depois, contadas e recontadas para os filhos, e escritas para serem publicadas.

Confiram um resumo das sete histórias do livro para que vocês tenham uma noção do que ‘rolam’ nas páginas.

01 – A mais bela noite de Margarida

Uma típica história de fantasma. Um vendedor ambulante faz parada na oficina de uma pequena cidade do interior após o seu velho Fusca apresentar problemas mecânicos. Até que as peças cheguem, ele é obrigado a esperar alguns dias numa pensão. Para “matar” o tempo, ele resolve participar de um baile no salão de festas da cidade. É neste baile que ele conhece uma moça chamada Margarida.

Ele fica encantado com a sua beleza e acaba se apaixonando. No dia seguinte, o rapaz resolve visita-la, entonce... Bem, leiam o conto antes que eu libere spoiller (rs).

02 – O casal de velhos

Manezinho caminhava sozinho no final da tarde por uma estrada deserta. Quando viu o tempo escurecer com a aproximação de uma tempestade, ele resolveu apressar o passo na esperança de encontrar um local onde pudesse se abrigar. De repente, ele avista uma velha casinha na beira da estrada e resolve pedir abrigo até que o tempo melhore. Ele é muito bem recebido por um casal de velhos. Quando ele descobre quem, de fato, são as pessoas que o receberam, Manezinho solta um dos sete gritos de terror do livro. Um grito bem alto.

03 - O anel da falecida

Tonico Ramos era um jardineiro que trabalhava na casa de uma rica e tradicional família. Ele era muito querido pelos proprietários do imóvel: Gabriel e sua filha, Nica. Tão querido que Nica lhe prometeu todas as suas joias – que eram muitas – quando ela morresse. As joias ficariam para Tonico como gratidão pelo seu empenho e fidelidade no trabalho.

Quando Nica “morre”, Tonico decide tomar uma atitude deplorável que trará sérias consequências provocando o terceiro grito de terror do livro.

04 – O jardim de inverno do Barão

E vamos para o quarto grito de terror. Um enigmático homem de meia idade que tem o título de Barão se muda para uma pequena cidade e vai morar num palacete que fica no alto do morro onde há um belo jardim. O homem esconde um segredo que envolve uma trágica história de amor. Nesta cidade, ele conhece um comerciante muito convencido e tagarela. A vida desses dois homens esteve entrelaçada no passado e agora eles voltam a se encontrar. Quando o segredo que ambos guardam for revelado, um dos dois terá de pagar bem caro.

05 – A aposta

Juca Bagaceira é conhecido em sua cidade como o “homem sem medo”; aquele que não teme nada. E por ser considerada a pessoa mais destemida do mundo – como ele próprio diz – vive desafiando os outros. Esta sua falta de medo valeu até mesmo uma reportagem num grande jornal o que acabou deixando Juca Bagaceira ainda mais convencido e metido. Então, certo dia aparece em sua cidade, um homem que o desafia para uma posta. Evidentemente, o Juca aceita, então... ‘as coisas mudam’ já que ele terá uma surpresa nada agradável.

06 – Os dentes de Madalena

Um comerciante do interior chamado Edrualdo conhece uma mulher feia e desgastada pela vida que vai até a sua loja comprar uma escova de dentes. Quando ela olha para o homem e sorri mostrando os seus belos dentes, ocorre uma mudança inesperada, algo mágico. Os seus dentes são tão bonitos, mas tão bonitos que tem o poder de eclipsar a feiura da mulher. A partir daí, Edrualdo fica obcecado por aqueles dentes e resolve tê-los de qualquer maneira. Este acaba sendo o seu erro fatal que acaba rendendo o sexto grito de terror.

07 – A última história

Uma autora de terror e suspense não consegue vender os seus enredos para as revistas do gênero que sempre acabam recusando, demonstrando pouco ou nenhum interesse. Quando o dinheiro vai acabando, Suzete fica desesperada, até que ela recebe uma carta que muda o rumo de sua vida. A carta vem assinada por uma pessoa que diz ser leitor e admirador de suas histórias na época em que elas eram publicadas. Numa dessas cartas, o fã misterioso suge que Suzete escreva uma história tendo por personagem principal um espantalho. Acaba lhe dando algumas ideias e argumentos convencendo-a. A escritora concorda. Resultado: sua história é aceita por uma editora e acaba se tornando um grande sucesso. Suzete não imagina a enrascada que ela está se envolvendo.

Bem galera, tá aí um breve resumo dos contos. Infelizmente, quando fechei o livro não consegui dar o oitavo grito de terror. Na realidade, trata-se de um livro bem escrito, mas com historias simples e direcionadas para os leitores infanto-juvenis.

Ah! Antes de finalizar esse post, não posso me esquecer de destacar as ilustrações do quadrinista e ilustrador gaúcho,  Henrique Antônio Kipper, ou simplesmente Kipper – como é mais conhecido. Conhecido por ter publicado seus trabalhos em dois grandes jornais do Brasil - Folha de S.Paulo e Diário Catarinense – foi também um dos roteirista do retorno do antológico personagem Amigo da Onça em tiras de jornal. As sduas ilustrações em Sete Gritos de Terror são fantásticas.


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