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Conan – O Bárbaro (Livro I)


Existem personagens de romances épicos que no momento em que entram em cena, pela primeira vez no capítulo de um livro, tem o poder de transformar qualquer leitor – inclusive, os mais frios e controlados – num ser ensandecido gritando Hip hipi hurra como se estivesse assistindo uma movimentada matinê de cinema.
Se você já atingiu o êxtase numa matinê ou então no escurinho do cinema, no momento em que o todo poderoso protagonista entra em ação deixando evidente o seu carisma, coragem e poder, com certeza, entende o que estou tentando dizer.
Conan é um personagem desse tipo. Até mesmo aqueles leitores que não tem uma intimidade tão grande com o cimério, acabam indo às nuvens quando leem algo do tipo: “Conan grudou as costas na parede e ergueu o machado. Ficou estático, como um ídolo inconquistável... As pernas afastadas, cabeça voltada para a frente, uma mão apoiada na parede e a outra segurando o cabo do machado. Com poderosos músculos evocando cordilheiras de ferro e as feições congeladas num rosnado furioso e letal... Seus olhos queimavam terrivelmente em meio à névoa de sangue que descera sobre eles. Os homens vacilaram... Eles podiam ser criminosos selvagens e devassos, mas vinham de uma raça que tinha um pano de fundo civilizado. O rei (Conan), por outro lado, era um bárbaro... um assassino nato. Eles recuaram...” ou então esta outra pérola: ‘O cimério pôs a mão sobre o cabo da espada, o gesto foi tão pleno de ameaça quanto o rosnar de um tigre que mostra as garras... Conan disse: ‘Não sou nenhum nemédio civilizado para temer diante de seus cães contratados. Matei homens melhores do que você por menos do que isto...  Qualquer homem que me tocar irá rapidamente conhecer seus ancestrais no inferno’, respondeu o cimério entredentes, os olhos lançando flamas rápidas de fúria perigosas.
Todas essas passagens que citei acima marcam desafios ou então antecedem sangrentas batalhas e situações de perigo enfrentadas pelo famoso guerreiro que apesar de ser um bárbaro acaba, por sua vez, conquistando a simpatia dos leitores.
Por isso quando soube que a editora paulista Pipoca & Nanquim havia colocado no mercado três livros, em edição luxuosa, contendo na íntegra todas as aventuras de Conan, seguindo a ordem que foram publicadas, originalmente, na icônica revista pulp Weird Tales no período de 1932 a 1936, não pensei duas vezes e comprei os três volumes.

Vem aí mais um livro de contos de Stephen King. “If it bleed” deve chegar em maio de 2020


O que você acham da personagem Holly Gibney? Já estou vendo daqui, a cara dos leitores que amaram “Mr. Mercedes” e “Outsider”. Pois é galera, a garota que apareceu nesses dois grandes sucessos literários de Stephen King estará de volta em 2020, mas agora como protagonista. Vale lembrar que Holly foi interpretada pela atriz Justine Lupe, na adaptação de Mr. Mercedes para a TV.
O mestre do terror e suspense que continua sendo uma verdadeira máquina de escrever, lançando um livro atrás do outro – ainda bem né, pelo menos para nós, seus fãs – já divulgou o nome e o ano de lançamento de seu próximo livro. A obra vai se chamar “If it bleeds” (Se Você Sangrar, na tradução livre). Como já disse, o seu lançamento nas Terras do Tio Sam deve acontecer em 2020. Para ser mais exato, em 5 de maio de 2020. Quanto a sua chegada no Brasil, já é outra história, pois a Suma, editora responsável pela publicação dos livros do autor no Brasil, disse apenas que a obra deve chegar por aqui em 2020, mas não especificou se seá no meio ou no final do ano. Bem, só resta aguardar.

Lendas Urbanas


Cara, a lenda urbana do “Homem Gancho” sempre me provocou arrepios. Ela mexeu tanto comigo que até nos dias de hoje nunca paro o carro em lugares ermos durante a noite. Este medo começou hás muito tempo, durante a minha juventude, quando tinha o hábito de paquerar as meninas dentro de um fusquinha – o meu primeiro carro – num lugar apelidado de Luzes da Ribalta, mas só no nome, porque luz, de fato, só existia a do luar. O local era bem tranquilo e isoladaço, cercado de árvores. Era o lugar preferido dos jovens da minha geração para namorar, paquerar e dar alguns ‘amassos’.
Pois é, foi nessa época que tomei conhecimento da lenda urbana do “Homem Gancho”, acho que através de um acampamento de estudantes da minha escola. Estávamos todos sentados, à noite, em torno de uma fogueira quando um infeliz decidiu contar essa história.

Contos originais de Conan são lançados em três livros luxuosos pela editora Pipoca & Nanquim! E eu aqui, morgando, pode?!

Tenho um colega, o Nilton, vidrado no personagem Conan criado por Robert E. Howard. Vidrado não; acho que que expert seria o termo mais correto, o que não elimina o vidrado, porque o cara jamais admite que arranhem a imagem do famoso Cimério com meias verdades. Se, por acaso, isso acontecer, o Niltão deixa de ter um metro e meia de altura e cresce em cima do difamador.

Dois finais emocionantes de livros que me fizeram chorar


Existem finais tão impactantes de livros que após lermos as últimas páginas torna-se quase impossível segurar as lágrimas. Lágrimas que insistem em rolar após fecharmos o livro e colocá-lo novamente em nossa estante. Pois é, mas não termina por aí, porque essas lágrimas ainda insiste em rolar, algumas vezes, quando estamos lendo um outro romance do tipo ‘a la Sparks’ e, então, lembramos do tal final impactante daquele outro livro que nos fez chorar. Resultado: acabamos chorando pelo final de um livro que já lemos há muito tempo e não pelo “The End” de Sparks que estamos lendo agora.
Não sei se consegui explicar o poder de fogo desses finais capazes de amolecer o mais duro dos corações literários, daqueles acostumados apenas com enredos de ação e que não admitem segurar em suas mãos, em nenhuma hipótese, uma história de amor e... muito menos chorar por ela, o que para eles seria um crime.