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10 livros eróticos para você que leu e gostou de Cinquenta Tons de Cinza


A literatura erótica a cada ano está ocupando um espaço maior nas estantes das livrarias e também nas bienais. Com certeza se esses livros tivessem sido pulicados num passado distante seriam motivos de escândalos, e se a publicação acontecesse num passado mais remoto ainda, eles fariam uma rápida e definitiva viagem para a fogueira... juntamente com os seus ‘heréticos’ autores. Mas como estamos no século XXI, os hábitos, costumes e ideologias são outros e com isso, tais obras puderam aparecer livremente nas prateleiras das livrarias físicas e virtuais, além das comentadas bienais paulistas e cariocas.
Com novas autoras, a literatura erótica ganhou força em blogs e redes sociais, fazendo nascer ou renascer o desejo de ler sobre sexo, sem o medo de ser pego no flagra, neurose que dominava os leitores e principalmente as leitoras de tempos idos, e muitos idos.
Não podemos esquecer também daquelas escritoras que ajudaram romper o tabu desse gênero literário num período onde tudo era proibido. Exemplo disso foi Cassandra Rios (1932-2002). Conhecida como “Safo dos Perdizes”, ela foi a primeira autora brasileira a atingir a marca de 1 milhão de livros vendidos – e escrevendo sobre sexo em plena ditadura militar.  Que coragem!
Décadas após a ditadura, o tabu de que a literatura erótica não podia ser consumida pelo público feminino, em hipótese alguma, ficou para trás. Hoje, histórias carregadas de ousadia e sensualidade acabaram virando coisa de mulher – como atesta o estrondoso sucesso da série Cinquenta Tons de Cinza.

A Sangue Frio


Mesmo não sendo fã do “new journalism” ou jornalismo literário, tanto faz, acabei gostando de “A Sangue Frio”, tida como a obra máxima de Truman Capote que também pode ser considerado o criador desse estilo literário.
Por que não gosto, mas gostei? Ok. Vou tentar explicar essa confusão criada por mim. Não gosto do new journalism porque mistura jornalismo com literatura, ou seja, joga os fatos reais dentro de um enredo ficcional, possibilitando que o jornalista insira um pouco de literatura em suas matérias.
Acho um pouco arriscada essa fórmula que surgiu no final dos anos 50 com Capote, porque o jornalista corre o risco de se ser mais ficcionista do que repórter criando cenas e diálogos que não existiram na realidade. Resultado; a cabeça do leitor vira um trevo mal sinalizado, fazendo com que não saiba qual caminho deva seguir: o da realidade ou o da ficção. Com isso, a leitura acaba ficando, estranha, esquisita. Volta e meia você divaga e pensa que aqueles personagens e aquelas situações reais são todos fictícios. Então, pimba!! Você sai das divagações e cai na real por alguns minutos. – Epa, pera aí! Isto aqui, não é ficção não, é realidade!!

O Júri


Demorei mais do que o habitual para terminar a leitura de “O Júri” de John Grisham. Demorei porque o início do livro cansa e confesso que pensei em mesclar a sua leitura com um outro livro. Não iria cometer o sacrilégio de abandonar uma obra de Grisham, jamais; mas estava fortemente propenso a desacelerar a leitura e me dedicar, simultaneamente, a um outro enredo mais... digamos, mais instigante. Galera, de fato, as primeiras páginas de “O Júri” por pouco não me deram sono, mas resisti e fui em frente, esquecendo até mesmo a ideia de pegar uma obra suplementar. Como diz o ditado popular: “resolvi agarrar o touro a unhas”. E quer sabe de uma coisa? Valeu a pena! Um pouco antes da metade do livro quando a personagem Marlee entra em cena, o enredo se transforma numa verdadeira caixa de conspirações cheia de surpresas. Se tivesse deixado o livro de lado teria perdido uma história e tanto, pelo menos da metade em diante.

“O Cemitério” e “O Mundo de Lore – Criaturas Estranhas”: dois bebês que chegaram hoje


Cara, estou muuuuito feliz! Os meus dois bebês que estava aguardando com muita expectativa chegaram hoje pela manhã. Nossa, como eles são bonitinhos! Um se chama Saraiva e outro se chama... Ahahahaha!! Nada disso galera, apesar de gostar de crianças, não pretendo ter filhos; e muito menos Lulu. Os bebês a que me refiro são dois livros que já vinha namorando há muito tempo. O primeiro chegou pela Saraiva e o outro pela Amazon. Por isso que os chamo de bebês Saraiva e Amazon.

10 livros sobre o naufrágio do Titanic que você deve ler


Estou lendo “Titanic – A História Completa” de Philippe Masson – e, simplesmente, adorando. Cara, é como se eu estivesse dentro do famoso transatlântico, conhecendo os seus segredos, a intimidade de seus passageiros e tripulantes, enfim, uma obra fantástica. Pelo menos até a parte onde parei para escrever esse post.
Por estar gostando bastante da história, tive a ideia de fazer uma postagem sobre dez livros especiais que abordam fatos e curiosidades sobre o RMS Titanic, considerado o navio mais luxuoso e seguro da sua época, chegando ao ponto de ser considerado "inafundável". Mas quis o destino que o ‘super-transatlântico’ colidisse com um iceberg, no Oceano Atlântico e.., deixasse de ser “inafundável”. A tragédia aconteceu às 23h40min do dia 15 de abril de 1912. O grande navio com parte da lateral do casco rasgado agonizou até a madrugada do dia seguinte, quando por volta das 2H20min desceu para as profundezas do oceano. Foi um dos maiores desastres marítimos em tempos de paz de toda a história. De, aproximadamente, 2.224 pessoas a bordo, apenas 700 conseguiram sobreviver ao naufrágio.