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10 livros para ler em clima de Natal (Parte II)


Pois é, o Natal está chegando, clima de muito amor, confraternizações e claro, leitura de livros, muitos livros do gênero, para também vivermos a magia dessa época tão especial.
Em 2012 escrevi um post indicando dez livros para a galera ler, enquanto aguardava a chegada do Natal. Agora, após seis anos, resolvi dar sequência aquela postagem (se você ainda não leu, acesse aqui), selecionando outras dez obras da mesma casta para devorarmos neste clima natalino de 2018.

Mentes sombrias


O livro é apenas meia boca; o filme, uma verdadeira bomba. Desculpem-me aqueles que gostaram de um ou de outro, ou então, dos dois, mas é assim que vejo o livro de Alexandra Bracken e o filme de Jennifer Yuh Nelson que estreou nos cinemas recentemente.
Vou deixar o filme de lado e me ater a obra literária para não fugir da proposta do blog, que como vocês sabem se encaixa no gênero literário. Comprei o livro de Bracken influenciado pelos comentários positivos da maioria dos leitores cadastrados no portal Skoob. Não pensei duas vezes e pimba! Efetivei a compra da distopia.
Confesso que a história começou por cima,  prendendo muito a atenção, tanto é que achei o mote da autora incrível:  “Num mundo apocalíptico, uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes. Aqueles que conseguem escapar, estranhamente, adquirirem habilidades psíquicas assustadoras. Por esse motivo o governo desse mundo distópico decide criar uma força tarefa para tirar esses jovens de suas famílias e enviá-los para campos de custódia, semelhantes aos campos de concentração nazistas.”

Indefinição sobre o lançamento de “A Guerra do Lobo” no Brasil continua. Editora não esclarece dúvida dos leitores


Já paguei caro por ser transparente, aqui, no blog. Prova disso, foram as portas fechadas por várias editoras para parcerias. Acredito que após ter escrito um post, alertando sobre o perigo dessas parcerias entre editoras e blogs (ver aqui) onde cito o risco do blogueiro “vender a sua alma” em troca de muitos livros, o meu filme deu uma boa queimada.
Agora, algo que não entendo e mesmo assim, me deixa mais descrente, é ver o meu e-mail abarrotado de releases dessas editoras. Pera aí. Na minha opinião, isto é ser muito cara de pau. O cara diz que o seu blog, apesar de muito bom, não foi selecionado porque não preencheu alguns requisitos da editora; mas entonce, depois de algumas semanas o tal editor começa a lhe enviar releases de obras solicitando apoio na divulgação?

Box com obras raras de Bram Stoker é lançado pela editora Nova Fronteira


Hoje de manhã quando encarei o meu editor de textos, a prioridade seria escrever sobre um outro assunto, mas antes de digitar as primeiras frases da  minha ideia inicial, resolvi dar uma rápida zapeada pelas livrarias virtuais para se inteirar das novidades e entonce... aconteceu o inesperado.
Logo na primeira zapeada dei de cara com uma novidade que me fez dar um “pause’ no assunto que pretendia abordar. Cara, a novidade que estava, alí no site da Saraiva, estampada na minha cara era i-n-a-c-r-e-d-i-t-á-v-e-l! Tanto o livro quanto a promoção estonteavam qualquer leitor.
Alí, bonitinho, se encontrava um box luxuoso com três livros, todos em capa dura, contendo histórias pouco difundidas e sem edições disponíveis no Brasil escritas por ninguém menos que Bram Stoker. Acredita?!
Além da obra prima Drácula – que ocupa todo o primeiro volume - o box lançado pela editora Nova Fronteira inclui “Os Sete Dedos da Morte” e “A Toca do Verme” (2° Volume), enquanto o terceiro volume traz a antologia “Contos Estranhos”, que reúne nove histórias curtas de terror, entre as quais a mais famosa “O Hóspede de Drácula”.

Um estranho no espelho


Há pouco mais de duas décadas, sempre perto dos finais de tarde, eu tinha o hábito ir até a biblioteca municipal da minha cidade para ficar ‘folheando’ algumas obras. Enquanto os meus amigos, após o serviço, iam direto para os barzinhos ou butecos da vida, o rato de biblioteca, aqui, se enfunava no meio dos livros para mergulhar em viagens fantásticas que só alguns enredos tinham o poder proporcionar. No final, sempre levava um livro para ler em casa.
Foi naquela saudosa biblioteca, onde hoje funciona a Companhia de Polícia Militar, que ‘peguei’ gosto pelos livros de Sidney Shelson. Ainda me lembro que havia uma coleção de uns 10 livros do autor, a qual acabei devorando toda. Pois é, “Um estranho no espelho”, fazia parte dessa coleção. Gostei tanto do livro que acabei relendo-o outras vezes, sendo a mais recente no mês passado.
Discordo daquelas pessoas que consideram essa obra uma das  menos famosas de Sheldon ou então uma das mais fracas. Nada a ver. Pelo menos para mim, “Um estranho no espelho” é fantástico.