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Cinco vilões assustadores dos livros de terror de Stephen King que me causaram calafrios


Já perdi muitas horas de sono por causa de alguns personagens criados por Stephen King. Ainda me lembro do dia, ou melhor, da noite, em que li “A Coisa”. Caraca! Mesmo que eu não tenha chegado ao ponto de ter pesadelos com Pennywise, confesso que em certos momentos preferia passar pelo tormento de encarar uma bexiga cheia do que me levantar, caminhar por um comprido corredor escuro, acender a luz, e dar uma gostosa ‘aliviada’. Verdade! Cheguei a fazer isso.
Mas Pennywise não foi o único com esse poder, como sou um leitor assíduo das histórias e contos do mestre do terror, conheci muitos outros personagens que atazanaram – no bom sentido – as minhas madrugadas. Por que madrugadas? Simples galera. É que tenho o hábito de ler nesse horário. Bem, mas vamos ao que interessa.

“O garoto que seguiu o pai para Auschwitz” chega ao Brasil no dia 19 de gosto


Quem leu e gostou de histórias como “O Tatuador de Auschwitz”, “O Diário de Anne Frank” e “O Homem Que Venceu Auschwitz”, com certeza também gostará do lançamento da Objetiva que ‘aterrissa” nas prateleiras das livrarias em 19 de agosto próximo. “O Garoto Que Seguiu o Pai para Auschwitz” de Jeremy Dronfield é a mais recente aposta da editora. A obra que já está em pré-venda nas principais livrarias virtuais conta a saga dos judeus austríacos Gustav e Fritz Kleinmann que estiveram nos letais campos de concentração Auschwitz e Bergen-Belsen e conseguiram escapar para contar a história.
A família Kleinmann, judia, morava em Viena. Gustav Kleinmann era estofador e sua mulher, Tini, era dona de casa. O casal tinha quatro filhos: Fritz, Edith, Herta e Kurt. Viviam uma rotina tranquila até o momento em que Adolf Hitler decidiu invadir a Áustria e anexá-la aos domínios da Alemanha nazista. A partir desse momento, a família Kleinmann passou a ser perseguida e estigmatizada. Os amigos com os quais conviviam, se tornaram inimigos, da noite para o dia e o pequeno negócio de Gustav foi expropriado pelos nazistas.

Oito enciclopédias em fascículos que deixaram uma baita saudades


Pretendia escrever esse post há vários dias, mas sempre acabava empurrando com a barriga. Isto não quer dizer que o assunto não me inspirava. Pelo contrário, a sucessão de adiamentos tinha um outro motivo, bem mais sério.
Todas as vezes que tentava escrever esse post, me envolvia tanto com as lembranças dos anos 70 - que marcaram a minha geração de leitores e colecionadores de enciclopédias em fascículos - que acabava divagando e me esquecendo do post. Por exemplo, começava a escrever sobre “Conhecer” e já vinham as lembranças daquelas capas  maravilhosas de seus fascículos. Juntamente com essas lembranças, chegava a danada da dispersão, pois o outrora ‘menino’, aqui, retornava à sua infância ou adolescência e ‘perdia’, bem... prefiro dizer: ‘ganhava’, minutos preciosos recordando aquelas décadas, engatando lembranças de minha mãe, uma pessoa que sempre incentivou a minha leitura.
Lembrava, também, das antigas bancas de revista da minha cidade onde ficavam expostos os fascículos de tantas outras enciclopédias. E pronto! Lá vinham mais divagações.

A Herdeira


No mês passado, enquanto estava lendo “A Herdeira” de Sidney Sheldon escrevi no Instagram que o único problema que enfrentamos ao depararmos com um livro do autor é que ele vicia. Por isso, somos obrigados a comprar outros, outros e mais outros e quando percebemos, a nossa estante já está repleta de Sheldon.
Foi isto que aconteceu comigo. Tinha “A Herdeira” perdida em minha estante há muitos anos e numa dessas manhas de inverno, após uma ressaca literária terrível – havia acabado de ler “O Cemitério” de Stephen King - resolvi dar uma quinada de 360 graus. Estava à procura de uma história romântica, tipo folhetim. Foi quando bati os olhos na capa hiper-brega da Record que tinha estampada a foto de uma mulher abraçando um homem e olhando voluptuosamente para ele. “É esse mesmo!”, disse eu, me referindo ao livro.
A minha intenção era ler apenas alguns capítulos, mesmo porque ainda não estava totalmente recuperado da ressaca causada pelo “O Cemitério” , mas quem disse que consegui abandonar a história? Quando percebi estava devorando o livro!

Medicina dos Horrores


Ok, deixe-me contar um segredinho: na minha infância, sempre sonhei ser médico. E olha que esse sonho durou bastante, pelo que eu me lembre, até... os meus 18 anos. Tanto é que cheguei a me inscrever para o vestibular de medicina, mas depois desisti. Sei lá, simplesmente desisti e, então, acabei encontrando o que eu amo até hoje: o jornalismo.
Talvez por essa “paixão adolescente”, após décadas, eu ainda me amarro em livros que abordem temas relacionados a história da medicina, principalmente no que diz respeito a sua evolução através dos tempos. Desse modo, quando vi o lançamento de “Medicina dos Horrores” da escritora e doutora em história da ciência, Lindsey FitzHarris, não titubeei nem um segundo e já reservei o meu exemplar que na época estava em pré-venda.
O livro é fantástico, pois a autora numa linguagem fluída e descomplicada faz com que os leitores tenham uma ampla noção de como era a prática da medicina no século XIX e a luta de um jovem cirurgião chamado Joseph Lister em adotar métodos antissépticos que evitassem as infecções pós-operatórias que matavam milhares de pacientes naquela era.