A Profecia – Conflito Final


Ok, Ok... não vou repetir tudo o que já escrevi nos posts sobre os dois livros anteriores da saga “A Profecia” (ver aqui e aqui). Basta apenas dizer: é uma cópia do roteiro do filme de 1981. Aliás, um copião descarado: nomes de personagens, diálogos, cor das roupas, atitudes e tudo mais que você possa imaginar.
Como eu não me recordava mais da história, resolvi fazer a seguinte experiência: li pouco mais da metade do livro, parei em determinado capítulo, depois assisti ao filme e na sequencia conclui a leitura da obra. Resultado: a metade do livro que havia lido era idêntica às tomadas do filme também em sua primeira metade. Cara, que decepção! Depois disso, perdi todo o tesão de concluir a leitura, por isso, fui apenas folheando até o final, lendo uma passagem aqui e acolá. Ler pra quê, se já havia assistido ao filme?
Talvez essa seja uma das resenhas mais curtas que escrevi em todo o blog porque não há mais nada para escrever. Capisce? 
Após ter assistido ao filme e lido só a metade do livro, quis saber quem havia escrito a novelização, ou melhor, copiado o roteiro do cinema para as páginas. Trata-se de Gordon McGill, um autor britânico especialista em escrever novelas de filmes.
Além de “A Profecia III – Conflito Final”, ele fez algo semelhante também com outros filmes como: “Os Espiões Que Entraram Numa Fria”, de John Landis (1985), “O Pequeno Buda”, de Bernardo Bertolucci (1993). “O Traidor”, de Stephen Frears (1984), além de outros.
Deu prá entender que esse tal Gordon McGill só faz adaptações de roteiros de filmes para as páginas, verdadeiros copiões.
Para quem não conhece a história de “A Profecia – Conflito Final”, vamos lá. Damien Thorn, o Anticristo, tem agora 32 anos, e se transformou num ser frio e calculista, cujo credo é o mal, cuja ambição é a dominação do mundo e cuja lealdade exclusiva é para consigo mesmo e para com o tinhoso a quem ele serve. Para atingir seus objetivos, ele mata qualquer um que esteja em seu caminho, seja ele amigo, inimigo, discípulo ou amante Apenas um dedicado padre, cuja missão é destruir o Anticristo e que controla as sete adagas de Megido, está entre Damien e seu desejo de levar o mundo ao caos total.
Taí galera, livro ou filme? Não percam tempo assistindo aos dois, apenas um já é o suficiente.

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