24 janeiro 2023
Oito lançamentos literários muito aguardados para 2023
Alô, alô devoradores de livros, prontos para as
novidades literárias que estarão aterrissando por aqui, na terrinha em 2023? No
que diz respeito a mim, estou com uma baita expectativa, principalmente com
relação ao novo livro de Itamar Vieira Júnior, autor do megassucesso Torto Arado que explodiu em vendagens em
todas as livrarias tupiniquins. Salvar o
Fogo deve ser lançado no mês de abril.
Nesta postagem selecionei oito obras literárias que
deverão chegar nas livrarias brasileiras nos próximos meses. Pelo o que eu vi,
são enredos muito interessantes que irão despertar o interesse da galera que
curte vários gêneros. Suma de Letras, Intrínseca, Companhia das Letras, além de
outras editoras prometem arrasar com as suas novidades. E aí? Vamos conferir?
01
– Salvar o fogo Itamar (Itamar Vieira Júnior)
Previsão:
24 de abril
Editora:
Todavia
Abro o nosso toplist com a minha maior expectativa
literária para esse 2023. Cara, não vejo a hora da chega de Salvar o Fogo, novo livro de Itamar
Vieira Júnior. A editora Todavia já anunciou que a obra do escritor baiano de 43
anos deve chegar aterrissar nas livrarias em 2 de abril. - Iahuuuuu!! Ô abril! Vê se chega logo; demora
não!
A obra será publicada quatro anos depois de Torto arado, que se tornou um fenômeno editorial durante a
pandemia. Vendeu 430 mil exemplares e venceu os prêmios Jabuti e Oceanos.
A nova trama é ambientada no povoado de Tapera do
Paraguaçu, interior da Bahia. O romance acompanha moradores de uma comunidade
de pescadores e agricultores dominados por membros da Igreja Católica.
Proprietária de um mosteiro que há muitos séculos domina a região, a igreja
detém a posse da terra.
Salvar
o fogo terá uma edição em capa dura que será disponibilizada
somente para quem comprar o livro antecipadamente, em pré-venda.
02
- Eleições 2022 e a reconstrução da democracia no Brasil (Leonardo Avritzer, Eliara
Santana e Rachel Callai Bragatto)
Previsão:
Fevereiro
Editora:
Autêntica Editora
O processo eleitoral de 2022 foi um dos mais complexos
das últimas décadas no país, em meio a desinformação e as ameaças contra a
democracia. Agora, toda a pesquisa e análise sobre essas questões serão
expostas no livro Eleições 2022 e a
reconstrução da democracia no Brasil, que chega ao público pela Autêntica
Editora em fevereiro.
A obra é organizada pelo professor de Ciência Política
da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Leonardo Avritzer e pelas
pesquisadoras Eliara Santana e Rachel Callai Bragatto.
Por meio de uma série de artigo, divididos em quatro
partes, o livro apresentará a “conexão entre as eleições de 2022, o resultado
eleitoral e a governabilidade nos próximos quatro anos, a partir da perspectiva
dos desafios para a reconstrução democrática”, explica os organizadores.
Nas análises, os pesquisadores de diversas imergem
sobre temas que vão do meio ambiente à configuração do Legislativo, passando
por questões de raça e gênero, redes e desinformação, justiça e opinião pública,
governos estaduais e atores coletivos.
03
– A estrada da noite – Edição luxo (Joe Hill)
Previsão:
16 de fevereiro
Editora:
Arqueiro
A Estrada da Noite de Joe Hill foi um dos melhores livros de
terror que já li em minha vida. Devorei todas as suas páginas. O sucesso do
enredo criado pelo filho de Stephen King (pois é, filho de peixe, peixinho é)
foi tão arrebatador que a editora Arqueiro decidiu relançar a obra, mas agora
numa versão luxuosa com capa dura.
Aclamado pela crítica, vencedor de vários prêmios e
considerado livro do ano por diversas publicações, o romance de estreia Hill,
sem dúvida, merecia essa homenagem da Arqueiro.
Hill narra a saga de Judas Coyne, uma lenda do rock
que tem o hábito de colecionar objetos macabros. Por isso, quando participa de
um estranho leilão na internet, não pensa duas vezes antes de fazer uma oferta.
O roqueiro arremata um paletó supostamente assombrado pelo espírito do falecido
dono.
Sempre às voltas com os próprios fantasmas – o pai
violento, as mulheres que usou, os colegas de banda que traiu –, Jude não tem
medo de encarar mais um. Quando o item é entregue na sua casa, numa caixa preta
em forma de coração, logo fica claro que não se trata de um fantasma
imaginário. Sua presença é real e ameaçadora. E, para piorar, o roqueiro
descobre que o fantasma não entrou na sua vida por acaso. Ele busca vingança.
Que livro! Agora, então, em capa dura e com um novo
projeto gráfico, “irou’ de vez (rs).
04
– O restaurador de rostos (Lindsey Fitzharris)
Previsão:
27 de fevereiro
Editora:
Intrínseca
A escritora Lindsey Foitzharris é fera, e fera das
grandes. Só para se ter uma ideia da sua capacidade, basta dizer que ela recebeu
o título de doutora em história da ciência e da medicina na Universidade de
Oxford. É mole? Acho que isso já é suficiente para atestar a qualidade de seus
livros como ficou provado em Medicina dos Horrores onde ela narra a história de Joseph Lister, o homem que revolucionou o
apavorante mundo das cirurgias do século XIX. O jovem médico, na época, foi o pioneiro
nas técnicas de antissepsia nas cirurgias, considerado o "pai" da
cirurgia moderna.
Agora, em O
restaurador de rostos, a autora conta a saga de um outro médico, também,
muito importante: Harold Gillies que com coragem e criatividade, mudou para
sempre os rumores da cirurgia plástica.
No início da Primeira Guerra, uma coisa ficou
evidente: a tecnologia militar da Europa havia superado seus recursos médicos.
Corpos eram desmembrados, retalhados e envenenados a uma velocidade oficial, a
ponto de os hospitais não darem conta e os sobreviventes processo pedido pelo
chão à espera de socorro.
Em meio a essa brutalidade, um horror prevaleceu de
forma inédita: soldados eram desfigurados por projéteis, estilhaços e chamas,
sendo relegados — se sobrevivessem — ao ostracismo e à repulsa em uma sociedade
tão ligada à aparência. É aí que que surge Harold Gillies.
Graças aos seus esforços durante um conflito sem
precedentes, homens com mandíbulas destruídas, narizes retalhados, preocupações
arrebentadas e outras lesões assustadoras recuperaram a própria identidade.
O
restaurador de rostos conta uma incrível história desse homem e
dos indivíduos que ganharam uma nova chance sob seus cuidados.
05
– A Travessia – Nova Edição (Cormac McCarthy)
Previsão:
13 de fevereiro
Editora:
Alfaguara
Depois de Todos
os belos cavalos, Cormac McCarthy continua sua Trilogia da Fronteira
apresentando agora Billy Parham. Assim como John Grady Cole, protagonista do
primeiro volume, Parham é um menino de dezesseis anos que faz a travessia dos
Estados Unidos ao México. Com o objetivo de devolver um animal a seu lugar de
origem, ele vai de encontro a experiências que jamais esperaria ter.
Nas estradas, Billy passa por paisagens áridas e
conhece pessoas vividas; encontra realidades que vão formando um retrato do que
é o grande mundo, além da fazenda onde morava. Quando retorna, percebe que seu
próprio mundo mudou de forma irreversível. E que o amadurecimento e a perda da
inocência sempre têm um preço.
A
Travessia foi lançado originalmente pela Companhia das Letras
em 1999; agora, o selo Alfaguara pertencente a editora decidiu relançar uma
segunda edição do enredo de McCarthy previsto para 13 de fevereiro.
06
– Pageboy (Elliot Page)
Previsão:
Junho
Editora:
Intrínseca
O livro de memórias de Elliot Page (The Umbrella
Academy) chega ao Brasil em 2023 pela Intrínseca. A obra acompanha a trajetória
do ator e revela detalhes íntimos de sua vida, desde sua indicação ao Oscar até
sua jornada como homem trans, incluindo reflexões sobre gênero, amor, saúde
mental, relacionamentos e Hollywood.
Elliot Page ganhou reconhecimento como protagonista de
Juno e continuou conquistando fãs em filmes como A Origem e em séries como “The
Umbrella Academy”.
Em 2020, se afirmou publicamente como homem trans e,
no ano seguinte, foi o primeiro homem trans a ocupar a capa da revista Time.
Ativista da causa LGBTQIA+ há muitos anos, desde então Page tem reforçado a
importância de sua luta e inspirado pessoas trans em todo o mundo.
07
– The Rising of the Dragon (George R.R. Martin)
Previsão: Março
Editora:
Suma
A Suma, selo da Companhia das Letras que detém os
direitos de publicação da maioria das obras de George R. R. Martin no Brasil,
anunciou recentemente que publicará sua edição do livro The Rise of the Dragon em 2023.
A obra, cujo título completo é The Rise of the Dragon: An Illustrated History of the Targaryen
Dynasty, Volume One (em tradução livre, A
Ascensão do Dragão: História Ilustrada da Dinastia Targaryen, Volume Um),
foi escrita por Elio M. García, Jr. e Linda Antonsson, do Westeros.org, com
base nos escritos de George R. R. Martin para Fogo & Sangue.
The
Rise of the Dragon mostrará uma expansão do reinado de Aegon
Targaryen, já apresentada brevemente em Fogo
& Sangue. Segundo Martin, o novo livro acompanha um “estilo mais
enciclopédico”, como o já apresentado em O
Mundo de Gelo e Fogo.
A edição brasileira contará com tradução assinada por
Jana Bianchi e Diogo Ramos, e terá a mesma capa da edição estrangeira. Quanto
ao projeto gráfico da obra, my God! Vai arrebentar, sente só: capa dura e mais
de 180 ilustrações inéditas e coloridas!
08
– Kit Nunca jamais (Colleen Hoover)
Previsão:
6 de março
Editora:
Galera
Box com a trilogia completa Nunca Jamais. Colleen Hoover narra a saga de Charlize Wynwood e
Silas Nash, melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos
estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se
apaixonaram... Todas as recordações desapareceram. E nenhum dos dois tem ideia
do que aconteceu e em quem podem confiar.
No decorrer dos acontecimentos da série Nunca Jamais,
Silas e Charlize precisarão mergulhar fundo em seu passado para descobrir quem
são e quem desejam se tornar. Correndo contra o tempo atrás de respostas, serão
eles capazes de se reencontrar e reestabelecer os antigos laços, ou estará tudo
perdido para sempre?
É importante frisar que Hoover escreveu essa trilogia
em conjunto Tarryn Fisher, uma autora sul-africana que já produziu nove livros.
E aí galera? Também ficaram na expectativa desses
lançamentos?
Agora é só contar nos dedos os dias que faltam e
aguardar.
20 janeiro 2023
“Novembro de 63”, uma releitura viciante. Devorei o livro... novamente
Sempre comento com os meus amigos que Novembro de 63 de Stephen King é tão
bom, mas tão bom que apesar de já conhecermos o seu final emocionante, a releitura
da obra é prazerosa ao máximo como se estivessemos lendo pela primeira vez.
Aliás, conheço pessoas que já releram esse livro pelo menos três vezes e já
estão se preparando para relê-lo pela quarta vez. Exagero? De maneira alguma.
Só mesmo aqueles que conhecem a saga de Jake Epping e Sadie Dunhill para
entender isso.
Mas não apenas os personagens de Novembro de 63 que cativam a atenção do leitor; o enredo também.
Misturar ação, romance, teorias de conspiração, personagens reais e fictícios
tendo como plot principal um dos momentos históricos mais conhecidos em todo o
mundo - o assassinato do presidente americano John F. Kennedy em, 22 de
novembro de 1963 (daí a origem do título do livro) - foi um golpe de mestre de
King. Agora imagine esse ‘prato dos sonhos de qualquer devorador de livros’
acompanhado de uma sobremesa deliciosa chamada: “viagem no tempo”.
O mestre do terror preparou um dos enredos mais
fantásticos de toda a sua carreira de escritor. Tanto é que grande parte dos
leitores consideram Novembro de 63 o
seu melhor livro. Na minha opinião toda e qualquer história em que personagens
fictícios se interagem com personagens reais não tem como deixar de ser
interessante. King foi mais além nessa interação envolvendo Jake Epping, Sadie
Dunhill, John Kennedy, Lee Harvey Oswald, Marina Oswald Porter e outros. Ele
brincou (no bom sentido) com um dos momentos mais marcantes da história
política dos americanos. Até hoje especula-se se, de fato, foi Lee Oswald que
disparou o tiro que matou um dos presidentes mais populares dos Estados Unidos.
Várias teorias da conspiração dão conta de que o assassinato de Kennedy pode
ter sido planejada e executada pela CIA, por mafiosos ou então soviéticos. King
aguça a curiosidade dos seus leitores ao “brincar” com essas teorias.

Jake Epping (James Franco) e Sadie Dunhill (Sarah Gadon)
Agora imagine se você pudesse voltar no tempo para
tentar impedir o assassinato de Kennedy. Perguntas óbvias que surgem ao
pensarmos nessa hipótese imaginária são as seguintes: ‘Se JFK conseguisse
sobreviver e continuar à frente da presidência de uma das maiores potências
mundiais, as mudanças que ocorreriam no futuro seriam boas ou ruins?’ ‘Ele
concordaria em enviar soldados americanos para lutarem na Guerra do Vietnã?
Qual seria a sua posição com relação a esse conflito?’ ‘Com o futuro sendo
alterado, haveria o risco de uma guerra nuclear?’
King explora todas essas possibilidades em sua
narrativa. Ele “brinca” até mesmo com os Beatles. Verdade! No livro, após tentar
intervir no futuro, Jake Epping acabou mudando o destino dos quatro garotos de
Liverpool.
Cara, uma história com tantos argumentos indo parar nas
mãos de um mestre da escrita como King só poderia se transformar num enorme
sucesso e foi o que aconteceu com Novembro
de 63 que acabou virando um fenômeno de vendas.
O sucesso da obra foi tanto que deu origem a uma série
que bombou em 2016 no streaming: “11.22.63”. O drama com toques de ficção
científica baseado no best-seller homônimo de Stephen King arrebentou em
audiência, inicialmente, no AMC Brasil; hoje, também pode ser vista no Amazon
Prime Video. James Franco interpreta o personagem Jake Epping que encontra uma
forma de viajar no tempo para tentar impedir a morte de JFK; Sarah Gordon é
Sadie Dunhill, Daniel Webber faz Lee Harvey Oswald e Lucy Fry é Marina Oswald.
Reli o livro e adorei; agora estou me preparando para
maratonar a série de TV.
16 janeiro 2023
Três livros de Colleen Hoover serão adaptados para o cinema e TV
Não sou fã de Colleen Hoover. Os seus livros,
definitivamente, não me atraem, com exceção do thriller psicológico Verity que apesar do final fraco, gostei
bastante. Mas salvo essa obra, não curto o seu estilo narrativo.
Por outro lado, não posso ser hipócrita ao ponto de
afirmar que Hoover é umum fiasco porque, na verdade, ela não é. Pelo contrário,
a autora é um verdadeiroe fenômeno no
meio literário. Vou mais além, acho que ela é a escritora mais badalada,
comentada e elogiada no momento. Prova disso é que quatro de seus livros estão
incluídos nas principais toplists das 15 obras literárias mais vendidas no
País. Quer mais? Ok. Três de seus livros serão adaptados para os cinemas. E é sobre
isso que irei "falar” nesse post; sobre essas três adaptações literárias.
A primeira já confirmada é do livro É assim que acaba que será dirigida por
Justin Baldoni. Vale lembrar que devido a pandemia de coronavírus, a produção
precisou ser adiada, e as filmagens ainda não começaram, mas Baldoni já
confirmou que está com o roteiro em mãos. Baldoni que estreou como diretor no
filme “A Cinco Passos de Você”, vai produzir o longa através da sua empresa
Wayfarer Entertainment. O ator Dylan O’Brien que já protagonizou grandes
produções como “Teen Wolf”, a franquia “Maze Runner” e curta-metragem de “All
Too Well (Taylor’s Version)” está sendo muito cotado para viver o personagem
Atlas na história.
Lançado em 2016, e eleito o melhor romance daquele ano
pela Goodreads, É assim que acaba é
considerada a obra mais pessoal da autora onde ela conta a história de Lilly,
uma jovem que se muda para Boston e abre sua própria floricultura. Em um dos
terraços de Boston, Lilly conhece Ryle, um neurocirurgião brilhante, teimoso e
até um pouco arrogante. Após o encontro intenso, os dois se apaixonam e quando
ela se dá conta, está em uma relação turbulenta com um homem que tem uma
aversão perturbadora a relacionamentos.
É
assim que acaba relata os estágios de um relacionamento
tóxico e abusivo envolvendo reconciliações e promessas de mudança de Ryle.
Apesar disso, traz a esperança de um recomeço com Atlas, o primeiro amor de
Lilly, que é sua ligação com o passado.
Nesse livro acompanhamos também o passado de Lilly, e
como tudo que ela viveu na infância e adolescência teve um impacto direto na
construção da sua personalidade, nas suas decisões e na sua força.
Outro livro da autora que também estará ganhando uma
adaptação é Talvez um dia, mas... na
telinhas. O romance de 2014 vai virar uma série de TV. Segundo o The Hollywood
Reporter, o acordo foi fechado com a Entertainment One Ltd.
A série terá como produtoras executivas a própria
Collen Hoover e Lauren Levine, essa será a segunda colaboração das duas, que
fizeram sua estreia produzindo a série digital, “Confesse”. Assim, espera-se
que com o envolvimento da autora, a série siga fielmente o livro.
Em Talvez um dia,
conhecemos Sydney que acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua
vida: socou a cara da ex-melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida
já que tinha um namorado atencioso, além de uma melhor amiga com quem dividia o
apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais
confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Assim, até que foi um soco
merecido.
Sydney encontra abrigo na casa de Ridge, um músico
cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um
entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo.
O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa
agora é se transformar numa traidora.
Talvez
um Dia é um duologia – coleção com apenas dois livros –
sendo eles, Talvez um Dia e Talvez Agora. Apenas o primeiro será
adaptado por hora.
E finalmente, poderemos ter uma adaptação para os
cinemas do thriller psicológico Verity
– aquele que eu li e gostei, menos... do
final.
Aliás, essa adaptação estava sendo anunciada desde
2020, mas então tivemos a pandemia de coronavírus que acabou atrasando várias
produções que já estavam começando a “engrenar”. Verity foi uma delas. Inclusive, o Deadline chegou a noticiar em
2020 os nomes dos roteiristas: April Maguire e Will Honley; além do estúdio
que, até o momento, devem produzir a trama: Amazon Studios.
Agora só resta torcer para as engrenagens dessa
adaptação começarem se mover novamente.
No romance lançado no Brasil em março de 2020 pelo
selo Galera do Grupo Editorial Record, Verity Crawford é a autora best-seller
por trás de uma série de sucesso. Ela está no auge de sua carreira, aclamada
pela crítica e pelo público, no entanto, um súbito e terrível acidente acaba
interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história...
E é nessa complexa circunstância que surge Lowen Ashleigh, uma escritora à
beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros
restantes da já consolidada série.
Para que consiga entender melhor o processo criativo
de Verity com relação aos livros publicados e, ainda, tentar descobrir seus
possíveis planos para os próximos, Lowen decide passar alguns dias na casa dos
Crawford, imersa no caótico escritório de Verity - e, lá, encontra uma espécie
de autobiografia onde a escritora narra os fatos acontecidos desde o dia em que
conhece Jeremy, seu marido, até os instantes imediatamente anteriores a seu
acidente - incluindo sua perspectiva sobre as tragédias ocorridas às filhas do
casal.
Quanto mais o tempo passa, mais Lowen se percebe
envolvida em uma confusa rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire
sua própria posição no jogo psicológico que rodeia aquela casa. Emocional e
fisicamente atraída por Jeremy, ela precisa decidir: expor uma versão que nem
ele conhece sobre a própria esposa ou manter o sigilo dos escritos de Verity?
Em Verity,
Colleen Hoover se afasta do estilo que a consagrou, os romances, para se
aventurar em um suspense psicológico que foi muito elogiado pelos leitores e
também pela maioria dos críticos literários. Através de uma narrativa
perturbadora e chocante, Verity explora o lado mais sombrio das relações
humanas deixando uma surpresinha chocante no final.
Taí galera! Espero que o post tenha agradado os fãs de
Coollin Hoover que estão na expectativa para ver nas telas do cinema e da TV os
mesmos personagens que renderam muitas emoções nas páginas.














