15 março 2013

A Estrada da Noite



Não sei ao certo se já ‘falei’ em alguns dos posts que escrevi neste blog sobre o meu medo primitivo. E não venha me dizer que você é o tal “Mister Coragem” e que por isso não tem tempo de ficar guardando aqueles medinhos bobos em alguma gaveta de sua memória. Cara! Não adianta negar, todos nós temos esse tipo de medo. Sei lá, ele pode vir representado na forma de uma barata voadora, um rato, uma vespa, um sapo cascudo e barrigudo ou então determinada cena de um filme que entrou na sua cabeça e volta e meia insiste em sair dos recônditos de sua memória para atormentá-lo.
Craddock McDermontt!! Pronto! Citei na lata! Essa peste é a causa do meu medo interior. O véinhu do paletó assombrado, como aprendi a chamá-lo, supera outros medos primitivos potentes, tais como o Reverendo Kane do filme Poltergeist, aquele pastor idoso com uma cara macabra que atazana a vida da família daquela menininha que, por sua vez, acaba sendo ‘puxada’  para o além - putz! Taí outro veinhu do cão! – a ‘Regan-aranha’ de “O Exorcista”, na cena da escadaria; o vovô-fantasma do episódio “O Cemitério” de “A Galeria do Terror” que sai da sepultura depois de morto e começava se mexer nuns quadros pendurados na parede de uma mansão. Pera aí? Vovô-fantasma? Caraca! Taí mais um véinhu do além! Estão vendo só como eles me perseguem...
Gente, o Craddock de “A Estrada da Noite”, livraço de terror escrito por Joe Hill, filho do mestre Stephen King é a soma de todos esses medos primitivos. Bata somarmos o Reverendo Kane, a Regan-aranha e o vovô da sepultura que teremos- quer dizer, terei, já que esse medos são meus - como resultado o tal Craddock McDermontt.
Craddock, literalmente, arrepia na história. O fantasma só pensa em vingança e é capaz de tudo para atingir os seus objetivos. Para que você entenda melhor quem é esse velhinho endemoniado vou fazer uma breve sinopse da obra de Hill.
A história tem como protagonista o cinquentão Jude Coyne: uma verdadeira lenda do rock que tem vários gostos excêntricos, como por exemplo, colecionar objetos macabros. Coyne tem um livro de receitas de canibais, uma confissão de uma bruxa de 300 anos atrás, um laço usado num enforcamento, uma fita com cenas reais de assassinato. Dessa maneira, quando fica sabendo de um estranho leilão na internet, ele não pensa duas vezes antes de fazer uma oferta. Ah! O anuncio? Esse aqui oh: “Vou ‘vender’  o fantasma do meu padrasto pelo lance mais alto...”
Por 1.000 dólares, o roqueiro se torna o feliz proprietário do paletó de um morto, supostamente assombrado pelo espírito do antigo dono, ninguém menos do que Craddock. A partir daí, a vida do roqueiro se transforma num verdadeiro inferno, pois a presença de Craddock – apesar de ser um fantasma – passa a ser real e ameaçadora, invadindo a intimidade de Coyne, levando o cara as raias da loucura.
No momento em que o cantor recebe o paletó do velhinho maléfico numa caixa, dobradinho e bonitinho, o leitor já percebe que a partir daí virá chumbo grosso.
A coisa é braba! O espírito de Craddock parece estar em todos os lugares, à espreita, balançando na mão cadavérica uma lâmina reluzente que é uma verdadeira sentença de morte. O roqueiro logo descobre que o fantasma não entrou em sua vida por acaso e só sairá dela depois de se vingar.
Enquanto você lê esse post, não se engane pensando o seguinte: -“ Ai... coitadinho do Judas, caiu numa arapuca sem saber. Que dó...” Bem, só para esclarecer esse detalhe, já alerto que quem caiu na arapuca foi você, já que Coyne não é nenhum santo. O cara usou uma ‘ galáxia’ de mulheres e depois descartou todas elas; traiu amigos, incluindo os integrantes de sua banda, é sarcástico ao máximo, tem mania de grandeza... acho que já chega né? Mas acontece que o personagem, apesar de ser um crápula acaba conquistando o leitor e conforme as páginas vão sendo viradas, você se vê torcendo para que o velho roqueiro excêntrico se livre da sua maldição. O leitor descobre que toda a excentricidade e o caráter não muito correto do artista é uma carapaça que ele utiliza para se proteger de seus próprios fantasmas, como por exemplo uma infância sofrida por causa do pai violento. Conforme Craddock vai arrastando a vida de Coyne para um abismo sem fim, percebemos que ele começa a mudar as suas atitudes e a mostrar o digamos... seu lado mais humano. Ehehehe... aliás, é sempre assim né galera. Muitas vezes deixamos para mostrar o nosso lado cordeirinho somente quando estamos por baixo e precisando de uma ajudazinha.
Bem, comecei a escrever sobre a personalidade de Coyne e acabei desviando o foco do assunto principal. Estava fazendo uma breve sinopse da história para que o leitor conhecesse melhor a relação Craddock e Coyne. Ok; parei no momento em que ‘falava’ que o fantasma não havia entrado na vida de Coyne por acaso. Vamos lá, retomando...  O “veinhu do paletó assombrado é padrasto de uma fã que cometeu suicídio depois de ser abandonada por Jude!
Mas antes de começar a tacar pedras e cuspir no cara, gritando: - “Bem feito desgraçado! Tomara que esse véinhu mardito e também desgraçado como tu lhe coma o bucho!!!” Saiba que no desenrolar das páginas, Joe Hill dá um verdadeiro golpe de mestre e mostra porque é filho de Stephen King. Na verdade o suicídio da garota tem outro motivo, bem mais grave. Uma revelação que surpreende o leitor, deixando-o com as calças nas mãos e com aquela velha expressão de Ooooh!!! A causa do suicídio da fã está diretamente ligado.... Acho que vou segurar a minha língua. Afinal de contas, eu seria um calhorda se revelasse esse segredo. E com isso, parte do impacto da obra de Hill perderia o sentido.
Craddock McDermontt se mostra um espírito vingativo, impiedoso e maléfico ao extremo. O fantasma é pura maldade, capaz de atos atrozes para se vingar. Numa corrida desesperada para salvar a sua vida, Jude Coyne faz as malas e cai na estrada com a sua jovem namorada gótica Marybeth. Durante a perseguição implacável do fantasma, o astro do rock é obrigado a enfrentar seu passado em busca de uma saída que o tire dessa enrascada.
Todas as aparições de Craddock durante a história, de fato, provocam calafrios; mas daqueles que trazem como brinde um mal-estar danado. Tem um trecho do livro em que Judas e sua namorada estão na estrada, no mustang do cantor, fugindo do fantasma quando de repente eles vêem surgir do nada uma caminhonete velha com um vulto de paletó no volante. Arghhhhh!!! Cara! Depois disso, juro que me borro inteiro quando estou dirigindo à noite e me deparo com alguma caminhonete mal conservada....
Craddock tem o poder de hipnotizar as pessoas e fazer com que elas se envolvam em situações perigosas e até mesmo cometerem suicídio. Durante a leitura, você também descobrirá as origens nada “santinhas” de Craddock que teve um passado negro.
O final da história é bem interessante e acredito que irá agradar os leitores. Portanto, tai galera! Mãos à obra e coragem! Estão prontos para encarar o véiunhu do paletó assombrado?

06 março 2013

“O Homem Que Não Queria Ser Papa”: uma obra séria ou oportunista?



O livro de Andreas Englisch caiu como uma bomba na net. Qualquer blog ou site ou ainda qualquer tipo de rede social não traz outro assunto a não ser a obra “O Homem Que Não Queria Ser Papa”. E não poderia ser diferente, já que o livro do jornalista que trabalha como correspondente alemão do Vaticano promete revelações surpreendentes sobre os motivos que levaram o cardeal – também alemão – Joseph Ratzinger a deixar o papado.
Tão logo tomei conhecimento do lançamento de “O Homem Que Não Queria Ser Papa” escrevi algumas poucas linhas no Facebook do blog, deixando evidente o meu receio. E posso confessar prá vocês que é um baita receio! Cara, fico pensando com os meu botões: como esse jornalista conseguiu escrever um assunto tão complexo num recorde?! É muito estranho. Aliás, chega a ser inacreditável! Passaram-se, apenas, poucos dias da renuncia de Ratzinger e pronto! Lá estava um livro exposto nas principais livrarias de todo o mundo falando sobre o tema.
Sei não... Talvez por isso, fico com os dois pés bem para atrás. A impressão que tenho é que se trata de uma obra oportunista. Daquelas que são lançadas - após a ocorrência de um fato polarizador de atenções em todo o mundo - unicamente com o intuito do malfadado autor colocar alguns milhões no bolso. “facinhu”, facinhu”.
Já cai em muitas dessas armadilhas e juro que me senti o sujeito mais cretino do mundo. Pensei comigo depois de ter caído na arapuca: - “ Mêo! Como você pôde ser tão tonto!!” Nessas obras infelizes que tive o desprazer de ler – quer dizer, ler pela metade, já que não consegui terminar – ficou provada a má intenção do escritor, já que as obras foram escritas de afogadilho para aproveitar aquele momento em que o fato estava bombando. Então, nada de pesquisas, nada de seriedade, nada de honestidade, nada de nada e mais nada.
Só faltei dar cabeçadas na parede após cair no conto do vigário e comprar a bibliografia do Michael Jackson escrita e produzida por seu pai. Tudo o que está no livro foi tratado de maneira superficial, sem muitos detalhes. Os fatos revelados na obra, já haviam sido explorados à exaustão pela imprensa.
Mas como dizia minha saudosa avó: -“ É fio, burro véio não aprende andar”. E fazendo jus a essa pérola da Dona Francisca, lá vai o burro véio de novo. Há alguns anos, após várias redes de TV terem explorado a notícia de que um grupo de arqueólogos teria, supostamente, descoberto o local onde a arca da aliança, que continha os 10 mandamentos, teria sido enterrada; no impulso comprei o livro de Laurence Gardner sobre o assunto. A obra chamada “Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada” foi o pior pesadelo de minha vida. Gastei uma fortuna, na época, para adquiri-lo e a linguagem rebuscada, complicada, misturando religião com física, esoterismo, cabala e o escambau a quatro me tirou do sério. Hoje, faço questão de guardar esse livro em minha estante para lembrar da minha inocência ou burrice em ter comprado alguns calhamaços ruins sem pesquisar.
Portanto, acho que deu pra entender todo o meu receio com relação ao livro de Englisch. Por mais otimista que eu seja, não dá para acreditar que o sujeito teve tempo hábil para realizar uma pesquisa séria e apurada sobre os motivos que levou o cardeal Ratzinger a abandonar o trono de Pedro. Me desculpem, mas definitivamente não dá.
Acredito que ao contrário do que penso, muitos leitores já mergulharam de cabeça nas informações chamativas sobre o livro e adquiriram-no  sem pestanejar.  E cá entre nós; a intensidade do fato somado ao eficiente trabalho de divulgação promovido pela Editora Universo dos Livros, se transformam numa verdadeira armadilha para que as vítimas façam aquela compra por impulso... sem pensar.
O autor disse durante entrevistas de divulgação que promete apresentar com exclusividade em sua obra todas as polêmicas vividas nos sete anos em que Ratzinger foi papa. Entre as polêmicas que ele garante ter explorado estão as especulações sobre uma possível relação entre o papa e o exército de Hitler, durante a Segunda Guerra Mundial; crimes de lavagem de dinheiro; além de supostas ocultações em casos de pedofilia.
Englisch diz em seu livro que Ratzinger, mesmo antes de ser nomeado pontífice em 2005, já expressava sua aversão em se tornar a figura governamental mais conhecida e importante dentro da maior comunidade religiosa do planeta. Segundo o autor, o cardeal alemão não queria se expor a grandes multidões e, muito menos, enfrentar os conflitos internos da Igreja Católica. Seu objetivo era continuar com os trabalhos de teologia num mundo particular.
“O Homem Que não Queria ser Papa” revela que entre os assuntos polêmicos da gestão de Ratzinger estão os graves casos de pedofilia e as supostas tentativas de ocultações criminosas realizadas pela Igreja Católica. Em um desses crimes, o nome de Ratzinger teria sido citado como um dos responsáveis por esconder o sacrilégio de um padre, quando ainda era arcebispo de Munique na década de 1980.
Caramba! Na apresentação de sua obra, o autor só torpedeia o papa. É soco, chute e rasteira pra todos os lados. Bem, não vamos ser inocentes ao âmago para acreditarmos que o Vaticano é o Éden e o papa um ser humano perfeito que nunca erra, livre de ambições e pecados. Muitas intrigas, com certeza, ocorrem nos bastidores do Vaticano e o Papa também cometeu os seus erros, mas pêra lá! O sumo-pontífice da Igreja Católica também teve os seus acertos, as suas conquistas; mas Englisch oculta tudo isso na apresentação de seu livro. E como não bastasse, fecha com chave de ouro lembrando que o leitor viverá através das páginas da obra, as intrigas explosivas, os encontros secretos, os casos de mortes e muitos conflitos internos, transportando-os para um universo digno de romance de suspense.
Sei lá, esse argumento final do autor ficou mais parecido com o anuncio de “O Código da Vinci” do que uma biografia sobre um ex-papa.


04 março 2013

Forrest Gump – O Contador de Histórias



Já ocorreu alguém lhe contar uma piada engraçada, mas tão engraçada que após ouvi-la, você acaba perdendo o controle sobre ela? Pêra aí, acho que me expressei mal. O que eu quis dizer é que existem situações tão engraçadas em nossas vidas – incluindo aquela piadinha infame contada por um amigo mais infame ainda – que insistem em permanecer na nossa memória. Pior do que isso; essas tais recordações se afloram quando menos esperamos e nos momentos mais impróprios. Por exemplo, você está expondo um tema seríssimo, como convidado especial, numa mesa redonda  e então, de repente, “bomba” em sua mente a cena daquele tombo engraçado de um amigo ou então a piada ultra-infame que lhe contaram há algum tempo. Essas lembranças emergem em sua cabeça com uma rapidez avassaladora, com a velocidade da luz e então... e então... Ahahahahha!!! No meio de sua exposição e para o espanto de todos os presentes, você solta aquela sonora gargalhada. E pimba! Sua palestra vai para o brejo e você acaba pagando o maior mico de toda a sua vida profissional.
Pois é, você que lê esse post, agora, pode acreditar que essa cena inusitada aconteceu comigo. E tudo por culpa de um livro que tinha acabado de ler há menos de uma semana. Aliás, culpa de uma única passagem desse livro.
Não estava participando de nenhuma mesa redonda e tampouco expondo algum assunto importante; a pobre vítima aqui, estava apresentando o noticiário principal de um dos núcleos de uma rede de rádio. E justamente no momento em que comentava um homicídio brutal ocorrido na região, começou a sair do fundo das entranhas dos meus neurônios, o capítulo do... do pum’ ... É!! Do peido! Pronto! Enrolei, enrolei e acabei falando em letras claras e garrafais. Que me perdoem as mais puritanas, mas a palavra chula já saiu. Portanto, não vejo problema nenhum em repeti-la; então lá vai: o trecho do peido que o Forrest soltou durante uma partida de xadrez com o “Honesto Ivan” num salão de eventos completamente lotado. Cara! Esse momento foi gostosamente hilariante! Foi o chamado pum “rasga mortalha” ou “torpedeiro”. Daqueles que abalam todas as estruturas físicas e psíquicas. Digno daquele tradicional grito das festas de pões: “Seguraaaaa, porque o chão vai tremer!!!” Foi um desses ‘puns’ que o Forrest soltou e que acabou por nocautear o seu adversário no exato momento em que ele estava pronto para dar o xeque-mate.
Taí! Foi esta passagem do livro “Forrest Gump – O Contador de Histórias”, de Winston Groom que também acabou me nocauteando na hora mais imprópria de toda a minha vida. No momento em que eu não poderia jamais dar o mínimo sorriso. Mas sei lá, aconteceu. Nem mesmo agora, quando escrevo esse post, consigo ficar livre da imagem que a minha mente criou em cima do trecho brilhantemente escrito por Groom. Se você pudesse ver a minha cara, agora, iria rachar de rir. Meu amigo!! Eu estou digitando essas linhas e rindo como um louco! Não só por causa do pum do Forrest, mas também por muitos outros foras do Forrest registrados no livro.
E ‘aquela’ em que o presidente dos Estados Unidos pergunta ao Forrest onde ele foi ferido na Guerra do Vietnã e ele, inocentemente, abaixa as calças e a cueca vira as nádegas na cara do presidente e responde apontando o dedo para a cicatriz na “poupança”: “- Aqui oh!!”
Mas nem todos os foras são do protagonista da história. Muitas ‘distrações’ – digamos assim – são de ‘autoria’ coletiva, como por exemplo, o momento em que toda a China pára para ver o líder comunista e revolucionário, Mao Tsé-Tung – já velho, com mais de 80 anos e com uma pança de dar medo – fazer uma aparição pública bem diferente. Ele iria entrar num rio e nadar publicamente. O dirigente chinês entrou na água e todo mundo começou a bater fotos e fazer festa. Bem, agora seguem as palavras de Forrest que presenciou o fato: “Ele tava na metade da travessia do rio quando parou e ergueu a mão, acenando pra gente. Todos mundo acenou de volta. Um minuto depois, ele acenou de novo e todos acenaram de volta. Pouco tempo depois o dirigente Mao acenou mais uma vez e todos responderam ao aceno com um sorriso bem largo e feliz”...
Gente, tudo seria normal se na realidade o velho dirigente chinês não estivesse se afogando!!!! Ele não estava acenando, mas pedindo pelo amor de Deus que alguém lhe ajudasse a sair da água juntamente com a sua pança!! E Forrest fez isso. Ele mergulhou de maneira corajosa no rio e lá foi o nosso herói. Herói?. Bem, você não imagina o fóra homérico que Forrest cometeu ao mergulhar naquele rio!!! Resultado: mais gargalhadas para os leitores.
É por essa e muitas outras passagens que não considero o livro de Groom, uma obra dramática. Aliás, um dos motivos que me fez procurar de maneira desesperada essa obra, foi por imaginá-la ser bem dramática. Sei lá, estava a fim de ver o mundo pela ótica de uma pessoa especial como Forrest. Então, quando começo a ler, pronto... chegam as risadas. Parei e disse: -“Pera aí; cadê o drama??!! Você quer mesmo saber? Pois bem, o drama estava só no final do livro. No finalzinho mesmo; quando Forrest ... Bem, deixa pra lá, seria sacanagem de minha parte dar pistas desse final que realmente emociona o leitor. Mas de resto, risadas, gargalhadas e mais gargalhadas.
Talvez por essa quebra de expectativa não tenha gostado muito do livro, mesmo porque estava à procura, naquele momento de uma história que se encaixasse no gênero drama. Mas, com certeza, se você estiver a fim de um enredo leve, para dar uma desestressada irá adorar “Forrest Gump – O Contador de Histórias”. E olha que já adianto que o Forrest do livro é bem diferente do Forrest do cinema. O personagem das páginas é mais maroto, mais ácido do que o Forrest “inocentão” das telas.
E não se preocupe se você já assistiu ao filme. O enredo do livro fica a quilômetros de distância da produção cinematográfica. Muito diferente.
Enfim; fica a dica de leitura para aqueles que quiserem esfriar a cabeça,  lendo algo leve e divertido, com uma ‘pontona’ de drama somente nas últimas páginas.
É isso aí pessoal!

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