Graphic novel sobre o maior serial killer da França chega ao Brasil em agosto. “Henri Désiré Landru” já está em pré-venda


A editora Pipoca e Nanquim não está para brincadeiras, depois de verdadeiras obras primas como a trilogia com as aventuras de Conan, O Bárbaro e os quadrinhos de Beowulf, agora ataca com outra super novidade e que certamente irá agradar os leitores, fãs de graphic novels, que apreciam histórias sobre serial killers.
Chega no dia 21 de agosto nas livrarias brasileiras a edição luxuosa em quadrinhos de Henri Désiré Landru. E bota luxuosa nisso: formato grande, capa dura com verniz localizado, lombada redonda e 148 páginas em preto e branco, impressas em papel offset de alta gramatura.
A obra de Christophe Chabouté, reverenciado quadrinista francês de Solitário, Um Pedaço de Madeira e Aço e da adaptação Moby Dick, destrincha todos os detalhes relacionados à vida e aos crimes do assassino em série que chocou os franceses no início do século XX. 
Num momento conturbado, em que a França estava mergulhada na Primeira Guerra Mundial e o povo se encontrava fragilizado pela criminalidade e pela falta de recursos, Henri Désiré Landru, um vigarista profissional acostumado a aplicar golpes e pequenos estelionatos, se viu no cenário ideal para cometer seus piores crimes e enriquecer ilicitamente. Após seduzir e ganhar a confiança de viúvas de soldados mortos na guerra, ele as assassinava para ficar com todo o seu dinheiro e pertences.
Fotos de Henri Désiré Landru no dia de sua prisão
Landru atuou por anos sem ser pego pela polícia e tornou-se o assunto mais comentado pela imprensa da época, ávida por notícias macabras e sensacionalistas que desviassem a atenção do povo de questões políticas relevantes. De 1914 a 1918, Landru eliminou onze vítimas: dez mulheres e um filho adolescente de uma delas. Após matar as suas vítimas, ele cortava seus corpos e queimava as partes. 
Os métodos variavam, assim como os lugares que o serial killer desovava os restos mortais, fazendo com que a polícia achasse que as vítimas estavam desaparecidas, não mortas.
Landru usava uma grande variedade de lugares para atrair as mulheres, como se percebe nas correspondências com elas. Dessa forma passava-se também a impressão de que os crimes não possuíam ligação um com o outro e que eram cometidos por pessoas diferenças.
O julgamento de Henri foi considerado um espetáculo. O caso foi tão acompanhado pelos jornais da época, que tinha mais destaque que as negociações do acordo de Versalhes (com o objetivo punir a Alemanha pela guerra).
O serial killer foi sentenciado à guilhotina e, em 25 de fevereiro de 1922, dia de seu aniversário de 52 anos.
Caraca!! Agora, imagine tudo isso contado no formato de graphic novel! Demais, não acham?!
A boa notícia para os leitores que quiserem garantir o seu exemplar, antecipadamente, é que Henri Désiré Landru já está em pré-venda nas principais livrarias virtuais, entre as quais, a Amazon.
Boa leitura!


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