10 janeiro 2013
A Queda (Trilogia da Escuridão - Volume II)
Posso fazer uma pergunta ‘na lata’ prá você? Promete que, também, vai me responder ‘na lata’, sem parar prá pensar? OK, lá vai. “Qual foi o trecho do livro O Exorcista que mais lhe perturbou?”
Pêra aí um pouquinho; vou refazer a pergunta: “Qual foi o
trecho mais perturbador do livro O Exorcista que após décadas ainda não saiu de
sua cabeça provocando horrendos calafrios toda vez que se lembra da maldita
passagem, impedindo-lhe que chegue perto, novamente, da obra de Willian Peter Blatty?”
Me desculpem pela pergunta comprida, mal feita e um pouco
sem nexo, mas foi a única forma que encontrei para expressar aos leitores o meu
pavor com relação ao trecho em que a Regan começa... é... bem...putz!! Lá vai
eu rebuscar essa ‘terrível’ lembrança nas profundezas mais recônditas da minha
memória!! Olha só o que esse post sobre “A Queda”, do Del Toro e do Hogan me
fez!! Mas já que comecei, não vou voltar atrás para ficar rotulado de
‘covardon’, mas não posso negar que já
tinha enterrado aquela visão horrível da Reagan possuída, toda encurvada para
atrás, encostando as duas mãos no chão e descendo a escadaria de seu quarto
igualzinha a uma aranha gigante. Logo em seguida, esse ser demoníaco parava atrás
de um cara que conversava com a sua mãe e ficava olhando para o sujeito com
aquela expressão bizarra no rosto.. Arghhhh!! PQP! O trecho do livro de Blatty
é tão medonho e intimidador que rendeu uma cena horripilante no cinema. Tão
horripilante que chegou a ser cortada pelo diretor do filme em sua versão que
passou nos cinemas em 1973.
Tudo bem que para algumas pessoas, a cena em que a garota
vira a cabeça sobre o tronco, num ângulo de 360 graus, dando uma volta
completa, tenha sido a mais impressionante, mas para o blogueiro aqui, a “Regan-Aranha”
foi a pior (no bom ou no mau sentido, sei lá).
Pois é, e quando pensei que estava livre desse meu medo
interior, eis que chegam as crianças vampiras, conhecidas como “tateadoras”, do
livro “A Queda”, o segundo que integra a chamada “Trilogia da Escuridão”. Podem
acreditar, esses personagens bizarros chegam a superar a “Regan-Aranha” em
várias cenas do romance de Guillermo Del Toro e Chuck Hogan. Elas são
horríveis, maléficas, algo que realmente impressiona o leitor. E quando digo
impressiona, estou querendo dizer que impressiona mesmo!
As tateadoras são crianças cegas transformadas em vampiros
pelo mestre e com uma percepção infinitamente sensível dos outros sentidos em
substituição a visão. Elas não caminham normalmente, mas sobre “quatro pés” como
se fossem aranhas humanas. São totalmente desfiguradas, com uma imagem
assustadora, bem mais do que os vampiros adultos. Se movem de maneira estranha,
todas desengonçadas, mas são rápidas e ágeis. Cara! O que deixa o leitor com
aquele mal estar é a maneira como Del Toro e Hogan descrevem a movimentação
desses seres demoníacos. A forma como elas mexem a cabeça vagarosamente de um
lado para o outro, farejando a sua presa, lembra muito a cena do velociraptor
no filme do Spielberg, “O Parque dos Dinossauros”, quando o dino invade cozinha
da casa de controle do parque em busca daquele menino que se esconde dentro de
um armário. As tateadoras da “Trilogia da Escuridão” não estão muito longe
disso.
As crianças vampiras fazem o papel de “cães farejadores e
caçadores” dos vampiros que as soltam para localizarem e atacarem os humanos
fugitivos. Os melhores momentos do livro são os confrontos entre as tateadoras
e os membros da resistência, com ênfase para a luta com a bióloga Nora que
acontece num túnel subterrâneo do metrô, dezenas de metros abaixo do rio Hudson
que corta Nova York, além do ‘pega prá capar’ antológico com um grupo de
caçadores humanos que saem a procura do professor Setrakian para tentar
salvá-lo de um momento crítico. Esta batalha acontece na casa do velho
professor que acaba sendo destruída e lançada para os ares.
Mas “A Queda” não resume apenas as chamadas
“crianças-aranhas” ou “crianças-vampiras”. O livro vai muito além disso. Aliás,
considero o segundo volume da “Trilogia da Escuridão” uma ‘obra de amarra’.
Escrevo isso, porque Del Toro e Hogan usaram o enredo para amarrar alguns fios
- envolvendo personagens importantes – que acabaram ficando soltos em
“Noturno”.
E agora cuidado com alguns pequenos spoilers. Se você ainda
pretende ler “Noturno”, aconselho que pare por aqui. O primeiro fio que os
autores amarram em “A Queda” diz respeito a Kelly, ex-esposa do Dr. Ephrain
Goodweather, que após ser transformada em vampira pelo mestre inicia uma caçada
desesperada por seu filho. Em “A Queda” você fica sabendo o motivo desse desejo
alucinado da mãe de Zack, hoje uma perigosa vampira à serviço do mestre.
Através de Kelly, você passa a entender também o comportamento social dos
demais vampiros e o que faz com que eles voltem sempre à procura dos seus entes
queridos após serem transformados.
O segredo do coração de um vampiro que o professor Abraham
Setrakian traz guardado em um recipiente e que alimenta com o seu próprio
sangue todos os dias, também tem a sua origem revelada. O misterioso “coração
vampiro” é a porta de entrada para os autores explicarem os motivos que levaram
Setrakian a se tornar um obsessivo caçador dessas criaturas malignas.
No capítulo final de “Noturno”, o destino do personagem Gus,
membro de uma gangue mexicana, que acaba sendo capturado pelos caçadores dos
três vampiros antigos, não é totalmente esclarecida. A final de contas o que
aquelas criaturas que se opõem ao plano do Mestre de conquistar o mundo queriam
com Gus? Em “A Queda”, Del Toro mata a curiosidade dos leitores de uma forma
completa com relação a situação de Gus.
E assim vai, um festival de ‘amarrações de fios’ que nem por
isso torna o livro maçante, ao contrário, acho que ele fica mais interessante
ainda, porque matamos a curiosidade com relação ao destino de muitos personagens
importantes.
Sei que nesse momento, alguns internautas já devem estar
bradando: - “Pô! Mas e a ação onde é que fica?!” Pessoal, podem ficar
tranqüilos que “A Queda”, apesar de em menor quantidade do que Noturno, não
nega fogo no quesito ação. Como já disse o embate entre Nora e as tateadoras comandadas por Kelly nos túneis do metrô é de
tirar o fôlego. A fuga de Zack que tenta desesperadamente fugir das
‘crianças-aranhas’; o roubo do do Occido Lumen pela resistência, um livro
secreto e amaldiçoado que guarda o segredo de como destruir o mestre e
consequentemente livrar a terra do vírus vampírico; a caçada empreendida por
Vasily nos túneis de Nova York, onde pretende instalar uma bomba para matar
milhares de vampiros. Aqui, vale uma ressalva, porque esse momento é ao mesmo
tempo cômico e trágico e tudo por culpa de um mendigo que vive há anos nos
túneis do metrô. O trecho vale e muito!
“A Queda” termina com aquele gostinho de ‘quero mais’. Posso
dizer que sou feliz por poder, logo ao término de A Queda, engatar a leitura de
“Noite Eterna”. A ansiedade em saber como termina a saga de Eph, Nora, Zack,
Vasily e cia é ... digamos que sufocante. Isso mesmo, sufocante!
E olha que não tenho o hábito de ler uma trilogia
sequencialmente. “Noturno” e “A Queda” conseguiram mudar essa mania do ‘menino’
aqui.
Inté!
04 janeiro 2013
O Homem Terminal
Os livros de Michael Crichton sempre mexeram comigo; quero
dizer, sempre me impressionaram... me encucaram. Após a leitura ficava pensando
naqueles lances de nanotecnologia, micro-robôs capazes de entrar na corrente
sanguínea e alterar todo funcionamento do nosso organismo; viagens no tempo,
principalmente para o período medieval; bactérias oriundas de satélites que caíam
na terra, capazes de dizimar toda a população e tecnologia suficiente para
trazer perigosos animais pré-históricos de volta ao nosso século.
E para piorar ainda mais esse ‘encucamento’, Crichton
apresentava argumentos científicos capazes de sustentar o seu enredo fantástico.
Foi assim com aqueles nano-robôs assassinos de “Presa” que invadiam, sem pedir
licença, qualquer orifício do corpo da vítima. Foi assim com aquele vírus letal
de O Enigma de Andrômeda que chacinou todos os moradores de uma pequena
cidade americana. E foi assim, também, com aquela experiência médica que abriu
a cabeça de um sujeito para implantar eletrodos em seu cérebro com o objetivo
de evitar que ele saísse por aí matando outras pessoas.
Fiquei impressionado com O Homem Terminal, logo no início
dos anos 70, quando estava começando a curtir a minha adolescência. Tinha
acabado de chegar em casa com os meus pais após uma viagem, acho que acabei
ligando a TV, por acaso, e tava lá! O tal do filme baseado no livro de Crichton
e que me impressionou pacas!
Ao final da exibição, mesmo sendo ainda um pirralho, refleti
que o drama do personagem central que passou por aquela terrível experiência
poderia acontecer com qualquer pessoa, inclusive... comigo!!
O cara teve um acidente de carro, bateu a cabeça, sofreu uma
pane mental do tipo que desliga um botãozinho que inibe certas atitudes más e a
partir daí passa a sofrer lapsos de memória. O problema é que durante esses
lapsos, ele perde completamente a inibição contra atos violentos e assume uma
postura agressiva, se tornando um perigoso homicida. E tudo culpa dessa lesão
cerebral. Pode?! Os argumentos do autor impressionam tanto que até o nome da
lesão: Lesão Desinibitória Aguda (LDA) sôa como algo verdadeiro.
Cara, fiquei tão impressionado com o filme que mesmo depois
de décadas, ele ainda não saía da minha cabeça. Foi, então que decidi ler a
obra de Crichton. Isso aconteceu há pouco tempo atrás e posso garantir que,
voltei a ficar encucado. Logo no início do livro, o autor explica que no Japão
em 1965 foi realizada um tipo de cirurgia semelhante em 98 pacientes com
comportamento violento.
Não há como negar, os argumentos científicos apresentados
durante o enredo são muito fortes e ao mesmo tempo que convencem também
impressionam o leitor.
Em O Homem Terminal, Crichton narra o drama de Harry Benson,
um cientista de computação especializado em vida artificial e que após um
traumatismo craniano causado por um acidente, descobre ser portador de LDA –
Lesão Desinibitória Aguda – uma espécie de lesão cerebral que o faz sofrer
terríveis crises nas quais perde completamente a inibição contra atos violentos
e assume uma personalidade agressiva, cometendo crimes dos quais nada lembra ao
término da crise.
Por suas atitudes estranhas e por seus delírios, amigos o
aconselham a procurar um especialista. É assim que Benson chega à Unidade de
Pesquisa Neuropsiquiátrica do Hospital Universitário de Los Angeles e torna-se
paciente da Drª Janet Ross. A equipe de cirurgiões, liderada por um gênio da
neurocirurgia, transforma Benson na principal cobaia do projeto desenvolvido
pelo hospital.
Na tentativa de curar a lesão, o paciente é submetido a uma
cirurgia única e inacreditável, onde tudo pode certo ou ficar pior do que já
está.
Se você está à procura de um livro de ação com corre-corre
entre personagens fuja de O Homem Terminal, e leia Presa – também de
Crichton – que certamente cairá melhor para o seu estilo; mas se o que deseja é
uma obra tensa; um teste para os seus nervos, corra até uma livraria ou sebo e
adquira já esse livro escrito em 1972 por Crichton, ainda no início de sua
carreira como escritor.
29 dezembro 2012
10 atrizes perfeitas para o papel de Brigitte Montfort nos cinemas
Se você não é da minha geração esqueça esse post, pois com
certeza essa beldade de 28 anos, olhos azuis, cabelos negros e pele bronzeada,
considerada um dos maiores ícones da cultura pop dos anos 70, não passará de
uma estranha. Então, é melhor voltar a ter contato com as heroínas dos livros e
videogames contemporâneos. Coisas do tipo: Lara Croft, Temperance Brennan, Eve
Dallas, etc. Mas, desde já me perdoem.
Sem nenhuma ofensa da minha parte heimm... Estas agentes secretas, médicas
disfarçadas de investigadoras, policiais burrinhas que gostam de resolver tudo
no muque, além de outras mais, criadas e idealizadas por inúmeros escritores e
escritoras famosas não servem para limpar as sandálias de Brigitte Montfort: a
grande musa dos livrinhos pulp fiction da ZZ7.
A espiã número um da Cia: charmosa, letal, poliglota,
corajosa e milionária. Assim é “Baby”, como é conhecida a estonteante espiã.
Não ficarei escrevendo muito sobre ela porque vou acabar passando mal. Afinal
de contas não sou mais um adolescente e... o coração, sabe né, acaba
envelhecendo junto com o corpo. (rsss). Quem quiser conhecer melhor esse baita
mulherão, basta acessar aqui. Leiam esse post que fiz há algum tempo sobre
“Baby”; vale à pena.
Bem, voltaaaandooo.... Agora se você faz parte da minha
geração que cresceu lendo os livrinhos de bolso de Brigitte Montfort nos anos
70, com certeza irá curtir esse post. Desde já quero agradecer a
‘lindanara’,uma das leitoras desse blog. Foi através de um comentário seu que
surgiu a idéia de escrever esse texto. Ela disse que adoraria ver a espiã da
CIA nos cinemas. Cara ‘lindanara’, mas quem não gostaria??!! Todos que admiram
essa mulher, sonham um dia vê-la nas telas dos cinemas de todo o mundo. Anteontem,
fiquei pensando com os meus botões: “Se Hollywood fosse produzir um filme sobre
Brigitte Montfort quem seria a atriz ideal para vivê-la nas telonas?”
Uhauuu! Cara! Um filme da “Baby”! Só em pensar nessa
possibilidade entro em êxtase! Caraca! Esses produtores pé rapados de Hollywood
‘encampam’ tantas porcarias; bem que poderiam pensar na idéia de produzir um
filme sobre esse ícone dos anos 70 e que se tornou uma lenda, um verdadeiro
mito das fulp fiction. Pôxa vida! Prá quem já produziu porcarias homéricas como
“Salt”, com a Angelina Jolie e “Despertar de Um Pesadelo”, com Geena Davis, bem
que poderiam pensar com carinho num filme com Brigitte Montfort. Tenho certeza
de que com a atriz certa para o papel, a produção seria um grande sucesso.
Pensando nessa possibilidade – aliás, esperança é a última
que morre - resolvi escolher 10 atrizes que na minha opinião conseguiriam dar
conta do recado como a belíssima e perigosa agente “Baby”. Resta saber, qual
delas estaria mais preparada para encarar o desafio.
E para os internautas que lêem esse post agora? Qual
dessas 10 beldades seria a nossa Brigitte Montfort perfeita? Dêem uma espiada e tirem as suas dúvidas.
01 – Angelina Jolie
A atual mulher de Brad Pitt já está acostumada a viver personagens
que não sentem vergonha de segurar uma arma e sair atirando por aí, além de
distribuir porradas em homens metidos a valentões. E o curioso é que a moça dos
lábios carnudos faz tudo isso com muito charme, sem nenhuma truculência. Basta
conferir os filmes: “O Procurado” , “Salt” e “Sr. e Sra. Smith”. Acredito que
ela não teria nenhuma dificuldade em “vestir” a personalidade da charmosa e
letal espiã “Baby”.
02 – Cameron Diaz
O que vocês acham dessa loiraça de fechar o comércio?! -
“Pera aí o mêo!! Tá louco!! A ‘muié’ é loiruda e a ‘Baby’ tem os cabelos negros
como a noite! Acorda!” Se você, amigo internauta, fã ardoroso de Brigitte
Montfort deu essa exclamada, pode ficar mais tranqüilo, respira fundo e olhe
para a foto da atriz logo abaixo. E aí? Gostou? Tá mais calmo? Pois é cara,
depois que inventaram as tinturas de cabelo não existe mais esse negócio de
loira, morena ou ruiva.
E devo admitir que apesar do fator idade; Cameron tem 40
anos, enquanto a personagem criada por Lou Carrigan e desenhada pelo brasileiríssimo
José Luís Benício da Fonseca, apenas 28 anos; essa diferença de 12 anos é – cá
entre nós – imperceptível. A loiraça, loiruda ou morenaça Cameron Diaz tem o
jeitinho de “Baby”.
03 – Eva Mendes
Fiquei pasmo com essa foto de Eva Mendes. Outras fotos que
também mexeram comigo foram da Milla Javovich e Liv Tyler. Achei as duas juntamente
com Eva Mendes, pelo menos nessas poses, muito parecidas com a espiã nº 1 da
CIA.
Apesar de seus pais serem cubanos, Mendes nasceu em Miami,
Flórida e até agora não trabalhou em nenhum blockbuster, mas apenas em filmes
meia-bocas. Tudo bem, vai! Filmes com grande apelo comercial, mas... meia-bocas:
“Lenda Urbana 1 e 2”,
a série “Velozes e Furiosos”, “Motoqueiro Fantasma” e “Rede de Corrupção”. Por
isso, o meu receio é como ela se sairia em seu primeiro papel de protagonista,
encarando logo de cara um ícone da cultura pop dos anos 70 e com uma legião de
fãs espalhados pelo mundo. Mas que Eva Mendes é parecida com Baby, isso é.
04 – Evangeline Lilly
Famosa por sua participação no seriado de TV Lost, a atriz
canadense de 33 anos seria uma forte candidata. Não há como negar que ela tem
os traços da personagem desenhada por Benício. Lilly é uma atriz em ascensão no
competitivo mercado cinematográfico de Hollywood. Depois do sucesso de Lost foi
convidada para fazer um papel de destaque na mega-produção “O Hobbit”, de Peter
Jackson. Acho que estaria apta para viver a super-espiã nas telonas.
05 – Keira Knightley
Mais conhecida por sua atuação como Elizabeth Swann em “Piratas
do Caribe: O Baú da Morte”. Se o ‘fator’
idade fosse preponderante para a candidata conquistar o papel de
Brigitte Montfort no cinema, Kate Knightley seria a preferida entre as 10
postulantes, já que tem apenas 27 anos; um a menos do que Baby. Além disso, ela
tem os traços bem próximos do rosto de Montfort. Ficaria mais parecida ainda se
trocasse os castanhos de seus cabelos pelo negro total, uma das marcas de Baby.
Ah! Não se esquecendo das lentes de contato azuis. Imagine Knightley após essas
duas mudanças. E aí?? O que achou?
06 – Liv Tyler
Galera; vamos ser sinceros? Ok. Liv Tyler é uma das mulheres
mais bonitas do mundo; então, logicamente ela teria todas as condições e muito
mais para viver nas telas a espiã mais bonita do universo! Liv Tyler, a filha
do vocalista do Aerosmith é a “Baby” em pessoa. Preste
atenção nos cabelos, olhos e boca... Não preciso dizer ou escrever mais nada.
07 – Megan Fox
Para muitos, essa atriz e modelo, de apenas 26 anos,
descendente de franceses, irlandeses e índios é a preferida para viver a
super-espiã no cinema. A ex Mikaela Banes da franquia Transformers é tão bonita
que chega a ser estonteante e acredito que seria uma excelente Brigitte
Montfort. Bem, para quem já foi sondada para viver a “Mulher Maravilha” no cinema,
para Montfort seria apenas um pulinho.
08 – Milla Javovich
My God!! Olha prá ela! É a cara da Brigitte!! Tudo bem que
uma Brigitte com os cabelos mais curtinhos, mas vá lá né, isso é o de menos! E
que pose! Fiquei admirando essa foto um tempão. Quando a encontrei na Net -
enquanto preparava o post - fiquei boquiaberto. Falei prá mim mesmo: -
“Javovich está parecendo o clone de Baby”.
À exemplo de Angelina Jolie, a atriz ucraniana não teria
nenhuma dificuldade em interpretar a Nº 01 da CIA, já que está acostumada a
manejar vários tipos de armamentos diferentes. Basta assistir a série “Resident
Evil”. Sem dúvida nenhuma seria uma forte candidata ao papel de “Baby”.
09 – Minka Kelly
Se houvesse apenas duas atrizes disputando o papel de
Brigitte Montfort e se essas atrizes fossem Minka Kelly e Keira Knightley; os
produtores – após coçarem muito a cabeça – tomariam a seguinte decisão: - “Quer
saber de uma coisa: já que o filme terá uma hora de duração, cada uma delas
trabalha meia tempo.”
Observem as fotos das duas atrizes e vejam como são
semelhantes. Kelly teria uma desvantagem maior já que, até agora, não teve
nenhum papel de destaque no cinema. Ela é mais conhecida por sua atuação na série
de TV Fridat Night Lights e só.
10 – Sandra Garcia
E não é que na lista das 10 atrizes “Top” em condições de
viver a agente da CIA nas telonas temos uma brazuca! Sandra Garcia que começou
a sua carreira no programa Fantasia, do SBT, em 1998, é considerada a Brigitte
Montfort tupiniquim. Em setembro de 2008, a revista Playboy lançou uma edição
histórica para os fãs da espiã. O documentário “ O Encontro entre Benício e
Brigitte Montfort” mostrava uma entrevista com o ilustrador brasileiro que
desenhou as 500 capas dos livros da espiã que fez parte do imaginário masculino
de 1965 a
1995. A
entrevista veio acompanhada de um ensaio sensual com Brigitte Montfort na pele
de Sandra Garcia.
O documentário fez tanto sucesso, mas tanto sucesso que
catapultou a carreira de Sandra Garcia que começou a receber convites
‘adoidados’ para participar de campanhas publicitárias de marcas famosas e
consagradas, além de novelas no SBT e Bandeirantes.
Quem sabe, ela não teria alguma chance nessa disputa com
Javovich, Jolie, Fox, Tyler e Cia. Tudo é possível...
Espero que os fãs da nossa musa Brigitte Montfort tenha
apreciado o post. E fiquem a vontade para opinar e também colaborar com
sugestões.
Abraços!!
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