13 março 2021
Tudo é Eventual
Desculpem galera. Fuji um pouco do tempo habitual de postagem nesta semana por causa de uma baita crise hemorroidária. Daquelas que você pensa que está parindo por trás com direito a sangue, dores e gritos. E olha que não estou mentindo. Somando-se a isso, um dos meus colegas de trabalho teve que ficar de quarentena por causa do filho que estava com suspeita de Covid-19. Resultado: apesar das dores cruciais tive que dobrar a minha carga de trabalho para cobrir a função desse colega. Confesso que ao chegar em casa vestido com absorvente Dia/Noite e com dores (só quem tem sabe que eu não estou mentindo) não tinha uma gota de ânimo para escrever meia linha sequer e malemá fazer a minha leitura de início de noite.
06 março 2021
Blogueiros solitários: Os Jedi da blogosfera literária que nos dão a inspiração que precisamos
Esta semana, a minha carga de trabalho esteve bem puxada. Foi complicado conciliar trabalho-blog-leitura-tempo para o lazer. Aliás, pode esquecer esse último aí da lista. Não tive tempo de curtir um filme, fazer um churrasquinho mais intimista entre eu e Lulu, curtir um videogame. Não, nada disso. De fato, a semana foi trash. Desacelerei, até mesmo, a compra de livros porque não havia motivo para comprar mais obras se passei a ler menos nas últimas duas ou três semanas. Se estou triste por essa “correria”? Não. Nem um pouco.
Todo esse contexto serviu para que eu admirasse
ainda mais os blogueiros solitários. Defino como blogueiros solitários aqueles
que optam por manter, sozinhos, um blog em atividade. Sei que hoje, está
ficando cada vez mais comum a segmentação de trabalho entre os blogueiros:
enquanto um escreve sobre terror, outro escreve sobre drama, outro mais sobre
suspense/policial, e no final todos cuidam juntos do layout. Beleza, não é
mesmo?
Mas acontece que algumas pessoas na blogosfera ainda
preferem manter os seus blogs particulares. Não, não. Não se tratam de pessoas
convencidas ou que não aceitam trabalhar em grupo. Nem sempre é assim. Esses blogueiros
querem apenas ter um cantinho só seu, onde possam fazer as suas críticas; das
as suas opiniões; falar bem, mal ou mais ou menos sobre algum tema literário da
atualidade; enfim, eles querem ter liberdade para expor os seus pontos de
vista. E sabemos que fazer isso em grupo é complicado, requer muito jogo de
cintura. Para atingir esse objetivo é necessário que você encontre outros
blogueiros que sejam abertos a críticas e sugestões de seus parceiros, e
sabemos que garimpar essas ‘pedras preciosas’ é difícil. Talvez, nós mesmos
estejamos infinitamente longe de ser essa pedra preciosa. Neste caso, podemos
encontrar pessoas que pensem democraticamente e aceitem as ideias alheias, mas
aí.... Bummmm!! Lá vem a explosão de conflitos, porque nós, os donos do blog, nós
mesmos, não temos a mente tão aberta quanto os nossos parceiros.
Sei lá galera, talvez não esteja sabendo explicar direito, por isso vou resumir de uma maneira bem simples: “manter um blog sozinho dá muito trabalho, mas é prazeroso; por outro lado, manter um blog coletivo dá muito menos trabalho, mas algumas vezes, deixa de ser prazeroso”. Vejam bem que eu usei o termo “algumas vezes” por isso se você encontrou as pessoas certas para lhe ajudarem – não se esquecendo que você, fundador do blog, também tem que ser essa pessoa certa – ótimo! Vão à luta!
Mas confesso que no meu caso prefiro manter o lado
mais intimista do “Livros e Opinião”. Quem sabe, futuramente eu acabe mudando
de ideia, mas por enquanto prefiro ir tocando o barco sozinho.
01 março 2021
Cinco livros inacabados de autores famosos lançados postumamente
Um dia desses, após reler Micro de Michael Crichton morto em 4 de novembro de 2008, enquanto
escrevia esse livro, fiquei pensando naqueles autores que morreram durante o
processo de criação de suas obras, deixando-as, portanto, inacabadas. Alguns
desses enredos foram lançados incompletos, mas na maioria das vezes tiveram as
suas conclusões pelas mãos de familiares, amigos ou de outras pessoas próximas
do morto.
No post de hoje quero escrever sobre esses escritores
que morreram deixando incompletos os seus livros, mas apesar disso, as obras
acabaram indo parar nas prateleiras das livrarias concluídas ou semi-
concluídas.
Vamos conferir:




