08 março 2019

Lady Killers – Assassinas em Série


Falar do layout dos livros da Darkside é chover no molhado. Todos nós já sabemos do esmero com que a editora trata dos seus “bebês”. Prova disso é “Lady Killers – Assassinas em Série”, seu mais recente lançamento. Capa dura com detalhes em rosa, branco e preto; páginas com lombadas laterais e centrais em preto; trechos importantes do texto grifados em rosa, como se a autora Tori Telfer estivesse com uma caneta de ponta porosa nas mãos destacando as partes do enredo que ela julgasse fundamentais; ilustrações com detalhes artesanais e mais isso e aquilo que dão a obra um ar todo vintage. Um autêntico e imperdível lançamento de colecionador. Definitivamente, amei!
Mas chega. Não vou perder tempo escrevendo sobre algo que o leitor já tem certeza que irá encontrar nos lançamentos da caveirinha. Quero abordar o conteúdo de “Lady Killers – Assassinas em Série”. E o conteúdo, também segue as mesmas diretrizes do visual do livro, ou seja, perfeito.
Telfer caprichou. Acredito que ela gastou muito tempo em suas pesquisas para montar o seu enredo. Escrever sobre assassinas em série, de um modo geral, já é difícil devido a falta de material  sobre o assunto, o que não acontece quando tema diz respeito à assassinos. Por algum motivo, o material sobre homens que matam em série é muito mais amplo do que aqueles que se referem sobre o mesmo tema, mas tendo o sexo oposto sob os holofotes.

05 março 2019

Ansioso demais para adquirir “A Herança”, sequência de “Tempo de Matar”


Antes de escrever sobre o assunto proposto, posso dar uma divagada? É... viajar um pouquinho; introduzir no post algo que não tenha nada a ver com aquilo que, necessariamente, vou abordar. Às vezes, gosto de fazer isso. É como se estivesse dividindo com vocês alguns segredos ou determinadas situações que estou vivendo. Prometo que serei breve.
Enquanto escrevo esse post estou ouvindo o trio elétrico local que anima o carnaval de rua em minha cidade. Que trio animado! Eles só tocam e cantam marchinhas antigas; e muito bem! Com um pequeno detalhe: o vocalista do grupo é gago. Calma, calma aí galera. Quando ele está cantando é perfeito, tanto é, que o público não percebe nenhum sinal de gagueira, por menor que seja. E o cara dá um verdadeiro show no palco.
Bem... o problema é quando ele tem que interagir com a multidão de foliões, como por exemplo, falar alguma coisa, brincar com o povo, chamar algum convidado ou autoridades municipais no palco. Nestas horas, o ‘galo canta’, quero dizer, o ‘galo mia’. Então, a estratégia dos organizadores é deixar sempre alguém por perto do vocalista para fazer essa interação.

02 março 2019

A Viúva Silenciosa


Sabe aquela história do cachorro que foi picado por uma cobra e depois começou a ter medo de linguiça? Pois é, fiquei com esse mesmo trauma depois que li “A Senhora do Jogo” de Tilly Bagshawe, autora escolhida pelos familiares de Sidney Sheldon para dar prosseguimento ao legado de romances do famoso escritor.
Ao pegar nas mãos “A Viúva Silenciosa”, novo livro de Bagshawe, juro que estava tremendo de medo; medo de ter jogado no lixo quase R$ 55,00 paus, na época. E somente quem é um autêntico devorador de livros sabe o quanto dói na alma parar uma leitura no início ou no meio por causa de um enredo sofrível somado a personagens insossos.
E “A Senhora do Jogo” – sequência do clássico “OReverso da Medalha” – foi um duro golpe para mim; tão duro que jurei nunca mais ler um livro da autora, mas ‘entonce’ acabei sendo vencido pela curiosidade quando vi nas livrarias virtuais a sinopse de “A Viúva Silenciosa”. Além do mais, os comentários de alguns amigos e amigas blogueiras eram favoráveis à obra. É claro que haviam as opiniões desanimadoras, achando o livro uma perda de tempo e outras até mesmo taxando-o como um plágio descarado de “A Outra Face”, primeiro livro escrito por Sheldon em 1970. Ok, optei por dar crédito as críticas positivas. E assim, acabei fechando a compra do exemplar. Surpreendentemente gostei.

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