10 novembro 2018

Cinco filmes baseados em livros de Nicholas Sparks que irão lhe fazer chorar


Quem nunca chorou ao ler um livro de Nicholas Sparks? Acredito que mesmo que a história tenha sido meia-boca, pelo menos uma ou duas lágrimas insistiram em rolar de seus olhos. Sparks é sempre Sparks. Se ele está inspirado, você cai no choro; se está nos seus maus dias, você chora do mesmo jeito. Costumo dizer que o autor é o “Rei dos Dramalhões” com muito mais poder de fogo do que as novelas mexicanas que são recheadas de amores trágicos e mal resolvidos.
Se os livros de Sparks são barra pesada, imagine, então, os filmes baseados nessas obras! Digo isso, porque a maioria dos diretores e roteiristas gostam de dar uma exagerada no enredo original para transformar as salas exibidoras em verdadeiros vales de lágrimas.

06 novembro 2018

Os melhores contos de H.P. Lovecraft


O meu erro foi querer ler numa tacada só as mais de 740 páginas de “Os Melhores Contos de H.P. Lovecraft. Por isso, aconselho que você jamais faça isto. Por que? Simples. Lovecraft é um autor inteiramente e visceralmente descritivo; diálogos, com certeza, não fazem parte do seu menu. Resultado: você vai ter pela frente um livro com 741 páginas todo descritivo e praticamente sem nenhuma interação direta entre os personagens, ou seja, sem aquele bate papo gostoso entre mocinhos, heróis e vilões, recheado de travessões ou aspas. Para não ser tão pessimista, talvez nos 19 contos do livro você consiga pescar dois ou três diálogos e só.
Há algum tempo, li “Sobre a escrita” de Stephen King, onde o mestre do terror - um dos maiores admiradores do trabalho de Lovecraft -  dizia que elaborar diálogos não era a praia do criador dos “Mitos de Cthulhu”.
Vejam bem, não estou afirmando que pela falta de diálogos a obra seja ruim; longe dessa injúria. O que estou querendo dizer é que dedicar-se, exclusivamente, à leitura desse calhamaço de 741 páginas vai te esgotar e muito. No meu caso, quando cheguei perto do final do livro já estava caçando, desesperadamente, algum diálogo como se procura água no deserto e por isso, a leitura começou a travar, simplesmente, não fluía mais.

03 novembro 2018

Seis livros infantis recomendados para falar sobre a morte com as crianças


Há alguns anos aconteceu algo curioso com um amigo. Um fato, envolvendo uma criança, que eu achei atípico. Confesso que naquele momento não concordei com a maneira como esse meu amigo tentou resolver o problema. Já antecipo que esta situação em que participei passivamente foi a inspiração para escrever o post que você está lendo agora.
A filha pequena do Humberto (nome fictício) – hoje já adolescente -  havia acabado de perder a sua avó por quem tinha uma verdadeira paixão. Quando a avó morreu, a menina ficou muito triste e queria saber o que tinha acontecido. Na tentativa de tornar menor o sofrimento da filha, seu pai disse que a vovó foi fazer uma longa viagem. Ainda me lembro que após algum tempo, a filha do Humberto sempre cobrava o retorno de sua querida avó. Resultado: quando soube, por outras bocas que ela jamais iria ver a velhinha novamente, a situação complicou-se. Resumindo: foi necessário até mesmo ajuda psicológica.

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