13 novembro 2017
O Labirinto dos Espíritos (4º volume da saga O Cemitério dos Livros Esquecidos)
Cara... Tô emocionado. O final de “O Labirinto dos
Espíritos” é definitivamente fodástico. Daqueles finais que encerram o ciclo de
uma geração de personagens com chave de ouro. Personagens que estiveram
presentes na vida de muitos leitores que durante anos fizeram da saga “O
Cemitério dos Livros Esquecidos” os seus livros preferidos de cabeceira. Não
cheguei a chorar, mas fiquei melancólico e muito triste ao saber que nunca mais
iria poder desfrutar de novas aventuras envolvendo Daniel Sempere, Fermin e Bia.
Antes que alguém me
acuse de estar implodindo o post com spoillers maquiavélicos, quero esclarecer
que ao me referir a um encerramento de ciclo não quis dizer que esses três
personagens fantásticos morreram. Nada disso. Um ciclo pode ser encerrado de
várias maneiras, sem que a morte faça parte dele. Só mesmo lendo o livro para
entender o que estou dizendo.
Mas antes do leitor ficar emocionado com as
páginas finais, Carlos Ruiz Zafón preparou muitas surpresas e reviravoltas
neste ultimo volume da saga. Zafón segue
o seu famoso estilo de ‘ludibriar’ – no bom sentido – o leitor que pensa estar
seguindo o caminho certo, então, de repente... o que ele acreditava ser óbvio,
não é nada daquilo. Zafon é mestre nesse estilo de escrita. Cada segredo
desvendado, a cada reviravolta, ganhava uma exclamação: “Putz! Mas como!!” Meo!
Com isso, foram muitas derrubadas de queixo ao longo das quase 800 páginas.
Olha, juro que nunca vi
um, escritor fazer tantas inversões de enredo e com tanta maestria quanto
Zafón.
A trama principal de “O
Labirinto dos Espíritos” trata do desaparecimento misterioso do ministro
Maurício Valls, o vilão de “O Prisioneiro do Céu”, acusado de envenenar
Isabella, a mãe de Daniel, além de submeter os prisioneiros do Castelo de
Montjuic - onde era diretor, antes de se tornar ministro - a torturas
terríveis, das quais muitos não conseguiam sobreviver.
Uma das personagens
principais da história é Alícia Gris, uma alma nascida das sombras da guerra,
que lhe tirou os pais e lhe deu em troca uma vida de dor crônica provocada pelo
ferimento de uma explosão de bomba durante um bombardeio em Barcelona.
Investigadora talentosa, é a ela que a polícia recorre quando Valls desaparece;
um mistério que os meios oficiais falharam em solucionar.
Enquanto isso, Daniel
Sempere não consegue escapar dos enigmas envolvendo a morte de sua mãe,
Isabella. O desejo de vingança se torna uma sombra que o espreita dia e noite,
enquanto mergulha em investigações inúteis sobre seu maior suspeito – o agora
desaparecido ministro Valls.
Os fios dessa trama aos
poucos unem os destinos de Daniel e Alicia, conduzindo-os de volta ao passado,
às celas frias de Montjuic e através desses flashbacks, passamos a conhecer
tudo o que aconteceu com David Martin enquanto esteve preso; a explicação para
a sua fuga misteriosa da prisão; os últimos dias da vida de Isabella, com seus
arrependimentos e confissões; além de uma intriga pérfida e asquerosa de Valls
– enquanto diretor da prisão – que culminou com a execução de muitos
prisioneiros com o objetivo de colocar em prática um plano terrível que é
revelado bem antes do final do livro.
Enfim, a obra une todos
os fios soltos dos livros anteriores, além de desenterrar os últimos segredos
da família Sempere.
Se preparem para as
reviravoltas na trama envolvendo os fatos relacionados a prisão de Maurício
Valls, além da revelação de um segredo bombástico ligado a David Martin e a
família Sempere.
Ah! Antes que me
esqueça. Com certeza, os fãs da saga irão ganhar o dia com o retorno de um
personagem muito, mas muito querido e andava sumido ultimamente. Quando percebi
que ele voltaria. Uhauuuuu! Quase tive um treco. É emocionante vê-lo interagir
com Julián Sempere, filho de Daniel e Bia.
No mais, boa leitura à
todos!
09 novembro 2017
O Prisioneiro do Céu (3º volume da saga O Cemitério dos Livros Esquecidos)
Já escrevi em posts anteriores que considero David
Martín o personagem mais instigante da saga “O Cemitério dos Livros
Esquecidos”; e após ter lido “O Prisioneiro do Céu”, esta opinião ganhou ainda
mais força.
O atormentado escritor que vende barato o seu
talento, além de fazer um estranho acordo com um ser misterioso onde concorda
vender a sua alma em troca de saúde, sucesso e dinheiro, é o meu preferido dos
três livros da saga – “A Sombra do Vento”, “O Jogo do Anjo” e “O Prisioneiro do
Céu - que li até o momento. Creio que Carlos Ruiz Zafón estava inspirado quando
decidiu compor esse personagem.
Se em “O Jogo do Anjo”, Martín provocava no leitor sentimentos
ambíguos que vão do respeito ao desprezo , agora, em “O Prisioneiro do Céu”,
aprendemos a admirá-lo, pois passamos a entender melhor a sua relação com
Isabella Sempere, a mãe de Daniel, o protagonista da saga. Na realidade, Martín
chegou a doar a sua própria vida para proteger toda a família Sempere –
Isabelle e o seu marido Sr. Sempere, além de Daniel, filho do casal. Ficamos
sabendo, por exemplo, que Martín no período em que esteve preso sob os olhares
atentos do vilão Mauricio Valls - diretor do Castelo Montjuic, para onde, em
1938, durante a Guerra Civil, iam os presos de todas as classes sociais para
serem executados ou então esquecidos em calabouços fétidos e impregnados de
peste - concordou em atender as terríveis exigências de Valls com a promessa de
que o seu algoz não iria criar um ardil para prender a família Sempere.
Grande parte da história de “O Prisioneiro do Céu”
se passa atrás das paredes de Montjuic onde acontece um encontro emblemático
entre David Martin e ninguém menos do que Fermín Romero de Torres, amigo inseparável
de Daniel. C-a-r-a! Juro que não acreditei quando estas duas lendas da saga de
Zafón se encontram. Mêo! Só mesmo quem está familiarizado com a saga para
entender a dimensão desse encontro, dessa interação. Os diálogos entre os dois
personagens são verdadeira pérolas: ora tensos, ora engraçados.
O relacionamento entre Fermin e Sebastian Salgado,
outro preso de Montjuic também merece destaque. Apesar da situação de penúria
em que vive Salgado, é de seu personagem que vem as ‘tiradas’ mais engraçadas. O
sujeito engole qualquer tipo de sofrimento ou tortura para não revelar onde
esconde a chave de um cofre que guarda uma fortuna incomensurável em algum lugar secreto fora da prisão. Quando
Fermin descobre onde Salgado guarda a chave. Dei altas risadas. Melhor,
gargalhadas. Imagine só jeito de Fermin ao descobrir o precioso segredo.
Impagável.
“O Prisioneiro do Céu” amarra alguns pontos que
haviam ficados soltos em “A Sombra do Vento” e “O Jogo do Anjo” – os restantes,
acredito que serão ‘amarrados’ em “O Labirinto dos Espíritos”, livro que fecha
a trilogia. O leitor fica conhecendo mais detalhes sobre a morte de Isabella; parte
das raízes de Fermín e os motivos que o levou a se transformar num morador de
rua. Entre outras revelações, também está o verdadeiro motivo daquele primeiro
encontro entre Fermín e Daniel na Plaza Real, após o filho de Sempere ter sido
expulso a pontapés da mansão de Dom Gustavo pelo amante de Clara Barceló. Todas
essas linhas soltas são costuradas neste terceiro livro.
A história começa pouco antes do Natal, na Barcelona
de 1957, um ano depois do casamento de Daniel Sempere e Bea. Eles agora tem um
filho, Julián, e vivem com o pai de Daniel em um apartamento em cima da
livraria Sempere e Filhos. Fermin ainda trabalha na Livraria Sempere e Filhos e
está ocupado com os preparativos para seu casamento com Bernarda no ano-novo.
No entanto, ele guarda um segredo que o vem deixando muito triste, o qual ele
acaba revelando para Daniel no decorrer da história.
O enredo de “O Prisioneiro do Céu”, em grande parte,
se resume à esse segredo de Fermín que ele vai desvendando aos poucos para
Daniel, dando a oportunidade de seu amigo conhecer a história de sua mãe,
Isabelle; do escritor David Martin, do vilão Maurício Valls e também do próprio
Fermín.
O livro tem um final aberto e que certamente
prosseguirá com “O Labirinto dos Espíritos.
Fui.
05 novembro 2017
Os 10 livros de ficção mais vendidos em outubro de 2017
E aí galera, tudo bem? No post de hoje vamos
conferir os livros mais vendidos no mês de outubro. Pois é, já começamos subir
os degraus da escadaria de novembro, mas nem por isso somos obrigados a
esquecer o mês passado que, pelo menos para nós leitores, foi muito positivo.
O objetivo dessa postagem é servir de referencia
para todos os ‘internautas-leitores’- que acompanham o nosso blog – no momento
de comprar as suas cotas mensais ou bimestrais de livros. E vamos a elas!
Ah! Antes que me esqueça procurei utilizar o site da
revista Veja que semanalmente publica o seu toplist com os livros mais
vendidos. Como tenho o hábito de arquivar esse ‘paradão lietrário’ todas as
semanas, foi fácil fazer uma média das 10 obras mais vendidas em outubro. Quero
frisar que a maioria das sinopses foi fornecida pelas editoras.
01º
Lugar: Origem (Dan Brown)
Editora:
Arqueiro
Sinopse:
De Onde Viemos? Para Onde Vamos? Robert Langdon, o famoso professor de
Simbologia de Harvard, chega ao ultramoderno Museu Guggenheim de Bilbao para
assistir a uma apresentação sobre uma grande descoberta que promete “mudar para
sempre o papel da ciência”. O anfitrião da noite é o futurólogo bilionário
Edmond Kirsch, de 40 anos, que se tornou conhecido mundialmente por suas
previsões audaciosas e invenções de alta tecnologia. Um dos primeiros alunos de
Langdon em Harvard, há 20 anos, agora ele está prestes a revelar uma incrível
revolução no conhecimento… algo que vai responder a duas perguntas fundamentais
da existência humana. Os convidados ficam hipnotizados pela apresentação, mas
Langdon logo percebe que ela será muito mais controversa do que poderia
imaginar. De repente, a noite meticulosamente orquestrada se transforma em um
caos, e a preciosa descoberta de Kirsch corre o risco de ser perdida para sempre.
Diante de uma ameaça iminente, Langdon tenta uma fuga desesperada de Bilbao ao
lado de Ambra Vidal, a elegante diretora do museu que trabalhou na montagem do
evento. Juntos seguem para Barcelona à procura de uma senha que ajudará a
desvendar o segredo de Edmond Kirsch. Em meio a fatos históricos ocultos e
extremismo religioso, Robert e Ambra precisam escapar de um inimigo atormentado
cujo poder de saber tudo parece emanar do Palácio Real da Espanha. Alguém que
não hesitará diante de nada para silenciar o futurólogo. Numa jornada marcada
por obras de arte moderna e símbolos enigmáticos, os dois encontram pistas que
vão deixá-los cara a cara com a chocante revelação de Kirsch… e com a verdade
espantosa que ignoramos durante tanto tempo.
02º
Lugar: A Coisa (Stephen King)
Editora:
Suma de Letras
Sinopse:
Durante as férias escolares de 1958, em Derry, pacata cidadezinha do Maine,
Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da
amizade, do amor, da confiança e... do medo. O mais profundo e tenebroso medo.
Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural
e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos
depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a
pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal.
Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a
promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do
enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto,
mas somente eles podem vencer a Coisa. Em 'It - A Coisa', clássico de Stephen
King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique
ultrapassar os próprios limites.
03º
Lugar: Os outros jeitos de usar a boca
(Rupi Kaur)
Editora:
Planeta
Sinopse:
“Outros
jeitos de usar a boca” é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a
experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é
dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente.
Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de
usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da
vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente
de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer
canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste
volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos
Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.
04º
Lugar: O Homem mais inteligente da
história (Augusto Cury)
Editora:
Sextante
Sinopse:
“O homem mais inteligente da história” é fruto de 15 anos de estudos e
pesquisas. Considerado por Augusto Cury a obra mais importante de sua carreira,
este é o primeiro volume de uma nova coleção lançada pelo escritor. Psicólogo e
pesquisador, Dr. Marco Polo desenvolveu uma teoria inédita sobre o funcionamento
da mente e a gestão da emoção. Após sofrer uma terrível perda pessoal, ele vai
a Jerusalém participar de um ciclo de conferências na ONU e é confrontado com
uma pergunta surpreendente: Jesus sabia gerenciar a própria mente? Ateu
convicto, Marco Polo responde que ciência e religião não se misturam. No
entanto, instigado pelo tema, decide analisar a inteligência de Cristo à luz
das ciências humanas. Ele esperava encontrar um homem simplório, com poucos
recursos emocionais. Mas ao mergulhar na inquietante biografia de Jesus
presente no Livro de Lucas, suas crenças vão sendo pouco a pouco colocadas em
xeque. Para empreender essa incrível jornada, Marco Polo vai contar com uma
mesa-redonda composta por dois brilhantes teólogos, um renomado neurocirurgião
e sua assistente, a psiquiatra Sofia. Juntos, eles irão decifrar os sentidos
ocultos em um dos textos mais famosos do Novo Testamento. Os debates são
transmitidos via internet e cativam espectadores em todo o mundo – mas nem
todos estão preparados para ver Jesus sob uma ótica tão revolucionária. Agora
os intelectuais terão que lidar com seus próprios fantasmas emocionais e
encarar perigos que jamais imaginaram enfrentar.
05º
Lugar: Coluna de fogo (Ken Follet)
Editora:
Arqueiro
Sinopse:
“Coluna de Fogo”, do britânico Ken Follett retoma a série que o fez famoso,
iniciada com “Pilares da Terra” e seguida por “Mundo Sem Fim”. O
enredo se passa em 1558 durante a coroação da Rainha Elizabeth, no momento em que a Europa está
contra a Inglaterra e o extremismo religioso cresce de maneira assustadora. O
livro é uma história de amor mesclada com muitos fatos históricos.
Enquanto católicos e protestantes lutam pelo poder,
a única coisa que Ned Willard deseja é se casar com Margery Fitzgerald. No
entanto, quando os dois se veem em lados opostos do conflito, Ned escolhe
servir à princesa Elizabeth da Inglaterra. Assim que Elizabeth ascende ao
trono, a Europa inteira se volta contra a Inglaterra e se multiplicam complôs
de assassinato, planos de rebelião e tentativas de invasão. Astuta e decidida,
a jovem soberana monta o primeiro serviço secreto do país, para descobrir as ameaças
com a maior antecedência possível. Ao longo das turbulentas décadas seguintes,
o amor de Ned e Margery não arrefece, mas parece cada vez mais fadado ao
fracasso. Enquanto isso, o extremismo religioso cresce, gerando uma onda de
violência que se alastra de Edimburgo a Genebra. Protegida por um pequeno e
dedicado grupo de talentosos espiões e corajosos agentes secretos, Elizabeth
tenta se manter no trono e continuar fiel a seus princípios.
06º
Lugar: O livro dos ressignificados (João
Doederlein)
Editora:
Paralela
Sinopse:
Antes aprisionadas na formalidade dos dicionários, palavras como “girassol”,
“Deus”, “sonho”, “tatuagem”, “cafuné” e muitas outras são libertadas por João
Doederlein — que assina com o pseudônimo AKAPoeta — neste seu primeiro livro.
Elas são repensadas a partir das experiências pessoais do autor, de vinte anos,
e de sua geração, mesclando romantismo bem resolvido, paixão, isolamento e um
dia a dia que respira tecnologia e cultura pop. Combinando textos que se
tornaram sucesso nas redes sociais com material inédito, o autor acha novos
significados para os signos do zodíaco, para clichês indispensáveis como
“paixão” e “saudade” e para as atualíssimas “match” e “crush”. Uma história de
amor correspondido entre um jovem e sua musa — a escrita.
07º
Lugar: A dança dos dragões (George R.R.
Martin)
Editora:
Leya
Sinopse:
“A Dança dos Dragões” é o quinto volume da saga “As Crônicas de Gelo e
Fogo” idealizada pelo autor norte-americano, George R.R. Martin. retoma a
história onde “A Tormenta de Espadas” terminou, e corre simultaneamente com os
eventos de “O Festim dos Corvos”. A Guerra dos Cinco Reis parece estar
acabando. No Norte, Rei Stannis Baratheon se instalou na Muralha e pretende
ganhar o apoio dos nortenhos para continuar sua luta para obter o Trono de
Ferro. Na Muralha, Jon Snow foi eleito como o nongentésimo nonagésimo
oitavo Senhor Comandante da Patrulha da Noite, mas possui inimigos na própria
Patrulha, e Para Lá da Muralha. Tyrion Lannister atravessou o Mar Estreito até
Pentos, mas seus futuros objetivos são desconhecidos até mesmo para ele. Na
Baía dos Escravos, Daenerys Targaryen conquistara a cidade de Meereen, e decide
ficar e governar a cidade, aprimorando suas habilidades de liderança, que serão
necessárias quando ela viajar para Westeros. Mas a presença de Daenerys é
conhecida agora por muitos, e das Ilhas de Ferro, Dorne, Vilavelha e das
Cidades Livres, emissários partiram para encontrá-la e usarem sua causa para
seus próprios fins...
08º
Lugar: Depois de você (Jojo Moyes)
Editora:
Intrínseca
Sinopse: “Depois de Você” é a sequência da história
que conta o relacionamento entre Will Traynor e Louisa Clarke em “Como eu era
antes de você”. Nesta continuação, Lou
ainda não superou a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha
como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do
terraço. O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua família, mas
também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com
a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la.
Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.
Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.
09º
Lugar: O conto da aia (Atwood Margaret)
Editora:
Rocco
Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto
da aia, da canadense Atwood, ganhou, no mês de junho, uma nova edição pela
editora Rocco. E nova edição quer dizer novo projeto gráfico com uma capa
espetacular. Não li o livro, mas tive oportunidade de sentir a sua textura nas
mãos. Neste ponto, fantástico! A obra
inspirou a série homônima produzida pelo
canal de streaming Hulu. O enredo de Atwood é ambientado num Estado teocrático
e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão,
tornando-se propriedade do governo.
Neste futuro distópico, não existem mais jornais,
revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há
advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados
criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para
servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer
esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar
qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado totalitário, as mulheres tem
apenas a função de procriar. Elas são transformadas em aias e entregues a algum
homem casado do alto escalão do exército, sendo obrigadas a fazer sexo com eles
até engravidar. Depois de dar à luz, elas amamentam a criança por alguns meses,
sendo o bebê propriedade do casal que as escravizou, e então são entregues a
outro homem, agora com outro nome – Offred significa “of Fred” (“de Fred”) ou
“pertencente ao homem chamado Fred”. Assim, ao longo da vida, uma aia pode ter
vários donos e, portanto, vários nomes: Ofglen, Ofcharles, Ofwayne...
10º
Lugar: A irmã da pérola (Lucinda Riley)
Editora:
Arqueiro
Sinopse: “A irmã da pérola”, da escritora holandesa Lucinda Riley, é o quarto volume da série
As Sete Irmãs, onde duas jovens de séculos diferentes têm seus destinos
cruzados numa história sobre amor, arte e superação.
Ceci D’Aplièse sempre se sentiu um peixe fora d’água. Após a morte do pai adotivo e o distanciamento de sua adorada irmã Estrela, ela de repente se percebe mais sozinha do que nunca. Depois de abandonar a faculdade, decide deixar sua vida sem sentido em Londres e desvendar o mistério por trás de suas origens. As únicas pistas que tem são uma fotografia em preto e branco e o nome de uma das primeiras exploradoras da Austrália, que viveu no país mais de um século antes.
A caminho de Sydney, Ceci faz uma parada no único local em que já se sentiu verdadeiramente em paz consigo mesma: as deslumbrantes praias de Krabi, na Tailândia. Lá, em meio aos mochileiros e aos festejos de fim de ano, conhece o misterioso Ace, um homem tão solitário quanto ela e o primeiro de muitos novos amigos que irão ajudá-la em sua jornada.
Ao chegar às escaldantes planícies australianas, algo dentro de Ceci responde à energia do local. À medida que chega mais perto de descobrir a verdade sobre seus antepassados, ela começa a perceber que afinal talvez seja possível encontrar nesse continente desconhecido aquilo que sempre procurou sem sucesso: a sensação de pertencer a algum lugar.
Ceci D’Aplièse sempre se sentiu um peixe fora d’água. Após a morte do pai adotivo e o distanciamento de sua adorada irmã Estrela, ela de repente se percebe mais sozinha do que nunca. Depois de abandonar a faculdade, decide deixar sua vida sem sentido em Londres e desvendar o mistério por trás de suas origens. As únicas pistas que tem são uma fotografia em preto e branco e o nome de uma das primeiras exploradoras da Austrália, que viveu no país mais de um século antes.
A caminho de Sydney, Ceci faz uma parada no único local em que já se sentiu verdadeiramente em paz consigo mesma: as deslumbrantes praias de Krabi, na Tailândia. Lá, em meio aos mochileiros e aos festejos de fim de ano, conhece o misterioso Ace, um homem tão solitário quanto ela e o primeiro de muitos novos amigos que irão ajudá-la em sua jornada.
Ao chegar às escaldantes planícies australianas, algo dentro de Ceci responde à energia do local. À medida que chega mais perto de descobrir a verdade sobre seus antepassados, ela começa a perceber que afinal talvez seja possível encontrar nesse continente desconhecido aquilo que sempre procurou sem sucesso: a sensação de pertencer a algum lugar.
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