05 abril 2014
Serial Killers – Anatomia do Mal
Às vezes, à noite, fico pensando com os botões do meu pijama que
as peripécias do Kid Tourão daria um livro ou, por menos, um blog só delas. A
aventuras desse velhinho tão especial não ficam devendo nada para as histórias
fantásticas de um tal Barão chamado de Munchhausen. No início da noite de
ontem, quando estava sentado na frente do computador para começar a redigir esse post, eis que ouço
aquela voz inconfundível do Tourão com o
seu timbre meio rouco: - “Filho, vou andar um pouquinho na calçada. Vou ver se
o meu ‘quartinho’ não está doendo muito”. Explicando: quando ele diz quartinho
está se referindo ao fêmur da perna direita. Vale lembrar que, há alguns meses,
ele caiu e só agora está começando a se locomover sem cadeiras de rodas. Alias,
às vezes penso que para o Tourão, as anatomias humanas e animais são
praticamente semelhantes. Há poucos anos quando ele sofreu uma pequena lesão no
cóccix e reclamou: - “Êta tombo danado! Acho que machuquei o meu coranchinho!”
E assim vai... mas voltando. Preocupado com uma possível nova queda resolvi
acompanhá-lo na calçada, ao invés de escrever o meu texto.
Só para esclarecer a galera que o Tourão, agora no auge das
suas nove décadas de vida, também tem Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica,
resultado dos cigarros, charutos, cachimbos e talvez até mesmo ‘paieiros’
fumados ao longo desses anos. Por isso, geralmente no final dos exercícios e
caminhadas ‘bate’ aquele cansaço no
velhinho. E foi ‘entonce’ que aconteceu a comédia que eu não poderia deixar de
contar.
Lá vai o Kid Tourão com a sua manjada bengalinha caminhando
na calçada de casa, quando ao ‘enfrentar’ um aclive acentuado encontra-se uma moça muito bonita que ao ver um velhinho
de cabelos brancos, um pouco curvadinho, de bengala, andando devagarzinho e com
um semblante de tranqüilidade, não resiste e pára dizendo: “ – Oi vovôoooo
sabia que o senhor é muito fôfo!! Quer que eu lhe ajude a subir?” Cara,
acontece que nesse exato momento, o sistema respiratório do Tourão já estava na
‘repimbeta da parafuseta’, resumindo: os seus pulmões estavam desesperadamente buscando
ar na reserva que já não existia. E assim, ao concluir a sua proposta
benemérita, a linda jovem ouviu aquela voz rouca e muito cansada dizendo: -
“Assim o veio não agüenta!!”. Explicando: sempre quando o velho Touro fica com
falta de ar, por causa de algum exercício mais forçado, ele solta essa frase
que se tornou algo corriqueiro em casa. Portanto, a polêmica exclamação: “Assim o véio não agüenta” não se referia a
moça, mas sim a situação baqueada dos seus pulmões. E para complicar ainda mais
o ‘causo’, após ter dito essa pérola, o Tourão ainda soltou um fungado
excruciantemente sofrido: Brrrrrrrrrrrruuuuuuuuuuuuu!!!! Explicando, pela segunda
vez: sempre que ele sente falta de ar, o
fungado chega rasgando. É dito e feito. E apesar de se parecer com algo,
digamos meio... meio... sabem né? Não tem nada a ver, o fungado do Touro é um
meio dos seus pulmões se revitalizarem e buscar a quantidade satisfatória de ar
para desempenhar as suas funções.
Caraaaaaaaaa!!! Imagine só essa cena! Ahahahahaha!! Estou
escrevendo esse texto às gargalhadas! “- Assim o veio não agüenta!!!” e na sequência o fungadaço Brrrrrrrrrrrruuuuuuuuuuuuu!!!!.
Ahahahahaha!! Depois que expliquei para a ‘linda mulher’ os motivos verdadeiros
das atitudes do Tourão, ela ficou ainda mais ‘apaixonada’ por ele, mas quem é
que não se apaixona por esse velhinho que só vive aprontando, apesar dos seus
problemas de saúde.
Uiaaa!! Viajei nas aventuras do Tourão e acabei deixando a
análise do livro “Serial Killers – Anatomia do Mal” escanteado. Com certeza, se
o velhinho teimoso não decidisse ter dao aquela voltinha na calçada, esse post
ficaria bem mais curto, mas... paciência.
![]() |
| Cuidado com a subida Tourão!! |
Olha, vou ser breve no comentário sobre o livro de Harold
Schechter; não por culpa das peripécias de ‘Sir Touro’ - como costuma dizer
Luna, uma das seguidoras do blog – mas porque não tenho muito o que falar
escrever. Pêra aí meu!! Ocê ta querendo dizer que o livro é uma bomba?! Não, nada disso, pelo contrário. O livro é
muito bom, fantasticamente fantástico, mas para as pessoas certas.
Definitivamente não aconselho a leitura aos mais sensíveis e também para
aqueles que não tem estômago para acompanhar notícias de assassinatos com
requintes de crueldades na mídia impressa e falada. Se você se enquadra nessas
categorias, só posso lhe dizer: E-S-Q-U-E-Ç-A.
Outro detalhe importante é que existem obras tão densas, tão
carregadas de informações down que é praticamente impossível relê-las ou
rememorá-las. “Serial Killers – Anatomia do Mal” é uma delas, à exemplo de “Hitler”,
outro livro muito bom, mas que ‘não vale’ uma segunda leitura.
O subtítulo do livro de Schechter já explica a sua essência: “Entre
na mente dos psicopatas”. E é, extamente, isso mesmo que os seus nove capítulos
fazem. O leitor acaba mergulhando fundo na mente de predadores assassinos que
ficaram famosos ao longo da história por causa das atrocidades cometidas. O
autor não esconde absolutamente nada, revelando detalhes macabros de crimes
horrendos e o que poderia ter levado esses serial killers a cometerem tais monstruosidades.
O livro faz um estudo minucioso da mente dos serial killers,
desde a sua infância até a fase adulta, apontando as possíveis causas que
poderiam ter levado uma criança normal a se transformar num assassino cruel,
sanguinário e sem remorsos.
Schechter que é professor de literatura e cultura americana
no Queens College, na Universidade da Cidade de Nova York, renomado por suas
obras sobre crimes verídicos, aponta os principais sinais que indicam que uma
criança possa vir se tornar um serial killer no futuro. Cara! Impressionante
esse capítulo! Ele explica ainda a diferença das categorias de assassinatos: em
“série”, “em massa” e “relâmpago”. As nuances entre psicótico e psicopata.
No capítulo “Quem São Eles’, Schechter fala sobre os
psicopatas jovens e velhos, negros e brancos, hetero e homossexuais, os casais
e famílias de serial killers. Há ainda um capítulo sobre os assassinos canibais
que costumam guardar na geladeira pedaços de suas vítimas para serem devorados
como iguarias no almoço ou jantar. Arghhhhhhhhhhhhhhhhh!!!! Mas, sem dúvida,
alguma, o mais chocante no livro é a descrição em detalhes do modus operandi dos
criminosso psicopatas. Mêu!! O autor não poupa nada!!! Faz um relatório
completo de como o serial killer age: antes-durante e depois.
No capítulo quatro, na minha opinião, o mais pesado de todos,
ele escreve sobre perversões, sadismo, dominação, fetichismo, travestismo,
vampirismo, canibalismo, necrofilia e chega né... Há também a “Galeria do Mal”,
onde Schechter indica os dez piores serial killers de todos os tempos, entre eles:
Ed Gein, John Wayne Gacy, Jeffrey Dahmer, Albert Fish, entre outros.
Para os interessados nos lendários psicopatas: “Jack, o
Estripador” e o “Assassino do Zodíaco”, há detalhes preciosos na obra.
Todas as informações contidas em “Serial Killers – Anatomia do
Mal” foram baseadas em relatórios de famosos profilers do FBI que fundaram o
departamento que ficou conhecido como “Caçadores de Mente”, especializado na
criação e descrição de perfis de criminosos em série americanos. Por isso,
enganam-se aqueles que pensam que a obra não passa de um ‘livrinho espreme
sangue’. Nada disso. Como já escrevi, trata-se de um livraço, mas denso ao
limite e que não dá pra ser lido numa tacada só.
Boa leitura... se puderem (rs).
OBS: Aqui, vale um adendo, parabéns à editora DarSide: Tanto pela
capa, quanto pelas ilustrações da obra. Que produção caprichada!!
31 março 2014
Confissões de um blogueiro que decidiu escrever sobre livros e também sobre ele
Num dia desses estava dando uma olhadinha nos posts
antigos do blog e acabei parando no primeiro texto escrito. Que sensação... a
linguagem era mais burocrática; tinha receio de escrever errado, fazia mil
revisões antes de publicá-lo e depois ainda ficava pensando que haviam falhas
grotescas. Mas, então, o medo foi desaparecendo e hoje simplesmente escrevo o
que estou pensando, colocando no editor de textos as minhas experiências de
vida, ou seja, o que vivi naquele exato momento, compartilhando o que sinto com
vocês; dividindo o meu dia a dia com a galera, sem medo de errar e sem
preocupações com concordâncias gramaticais perfeitas, acentos, pronomes e isso
e mais aquilo. Se 'sair' alguma cosita
errada, paciência. O importante é que perdi o medo de blogar e hoje escrevo
como se estivesse conversando com os meus seguidores. E me sinto bem agindo
dessa maneira, porque todos aqueles acompanham o blog ou a Fan Page do ‘Livros
e Opinião’ são importantíssimos para a evolução do meu trabalho como blogueiro
ainda de primeira viagem. Parece engraçado, mas cada vez que escrevo um post é
como se eu estivesse vendo vocês, ali no Tetê-a-Tête, trocando idéias de uma
maneira informal sem regras posturais. Cara, e como é gostoso! Como me sinto
bem! Posso chegar arrebentadaço do meu
serviço e com a cabeça quente por causa de uma bronca do meu editor de Rede ou
então por causa de uma reportagem que não deu certo ou ainda por uma pisada na
bola do sujeito que tinha combinado uma entrevista que seria um verdadeiro furo
jornalístico, mas na última hora ‘mijou fora do penico’ e ainda se borrou todo
de medo; não importa nada disso, porque sei que ao chegar em casa, geralmente
altas horas da noite, vou ter um encontro com cada um dos meus seguidores na Fan
Page e também do blog. Estou ciente que por esse motivo, quase sempre acabo
fugindo do tema proposto pelo blog que é o de ‘falar’ sobre livros; e assim lá
vai eu com aquele ‘lenga-lenga’ sobre algum fato engraçado ou triste que rolou
em minha vida; mas a ânsia de querer dividir as minhas alegrias, conquistas,
tristezas e derrotas com vocês é tão grande que acabo me empolgando e quando
vejo, lá estou falando de mim misturado com os livros.
Pois é galera, foi por isso, que estranhei os meus
primeiros posts, bem burocráticos. –“Cara, não fui eu que escrevi isso aí!”,
exclamei anteontem, mas então, entendi que com o passar do tempo, esse processo
de confiança foi aumentando e assim, aquele texto certinho e como já disse
burocrático foi sendo substituído por algo mais coloquial. Dessa maneira, fui
acrescentando às críticas literárias, as peripécias do Kid Tourão e a paixão
por Lulu, a quem chamo carinhosamente de ‘Lulu my love’. Quem acompanha o blog,
sabe que eles apareceram em vários posts, acabando por se fundir aos
personagens dos livros que aparecem nesse blog.
Sei que às vezes uso esse espaço para desabafar
sobre algo que aconteceu comigo, mas me desculpem – pelo menos, para aqueles
que se sentem incomodados com essas explosões – mas é que... sabem né... se eu
não me sentisse à vontade com vocês, com certeza não faria isso.
- “Pô! Pára meu! Esse cara é muito demagogo, como
ele vai conhecer todos os seissentos e poucos e duzentos e poucos que seguem a
sua Fan Page e o blog, respectivamente. Podem ter certeza de que conheço. Faço
questão de conhecer cada um que acompanha o meu trabalho, por isso, ‘volta e
meia’ lá estou eu – geralmente, nos finais de semana – visitando os perfis dos
seguidores do Livros e Opinião.
Taí galera, acho que já falei escrevi demais
sobre um assunto que não tem nada a ver com livros. Sendo assim, é melhor
encerrar o post por aqui. Lóguinho volto escrevendo sobre obras literárias, mas
não garanto que escreverei só sobre obras literárias (rs).
Inté!
30 março 2014
O Machão
Cara, que coisa estranha. De uma hora para outra me deu
uma vontade incrível de escrever sobre Harold Robbins, mais especificamente
sobre um livro que li em minha infância e que me fez – literalmente – grudar em
suas páginas. Escrevo ‘coisa estranha’, mas acho que está mais para ‘força
estranha’, já que nunca senti isso. Tudo culpa daquele livro. Como ele se
chamava mesmo??... Só me lembrava das páginas iniciais e muito mal: um cara ‘podre
de rico’ que viajava num avião e que deixava as mulheres loucas, perdidamente
apaixonadas por ele. O sujeito tinha até ‘umas’ ampolas que ele abria na hora
do ato sexual e que liberavam uma fragrância enlouquecedora, então .... Pára,
para!! Está tudo meio confuso. Vou colocar em ordem os meus neurônios, depois
eu volto.
UM DIA DEPOIS
Passei o dia inteiro tentando lembrar o nome do
livro, pesquisando, lendo, fuçando e isso e mais aquilo, mas consegui: “O
Machão”. Isso mesmo! É esse o nome da obra que me fez sentir aquele insight
esquisito sobre Robbins. A partir daí, as idéias vão ficando mais desanuviadas.
Recordo-me também do armário secreto do meu irmão onde ele guardava os seus
livros de bolso, cartas de namoradas, provas corrigidas, perfumes, etc. Uma
verdadeira ‘sala secreta’ da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts (rs). Como
cabia coisas naquele espaço limitado! O menino aqui tinha o hábito de invadir, sorrateiramente, a sala
secreta para viajar nas páginas das jóias raras que o mano guardava por ali. E acredito
que a edição de bolso de “O Machão” tenha sido a primeira obra literária da ‘sala
secreta’ que caiu em minha em minhas mãos. O primeiro livro que li ‘ilegalmente’,
ou seja, escondido de alguém. Ficava imaginando o meu irmão chegando de repente
e me pegando no flagra. Galera, eu tinha 15 anos ou menos e naquela época, ler
Harold Robbins era um privilégio exclusivo de alguns adultos por causa do
erotismo pesado arraigado em seus enredos. Então, acho que a somatória de uma
história interessante com uma leitura proibida contribuiu para que “O Machão” e
consequentemente Robbins marcasse precocemente o início da minha vida de
leitor inveterado. E vocês sabem que o nosso cérebro é uma caixa de surpresas.
Ás vezes, uma lembrança importante de nossa infância que estava esquecida há
décadas, de repente, explode trazendo com elas um verdadeiro festival de emoções
e saudosismo. Foi esse conjunto de fatores que me levou a reler “ O Machão” e
escrever um post sobre o livro que comprei pela bagatela de R$ 1,00 num sebo.
Ohohoh!! Podem acreditar: apenas UM REAL!!
Li “O Machão” pela primeira vez em 1976, três anos
após a sua publicação no Brasil. Como disse, tinha 15 anos e naquela época
escrever ou falar de sexo da maneira que Robbins fazia em suas tramas era
considerado uma verdadeira libertinagem, pelo menos para os puritanos.
Fico imaginando a minha saudosa mãe me pegando na
boca da botija com “O Machão” nas mãos.
Uhuii!! Meu! Ia ser uma casca das grossas; com certeza, o livro iria parar no
lixo, quanto ao meu destino... só Deus saberia explicar (rss). Creio que todo
esse clima de suspense gerado pela invasão da “sala secreta de Hogwarts” e o
medo de ser pego no flagra pelo meu irmão e minha mãe tenha contribuído para
que esse livro marcasse tanto a minha pré-adolescência.
Hoje, ao ler “O Machão” pela segunda vez, após 38
anos, percebo que a história ainda tem o dom de ‘fisgar’ os leitores. Robbins
tinha um dom raro e que pouquíssimos escritores (daria para contar nos dedos de
apenas uma das mãos) possuem: ele conseguia criar um clima de suspense que, por
sua vez, ia aumentando a tensão da
história a cada página virada, mesmo que nada de importante acontecesse na
trama. Entendeu? Resumindo, ele era capaz de tirar leite de pedra. Pronto! É
isso aí. E Robbins fez exatamente isso em “O Machão”, criando um suspense e uma
tensão FDP numa história simplória e folhetinesca. E tome sexo! Sexo e mais
sexo! Caraca, haja fôlego pra tanto! A ‘coisa’ acaba se transformando num
círculo vicioso entre os personagens principais; mas enganam-se aqueles leitores
que pensam que por esse motivo, o livro não passa de uma obra pornográfica das
brabas. O clima erótico desenvolvido pelo autor ao longo das páginas, apesar de
pesado jamais chega a ser chulo, grosso e de mau gosto. São descrições
realistas sem nenhuma aura daquelas revistinhas pornôs. Aliás, Robbins foi
especialista nisso, da mesma forma que Nelson Rodrigues e Jorge Amado também foram
em suas obras.
Com certeza aqueles que taxaram os livros do escritor
norte-americano de pornográficos não entenderam a sua obra ou então eram puritanos
aos extremos.
O personagem principal de “O Machão” é Badyr Al Fay
que por um capricho do destino foi encontrado pela rica e poderosa família Al
Fay, abandonado no deserto. Dessa maneira, ele acaba tomando o lugar de um dos
filhos natimorto dos Al Fay. Inconsciente das circunstâncias de seu nascimento
e de sua verdadeira ascendência, Badyr foi criado para aceitar todos os
privilégios e obrigações do filho de um árabe poderoso. Para proteger a fortuna
que ascende a vários milhões de dólares, Badyr percorre todos os continentes em
seu jato particular e conhece novas e lindas mulheres.
Neste livro, Robbins descreve um pouco da guerra no Oriente Médio,
e as religiões Muçulmana e Judaica. O personagem Badyr é descrito como um homem de grande poder e com muito dinheiro,
tendo disponível para si toda a droga que quer e as mulheres mais bonitas que
são capazes de caírem aos seus pés.
Como a sua primeira mulher, Jordana, não lhe deu um
filho homem, ele a largou e se casou, novamente, com uma segunda esposa com
quem teve dois meninos. Mas
atitude de Badyr com a sua primeira esposa, acaba não ficando impune, já
que a sua filha mais velha se junta a um
grupo rebelde e sequestra a madrasta e os dois irmãos para se vingar pela
tristeza da mãe em ter sido deixada pelo pai Badyr.
Por outro lado, quando estava casada com Badyr, Jordana não era a ‘santa do pau oco’, pois à exemplo do ex-marido, também era infiel tendo os seus casos extra-conjugais. Badyr consentia com essa atitude da mulher impondo-lhe uma única condição: a de que ela fosse discreta e jamais se deitasse com um homem judeu. Mas Badyr muda sua atitude quando se vê numa situação dramática correndo o risco de perder sua família.
Por outro lado, quando estava casada com Badyr, Jordana não era a ‘santa do pau oco’, pois à exemplo do ex-marido, também era infiel tendo os seus casos extra-conjugais. Badyr consentia com essa atitude da mulher impondo-lhe uma única condição: a de que ela fosse discreta e jamais se deitasse com um homem judeu. Mas Badyr muda sua atitude quando se vê numa situação dramática correndo o risco de perder sua família.
Enfim, “O Machão” é essa miscelânea de amor, paixão, traição, suspense, ódio e
arrependimento. Tudo regado à muito sexo.
Fiquem à vontade para ler... ou não. Quanto a mim,
li, reli e gostei.
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