22 junho 2013

J.R.R. Tolkien lança livro sobre a saga de Arthur, Guinevere e Lancelot. Obra deve chegar ao Brasil em dezembro



Estou arrebentadaço, moidaço. Sei lá galera, parece que levei uma surra de pau. Tudo bem que estou começando a sair dela agora, mas quando a dona Gripe me abraça é complicado. Além de estar com todas as juntas do corpo doendo ainda tenho de agüentar a tiração de sarro do Touro. Só ele mesmo pra me animar. –“ Não tem vergonha na cara, não?! Ocê tá ‘empestiando’ todo mundo que vê pela frente! Já contaminou a Lulu (Lulu é o meu ‘My Love’ que num belo e recente dia me deu um dos meus maiores sonhos de consumo. Quem acompanha o ‘Livros e Opinião’ no Face sabe de quem estou falando), contaminou os seus irmãos, os seus amigos, nem mesmo o pobre coitado do Abelardo escapou!” Ah! Tá! Abelardo é o nosso velho cão paulistinha vira-lata. E bota velho do velho nisso! O Touro diz que para tossir, o Abelardo tem que se encostar na parede se não cai (rs).
E como não bastassem as dores no corpo, na cabeça e a gozação do velho Tourão, ainda tenho de encontrar meios e atalhos para escapar da proposta indecente desse velhinho alto astral que eu amo e que vive preocupado com a minha saúde. Explico melhor. O Tourão quando pega gripe é fogo. Todos em casa entram em sinal de alerta e montam uma verdadeira operação de guerra. Sabem como é: ele fumou durante 40 anos e como resultado herdou uma doença pulmonar obstrutiva crônica, somado a problemas coronarianos. Como não bastasse, sofreu uma queda que lhe rendeu como castigo ficar de molho numa cadeira de rodas (graças à Deus temporariamente), tudo isso somado a idade. Enquanto, eu e meus familiares ficamos preocupados com todos esses problemas, querendo levá-lo à um pneumologista para fazer uma avaliação do seu ‘estado gripal’, ele solta o seu brado: - “Que médico nada! Manda pra cá a minha ‘cangibrina’! A cangibrina do Tourão, como ele mesmo diz, levanta até defunto moribundo. A tal da cangibrina, nada mais é do que chá de gengibre com limão e própolis. Ah! E tem mais: sem açúcar!! Brrrrrrrrrrrrrrr!!
Cara, prá você ter uma idéia do poder de fogo desse elixir que já batizei de “Cangebra Bull”, há algum tempo fui experimentá-lo e quase apaguei.  Parecia que eu estava entrando em ebulição. Chegou um momento em que não sabia se a minha garganta coçava, ardia ou queimava. Mas na realidade acho mesmo é que ela estava pegando fogo!
E agora, enquanto escrevo esse post, a cada tossida que dou, ouço o Tourão gritando lá da sala: - “Olha a cangibrina! Vou levar uma ‘bicada’ pra você”. Caraca! É mole ou quer mais?!
Escrevi tudo isso aí acima, prá vocês verem como fiquei empolgado com a notícia de que teremos um novo livro do mestre J.R.R. Tolkien. Tão empolgado, mas tão empolgado que nem mesmo as dores no corpo, de cabeça, garganta e febre alta,  me impediram de sentar na frente do meu micro e preparar esse texto. Afinal de contas pessoal, Tolkien escreveu sobre um dos maiores mitos mundiais: “Rei Arthur”.
“The Fall of Arthur” ou “A Queda de Arthur” que foi lançado na Inglaterra no dia 23 de maio e já lidera as listagens dos mais vendidos naquele país, é um poema inacabado do autor de “O Senhor dos Anéis”. Nele, Tolkien reconta em versos as últimas aventuras do Rei Arthur, que estando no limiar da Floresta das Trevas é chamado de volta à Grã-Bretanha pela notícia da traição de Mordred. Já enfraquecido em espírito pela infidelidade de Guinevere com o Lancelot, agora exilado, Arthur deve despertar seus cavaleiros para lutar pela última vez contra os rebeldes de Mordred e mercenários estrangeiros.
Tolkien começou a escrever o poema arturiano em 1930, mas o abandonou depois de quatro anos para iniciar “O Hobbit”. Os manuscritos de “A Queda de Arthur” ficaram esquecidos no fundo da gaveta por quase 20 anos, mas quando concluiu “O Hobitt e toda a trilogia de  “O Senhor dos Anéis”, o autor demonstrou desejo em continuar escrevendo sobre Arthur, mas sabe-se lá porque, não o fez e com isso o poema foi abandonado. O que restou foi  uma coleção de rascunhos, exercícios de métrica, sinopses e notas, que serviram de base para a versão agora lançada.
Esse material foi herdado por Christopher Tolkien, filho do autor e encarregado de editar e publicar os textos inéditos do pai. E se levarmos em conta a capacidade de Christopher que é muito detalhista em todos os negócios relacionados ao pai, com certeza os brasileiros, fãs de J.R.R. Tolkien, terão mais uma belíssima obra de arte.
Agora, se você caro leitor está esperando um contexto ‘tolkiniano’ com um Merlim místico e com poderes mágicos; uma excalibur fincada na pedra, de onde só poderá ser retirada pelo mais nobre dos cavaleiros; uma dama do lago que vem recuperar a espada de Arthur após a sua morte ou uma busca mítica ao santo Graal, pode esquecer. “A Queda de Arthur” não tem nada disso, pelo contrário, é literatura séria e sem aquelas ‘viajadas’.
No livro, Tolkien conta em versos as trágicas consequências do amor adúltero entre Guinevere e Lancelot e as dúvidas e tormentos do cavaleiro em seu castelo na França por ter traído o seu rei e amigo. A obra também aborda a fuga de Guinevere de Camelot, a campanha de Arthur no exterior, a grande batalha no mar da Bretanha e um retrato do traidor Mordred. Em fim, explora os últimos momentos desse mítico.
“A Queda de Arthur” tem 233 páginas, das quais apenas 57 se referem ao poema inacabado. Quanto as outras páginas restantes trazem notas, comentários e textos de Christopher Tolkien que destrincha os versos e aponta paralelos entre “A Queda de Arthur” e a Terra-média.
O livro deverá chegar as livrarias em português já no mês de dezembro, acompanhando o lançamento do segundo filme da adaptação de “O Hobitt”.
Então... esperemos galera!
- “Olha a cangibrina!!”
Adivinhem quem está gritando lá da sala??
Inté!

18 junho 2013

A Morte no Japão (3º Livro da “Trilogia Blofeld”)



Um romance de redenção. A redenção de 007.  É dessa maneira que defino “A Morte no Japão”, 12º livro da série James Bond, escrito por Ian Flmeing e considerado o capítulo final do que ficou popularmente conhecido pelos fãs do agente secreto como a “Trilogia Blofeld”.
A história começa oito meses após o assassinato de Tracy, que ocorreu no final do romance anterior, A Serviço Secreto de Sua Majestade. Após perder a esposa em sua lua de mel, morta por Blofeld, Bond passou a beber  e jogar muito, além de cometer erros infantís, transformando as suas missões em verdadeiros fiascos. Por isso, o agente inglês acaba se transformando numa verdadeira piada no MI6. Olha cara, confesso que é triste presenciar nas páginas essa fase FDP de Bond. Só mesmo quem conheceu, à fundo, nos livros e também nos filmes aquele sujeito auto-confiante, cruel e infalível na arte de matar para ficar chocado e boquiaberto com as primeiras páginas de “A Morte no Japão”.
Nosso estimado Bond está acabadaço, arruinadaço, entregue à baratas. Sei lá, entendam como quiser. Aliás não quero nem lembrar dessa fase.
Na semana passada, eu estava jogando conversa fora com um amigo, enquanto traçávamos uma gostosa loira gelada, então tivemos a idéia de fazer um joguinho meio besta (rs). Vejam só: resolvemos enumerar os 10 momentos mais humilhantes de alguns heróis da literatura e também do cinema. Ao final chegamos a conclusão de que para nós dois – apreciadores intragáveis de loiras geladas, bons livros e filmes – a surra que o “Morcegão”  levou do Bane (no cinema e nos quadrinhos) e que o deixou aleijado, juntamente com a porrada na alma de 007 dada por Blofeld e que o transformou num bêbado imprestável, lideram a lista desses momentos humilhantes vividos pelos heróis da literatura e do cinema.
Bem, voltando ao enredo de “A Morte no Japão”. Antes de meter o pé nas ancas de Bond, mandando a piada do MI6 para o olho da rua, o seu chefe M – em respeito aos bons serviços prestados por 007 no passado – resolve dar-lhe uma última chance: uma missão semi-diplomática, à princípio fácil demais, para que ele recupere aos poucos a sua confiança. M, então, manda o seu pupilo para o Japão com a missão de conseguir alguns códigos secretos com o chefe do serviço secreto japonês, Tigre Tanaka. O que Bond desconhece é que Tanaka já liberou esses códigos  para a Inglaterra, sem nenhum problema. Ao chegar na terra do sol nascente, 007 acaba se tornando um grande amigo de Tanaka que decide fazer uma proposta para Bond: matar o Dr. Guntram Shatterhand que vem dando uma dor de cabeça danada para as autoridades japonesas. 007 descobre, então, que Shatterhand é na realidade Ernst Stavro Blofeld. Pronto! Ao saber disso, o bom, infalível e velho Bond ressurge e sai em uma missão de vingança para eliminar Blofeld e sua esposa, Irma Bunt, os responsáveis pelo assassinato de Tracy.
Achei o ‘plot’ de “A Morte no Japão”  muito louco, no bom sentido, o que deixa evidente a genialidade de Fleming que já tinha idéias  bem ousadas para o seu tempo.
Edição inglesa do livro de Fleming
No enredo, Blofeld descobre, após várias pesquisas, que o Japão é um dos países com a maior taxa de suicídio do mundo. Por isso, ele resolve lucrar com a desgraça alheia, criando em seu castelo um jardim da morte, onde as pessoas decididas a colocar um fim na vida se reunem para concretizar o seu objetivo.
Este jardim da morte é o paraíso para os suicidas que podem escolher o tipo de morte que desejam, com ou sem sofrimento. No jardim de Blofeld tem de tudo, desde sapos e plantas venenosas que ficam camuflados em locais estratégicos para que os futuros suicidas não os percebam, correndo assim, o risco de quebrar o fator surpresa da morte. Há ainda lagos infestados de piranhas, armadilhas letais que podem decepar os mebros dos incautos, efim, um festival de atrocidades. Olha, vou parar por aqui porque o papo tá ficando meio down, meio sinistro. Sei lá galera, isso me lembra aquela filme “Jogos Mortais”.
Bom, mas já deu para que você tenha uma noção do jardim de horrores de Blofeld. E é nesse local que Bond ingressará em busca de sua vingança contra o vilão. Podem ter certeza de que o nosso agente encontrará muitos perigos pela frente, antes de ficar cara a cara com o vila da S.P.E.C.T.R.E.
A redenção de Bond começa a acontecer a partir do momento em que ele descobre que Blofeld está vivo e matando outras pessoas inocentes. A partir daí, ele decide esquecer os oito meses de fracassos de sua vida e sepultar dignamente Tracy em sua memória, prometendo vingar a sua morte. Neste momento é hora de soltar um Iahuuuuuuuuuu!! Afinal de contas cara, é o velho Bond que ressurge!! Cruel, letal, inteligente, charmoso e auto-confiante; enfim, um sujeito fod!! Desculpa aí pessoal, é que nesse momento da transformação, da redenção, o livro empolga, de fato.
No final de “A Morte no Japão”, Bond consegue vingar Tracy, mandando Blofeld, o seu castelo e o seu jardim dos horrores para os quiabos, mas sofrendo algumas sequelas. Sequelas, aliás, que serviram de gancho para o próximo livro da série “O Homem do Revólver de Ouro”, onde Bond teve de partir para uma nova redenção, desta vez, reconquistar a confiança de seu chefe M, mas isso é assunto para um outro post, quem sabe.
Neste livro que encerra a “Trilogia Blofeld”, o vilão da S.P.E.C.T.R.E está muito mais louco, egocêntrico e sádico. Tanaka, inclusive, se refere à ele como um “demônio que tomou forma humana”.
“A Morte no Japão”  foi o último livro escrito por Fleming publicado durante a sua vida. Ele morreria cinco meses após o lançamento do romance no Reino Unido.
Taí galera e assim, encerro a famosa “Trilogia Blofeld”, três livros indispensáveis para os iniciados ou estreantes – não importa – no universo bondniano.
Inté!

13 junho 2013

A Serviço Secreto de Sua Majestade (2º livro da "Trilogia Blofeld")



Cara! Tô emocionado... Tá bom vai! Tô quase chorando... Chorando porque essa música me faz voltar ao passado... Minha infância, minha adolescência. Que festival de recordações. Ainda mais com essa chuvinha mansa com trovoadas tranqüilas que escuto bem longe enquanto escrevo esse post. Estou ouvindo, estou viajando, estou sonhando com Louis Armstrong. A sua voz rouca ressoa toda charmosa nas caixinhas de som do meu computador soltando a garganta em We Have All the Time in the World.
Mas você deve estar exclamando: “- Esse cara ficou pinéu! O que isso tem à ver com o post?!”. Eu lhe respondo, então: -“ Tem tudo à ver pessoal! Afinal de contas, essa linda canção foi o tema de “À Serviço Secreto de Sua Majestade”. A música que emocionou milhares e mais milhares de telespectadores durante os beijos e amassos de Bond e Tracy e também na última cena do filme, quando 007 – vivido pelo canastrão George Lazemby – chora nos ombros da falecida Bond-Girl que foi a única mulher que ele amou em toda a sua vida. A moça recebeu um tiro certeiro na cabeça disparado por Ernst Stravo Blofield.
A cena que partiu um montão de corações no final dos anos 60 é a maior prova de que o fundador da S.P.E.C.T.R.E é, sem sombra de dúvidas, o único ‘carrasco’ de toda a vasta galeria de vilões do agente secreto inglês. Ele foi o algoz que conseguiu destruir os sonhos de Bond. Parem e pensem. 007 sempre tratou as mulheres que cruzaram o seu caminho como simples objetos de prazer. As únicas duas sortudas que conseguiram mudar esse conceito do inveterado mulherengo foram Vesper Lynd e Tereza di Vicenzo ou simplesmente Tracy, mas acredito que a segunda teve uma importância maior na vida de Bond, pois chegou ao ponto de conseguir fazer aflorar algumas lágrimas da expressão cruel do agente inglês.
Acredite se quiser amigo. O rabo de saia do Bond chegou a se casar com Tracy e também iria deixar o MI6, abandonando definitivamente o duplo zero que lhe dava licença para matar. Tudo para constituir uma família e se dedicar de corpo e alma ao seu grande amor. Perceberam como Tracy era importante para Bond? Então, num certo dia, Blofeld sepulta esse sonho assassinando a moça em sua lua de mel. Cara, justamente na lua de mel! É prá estilhaçar qualquer coração, até mesmo de 007. Este é o vilão que se transformou no pior pesadelo de Bond nos livros “À Serviço Secreto de Sua Majestade” e “A Morte no Japão.
Se em “Chantagem Atômica”, Blofield apareceu apenas indiretamente, não participando dos momentos de ação do enredo; nos outros dois livros da trilogia, ele sai à campo e vai à luta. Em “Chantagem Atômica”, o vilão foi o grande mentor intelectual do plano que envolvia o roubo de um avião armado com duas ogivas nucleares. Ele só dava ordens e escolhia qual subordinado deveria cumpri-las. No caso do roubo das ogivas, o escolhido para a missão foi Emilio Largo. Agora, em À Serviço Secreto de Sua Majestade, meu amigo... Hummm!! A coisa pega porque o ‘hômi’ sai à campo, como diz o ditado popular. Blofeld e Bond duelam cara a cara, peito a peito. E é um duelo completo englobando cinismo, chantagem, hipocrisia e como não poderia deixar de ser, corpo a corpo que fica reservado para as páginas finais do livro quando acontece uma perseguição de trenós nos Alpes suíços.
E quando o leitor pensa que Blofeld fugiu temendo ser pego por James Bond, eis que o vilão surge no final do romance e arrebenta com Bond, lhe tirando a coisa mais valiosa de toda a sua vida: a única mulher que ele amou de verdade. Amou tanto, mas tanto que chegou a se casar com ela. Quer golpe pior do que esse?
Sei que estou contaminando esse post com spoilers, mas a história de James Bond e Tereza di Vicenzo é tão conhecida no universo bondiano que já deixou de ser um segredo para ‘quase todos’ aficionados ou não do herói.
Neste segundo livro da Trilogia Blofeld, após tentar de todas as formas possíveis e impossíveis encontrar o grande chefe da S.P.E.C.T.R.E, mas sem sucesso, Bond passa a acreditar que a agencia de terrorismo e extorsão não mais existe, à exemplo de seu principal mentor, o qual acredita ter morrido . Ocorre que o MI6¨pensa o contrário e por isso, obriga o seu principal agente secreto com licença para matar à continuar a busca por Blofeld.
Bond se frustra pela insistência do MI6 na prolongação da procura e em sua incapacidade de encontrar o vilão. Por isso, ele acaba escrevendo uma carta de demissão para seu chefe, M.
Enquanto escreve sua carta, Bond encontra a linda, e suicida, Condessa Teresa "Tracy" di Vicenzo, primeiro na estrada e posteriormente em uma mesa de jogo, onde ele a salva pagando sua dívida. No dia seguinte, Bond a segue e impede sua tentativa de suicídio, porém os dois acabam capturados por capangas profissionais. Eles são levados até o escritório de Marc-Ange Draco, chefe da Unione Corse, o maior sindicato criminal da Europa. Tracy é a filha única de Draco, que acredita que o único modo de salvar sua filha de novas tentativas de suicídio é através de um casamento com Bond. Para facilitar isso, ele oferece a Bond um dote de um milhão de libras; Bond recusa, mas concorda em continuar namorando Tracy enquanto a saúde mental dela melhora. Ocorre que o amor é cruel e acaba enlaçando os dois pombinhos, principalmente Bond que se apaixona perdidamente pela garota.
Bem, resumindo, Bond acaba localizando Blofeld, após receber uma valiosa informação do pai de Tracy e sai na captura do super-vilão da S.P.E.C.T.R.E.
Após frustrar o plano do sifilítico Blofeld (isso mesmo, ele tem sífilis em estágio avançado no livro) de destruir toda a economia agrícola de vários países, Bond se torna o principal alvo de sua ira. Pronto! A vingança está jurada como uma vendetta. Vingança que se concretiza da pior maneira possível no final do romance e também do filme.
À Serviço Secreto de Sua Majestade termina seco e triste. Aliás... não tenho vergonha de esconder que chorei ao ler o final do livro e ver o final do filme. Acredite, pode parecer brincadeira, mas chorei com um livro e um filme de James Bond.
Fazer o quê...
Putz, e essa musica do Louis continua tocando no meu computador....

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