06 novembro 2015
“As Crônicas de Miramar: O Segredo do Camafeu de Prata” chega as livrarias
E não é que os caras
conseguiram! Depois de lançarem uma promoção nas redes sociais que ficou
conhecida como “vaquinha virtual” (ver mais detalhes aqui), Flávio St James e
Wemerson Damasio realizaram um sonho que habita o imaginário de todos os jovens
escritores brasileiros: lançar um livro com o apoio de uma grande editora.
Independente de parte
ou todo o projeto dos caras ter sido custeado pela famosa ‘vaquinha’, “As
Crônicas de Miramar: O Segredo do Camafeu de Prata” já provou o seu valor; ou
será que você pensa que é fácil publicar um livro, mesmo o escritor pagando a edição?
Ah! Tá bom! Se você é escritor e acha que tem talento ‘pro’ negócio, escreve um
livro e tenta fazer isso. ‘Man’, coloca uma coisa em sua cabeça, se o enredo
não for bom, nenhuma editora – desde pequenas, médias ou grandes – irá arriscar
investir na obra. Afinal, no fundo mesmo, o que estará em jogo, será o prestígio
da editora. Flávio e Wemerson foram além: eles publicaram o seu primeiro livro
numa das maiores editoras do exterior: a Chiado que tem a sua sede em Lisboa,
Portugal.
Mas antes da glória,
eles levaram portas e mais portas na cara de editoras brasileiras que nem
sequer responderam as suas propostas e muito menos leram o manuscrito do
romance. Assim, a dupla de escritores paranaense encontrou apoio fora do
Brasil. Cara como é triste isso né?! Tomara que eles façam o maior sucesso com
“As Crônicas de Miramar”, dando um soco na boqueta do estômago desses editores
medíocres que só tem olhos para distopias, lobisomens e vampiros metidos a galã.
O lançamento oficial de
“As Crônicas de Miramar: O Segredo do Camafeu de Prata” acontece em Curitiba no
dia 13 de novembro, uma sexta-feira, mas a obra já está à venda nas livrarias brasileiras
e de Portugal neste mês de outubro.
Nesta história, o
leitor vai conhecer Liz, Dan, Isaac, Sara e Gabriel: cinco
adolescentes com habilidades especiais que vão parar num lugar chamado Miramar,
onde terão que lutar contra poderes e pessoas desconhecidas enquanto aprendem a
lidar com as próprias habilidades e com os conflitos típicos da idade para
descobrir os segredos e mistérios do lugar.
As Crônicas de Miramar:
O Segredo do Camafeu de Prata é
o primeiro de Flavio e Wemerson. Eles contam
que uma das maiores dificuldades em se lançar o livro foi encontrar uma
editora: “As editoras brasileiras sequer responderam nossos contatos, não se
deram ao trabalho nem de receber o original para análise”, comenta Wemerson.
Flávio não esconde o descontentamento com esta atitude: “Preenchem as
prateleiras com genéricos de autores norte americanos mas não prestam atenção
em novos autores locais. Se importam com o dinheiro que os livros podem trazer
mas nem analisam se um novo autor pode dar ou não retorno financeiro”. Diante
disso, a escolha da Chiado Editora, que tem grande atuação em Portugal e chega
agora ao Brasil foi relativamente importante: “Já que as editoras nacionais
como Rocco, Intrínseca, Arqueiro ou Darkside Books não valorizam novos autores
locais, vamos partir pra tática de primeiro aparecer fora do país e quem sabe
então ficar conhecido aqui”, diz Flávio.
Inspirados em filmes,
séries e revistas em quadrinhos, os personagens da história possuem
características, poderes e conflitos próprios (alguns envolvendo preconceitos e
racismo) e, enquanto se adaptam à nova realidade daquele lugar estranho,
conhecem uns aos outros e descobrem amizades e inimizades.
Taí galera! Agora só
resta ler o livro para começar a desvendar os mistérios de Miramar.
Ah! Antes que me
esqueça; “As Crônicas de Miramar” serão uma trilogia.
Inté!
04 novembro 2015
Harry Potter e a Ordem da Fênix
Este é o livro mais longo da saga (702 páginas), mas nem por
isso cansativo; ao contrário, posso defini-lo como arrebatador. Como se trata de
um desafio literário, engatei a releitura numa quinta marcha e terminei em
três dias ou nem isso. Apesar de já estar familiarizado com o enredo, um novo
contato com “Harry Potter e a Ordem da Fenix” me proporcionou momentos muito
agradáveis. Cara, como foi bom! Aliás, bom demais.
Neste livro , J.K. Rowling desvenda vários mistérios
relacionados aos pais de Harry, dando ao leitor a oportunidade de conhecer mais
a fundo o passado de Tiago e Lilian Potter e também como eles entraram para a
Ordem da Fênix. Ah! E por falar na Ordem, ela é dissecada até os ossos no
livro, ao contrário do filme, onde a sua origem é praticamente ignorada.
Lembro-me de um colega que ainda não tinha lido o quinto volume da saga e,
mesmo assim, foi assistir ao filme e quando saiu do cinema me perguntou: - Que
diacho de ‘Ordem’ era aquela? – Foi quando lhe respondi: - Seria melhor você,
primeiro, ter lido o livro.
Em “Harry Potter e a Ordem da Fênix” o leitor passa a
compreender que a organização foi criada por Alvo Dumbledore com o objetivo de enfrentar Lord Voldemort e seus seguidores, os Comensais da
Morte. E é esse grupo poderoso formado por bruxos do bem que dão um toque
especial a história.
O livro também é um dos meus ‘bam-bam-bans’ porque
marca a volta em carne e osso (ele já havia aparecido em “O Cálice de Fogo”,
mas na forma de animago) do meu personagem preferido Sirius Black que ganha ummerecido
destaque no enredo.
Gostei, também, de ver a mudança na personalidade de
Harry que aos 14 anos se tornou um garoto mais questionador e adulto. Costumo
dizer que “A Ordem da Fênix” marca a idade da razão do menino bruxo que deixou
a ingenuidade de lado.
Apesar de considerar o livro muito bom e quando digo
bom quero dizer: tenso, dramático e com um final apoteótico; não perdôo Rowling
por uma pisada homérica no tomate. A tesourada em um personagem fodástico, no auge do seu desenvolvimento. A autora surtou e mandou o sujeito para o
cemitério. PQP!! Essa morte arrebentou o meu coração e de outros
milhares de fãs da saga. Por isso, mesmo, no final do livro fiquei com aquela
tristeza inconformada. Putz! O sujeito não merecia morrer! Caraca Rowling! Ele
tinha fôlego de sobra para mais um livro. Acho que Rowling poderia aprofundar
ainda mais o seu relacionamento com Harry.
Se não fosse a ceifada fora de hora em Sirius, “Harry Potter e a Ordem da Fênix” seria perfeito. Mas nem tudo é como
queremos.
Inté!
01 novembro 2015
Harry Potter e o Cálice de Fogo
E tome desafio “A Lá Potter”! Depois de “O
Prisioneiro de Azkaban” parti com fé e vontade para a releitura de “Harry
Potter e o Cálice de Fogo”. Livro ‘groçasso’, uma verdadeira Bíblia: mais de
580 páginas, mas 580 páginas que devorei vorazmente porque a história – a
exemplo das anteriores – é boa demais.
Uma das características da saga do menino bruxo é
que a cada novo livro os enredos vão ficando mais obscuros, ganhando contornos pesados.
Tanto é que alguns críticos literários deixaram de recomendar a leitura da saga
– a partir do terceiro volume – para o público infantil por causa da história
densa e até mesmo violenta em alguns momentos.
Mas acredito que foi o amadurecimento gradativo de
Harry e as situações complicadas ‘até a gota’ com direito a feitiços mortais –
que impressionam não só adolescentes, mas adultos também – que deu a saga o
‘status’ que ela mantém até hoje.
Sei lá cara, parece que J.K. Rowling estava meio
louca (no bom sentido) quando começou a escrever os enredos a partir de “O Prisioneiro
de Azkaban”. Ela criou várias situações
fodásticas para o Harry e sua
tchurma, que como já disse escrevi impressionaram não só adolescentes,
mas também os marmanjos. Deixe-me ver como posso explicar... Bem, mais ou menos
assim: o mundo mágico criado por Rowlling - incluindo os seus personagens - é tão encantador, mas tão
encantador que ameniza qualquer pitada ou ‘canecada’ de violência. É isso. Acho
que encontrei a definição para esse enigma (rs).
Cara, quando você começa a ler Harry Potter, a
vontade é mergulhar nas páginas do livro e também fazer parte daquele mundo
mágico, deixando de lado a rotina de trouxa – nome dado a uma pessoa que nasceu
em uma família não mágica e que por isso, não sabe que a magia existe.
Em “Harry Potter e o Cálice de Fogo” não é diferente;
tanto a magia gostosa quando a s situações do tipo ‘pega pra capá’ chegam de
forma avassaladora. Resultado: Uma vontade enorme de ‘comer’ as mais de 500
páginas do romance.
A autora já solta de cara um dos Comensais da Morte
(seguidor de Voldemort) conjurando a ‘marca negra’ durante um torneio mundial
de quadribol. Quando a tal marca aparece, com certeza, alguém já partiu dessa
para melhor ou então partirá brevemente.
Depois da marca negra e do campeonato mundial de
quadribol, ela inventa um torneio de bruxos em Hogwarts, reunindo alunos das
escolas de magia de várias partes do mundo. A competição tem momentos de tirar
o fôlego com tarefas arriscadas e que coloca em perigo a vida de muitos
participantes, inclusive Harry.
“Harry Potter e o Cálice de Fogo” é um livro obscuro
muito diferente dos anteriores, superando até mesmo “O Prisioneiro de Azkaban”.
Os momentos de descontração são poucos, mas por outro lado, não faltam tensão e
perigo no dia a dia dos personagens.
Mas todo esse clima denso acaba sendo, pelo menos um
pouco, amenizado pela magia de Hogwarts.
Neste quarto livro, Potter está com 14 anos e sente
sua cicatriz na testa arder durante um sonho bastante real com Lord Voldemort,
o qual não consegue esquecer. Alguns dias depois, já em companhia da família
Weasley, com quem foi passar o restante das férias, na final da Copa Mundial de
Quadribol, os Comensais da Morte, seguidores de Voldemort, reaparecem e alguém
conjura a Marca Negra, projetando-a no céu pela primeira vez em 13 anos,
causando pânico na comunidade mágica. A pergunta que fica no ar é se o terrível
bruxo está, de fato, voltando.
Depois, ao retornar para Hogwarts, Harry fica sabendo que não haverá a tradicional Copa Anual de Quadribol entre Casas. O campeonato será substituído pelo Torneio Tribuxo, uma competição amistosa entre as três maiores escolas européias de bruxaria — Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang — que não se realizava havia um século. A competição é dividida em tarefas, cuja finalidade é testar a coragem, o poder de dedução, a perícia em magia e a capacidade de enfrentar o perigo dos campeões. Liderados pelo professor Dumbledore, os alunos de Hogwarts terão de demonstrar todas as habilidades mágicas e não-mágicas que vêm adquirindo ao longo de suas vidas.
Apesar de alunos menores de 17 anos não poderem se inscrever no Torneio, inexplicavelmente Harry é escolhido pelo Cálice de Fogo, um grande copo de madeira toscamente talhado cheio até a borda com chamas branco-azuladas, para competir como um dos campeões de Hogwarts. Tendo a seu lado os fiéis amigos Rony Weasley e Hermione Granger, o menino feiticeiro tentará escapar mais uma vez das armadilhas de Lord Voldemort.
Depois, ao retornar para Hogwarts, Harry fica sabendo que não haverá a tradicional Copa Anual de Quadribol entre Casas. O campeonato será substituído pelo Torneio Tribuxo, uma competição amistosa entre as três maiores escolas européias de bruxaria — Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang — que não se realizava havia um século. A competição é dividida em tarefas, cuja finalidade é testar a coragem, o poder de dedução, a perícia em magia e a capacidade de enfrentar o perigo dos campeões. Liderados pelo professor Dumbledore, os alunos de Hogwarts terão de demonstrar todas as habilidades mágicas e não-mágicas que vêm adquirindo ao longo de suas vidas.
Apesar de alunos menores de 17 anos não poderem se inscrever no Torneio, inexplicavelmente Harry é escolhido pelo Cálice de Fogo, um grande copo de madeira toscamente talhado cheio até a borda com chamas branco-azuladas, para competir como um dos campeões de Hogwarts. Tendo a seu lado os fiéis amigos Rony Weasley e Hermione Granger, o menino feiticeiro tentará escapar mais uma vez das armadilhas de Lord Voldemort.
Gostei de reler. Valeu a pena!
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