25 maio 2013

“Joyland” e “11/22/63” de Setphen King serão adaptados para o cinema e TV



Capa americana de "Terra da Alegria"

Sem milongas e delongas, lá vai: Dois livros de Stephen King  que ainda nem sequer foram lançados no Brasil serão transformados em filme. Pronto! Falei e disse como manda o figurino: sem emblomação e suspense. Os nomes dos livros? Ok. Novamente, lá vai: “11/22/63” e “Joyland” (Terra da Alegria). O primeiro será lançado no Brasil no mês de novembro vindouro com o título “Novembro de 63”. Quanto ao segundo, será publicado nos Estados Unidos em junho próximo. Hãhãhã...!!! Quer saber quando a obra chegará aqui na terrinha tupiniquim, não é mesmo? Pois é, sinto dizer, mas ainda não há nenhuma data em cogitação; o que significa que o seu lançamento ainda irá demorar muito. Se eu fosse arriscar; vejamos.... Bem, sendo otimista, de um ano à um ano e meio. Não se assuste não pessoal, é que esse é o tempo médio para que as obras de King passem pelo processo de tradução para a nossa língua, antes de aterrissarem por aqui. E um processo, diga-se de passagem, bem demoradinho se compararmos com os outros países.
Eu – como leitor e fã de King – até perdoei esse atraso cruel na tradução da obra. Mas só perdoei depois que soube que “Joyland” seria adaptado para as telonas. E depois, então, que anunciaram que “Novembro de 63” (é assim mesmo que se chamará o livro 11/22/63 aqui na terrinha) também teria o mesmo destino; então... Pára vai!! Eu passei a perdoar qualquer coisa!!
O enredo de “Joyland” nos remete para o início da década de 70, num parque de diversões abandonado de uma pequena cidade da Carolina do Norte. Um parque que ganhou a fama de mal assombrado. Brrrrrrr!!! Na trama, o personagem Devin Jones, um estudante universitário que vai trabalhar no referido parque durante o verão, acaba se envolvendo um violento assassinato e com o destino de uma criança moribunda. Os eventos do local mudarão a vida dos dois para sempre.
A editora Titan Books não revelou mais nada sobre o enredo dessa trama policial e de suspense. Acessei uma porrada de sites daqui e de fora, mas não consegui obter mais nada. Tudo indica que a Titan através de seu selo Hard Case Crime montou uma verdadeira operação de guerra para proteger os detalhes da trama.
A obra será lançada nos Estados Unidos em junho de 2013. Inicialmente no formato bolso de livro. Poucas semanas depois chega o e-book.
Quanto a produção cinematográfica, já pode ser dada como certa. A direção será de Tate Taylor, diretor do filme “Histórias Cruzadas”. Taylor também fará a adaptação do roteiro sob a supervisão de King.
“Joyland” ou “A Terra da Alegria” ainda não tem data definida para estrear nos cinemas, mas as gravações começam logo, logo.
J.J. Abrams com o livro "11/22/63"
Bem, com relação à “11/22/63” ou “Novembro de 63” não vou escrever mais nada sobre o livro, sua história, expectativas de lançamento, etc e mais etc; mesmo porque, já escrevi muito sobre ele. Quem ainda não leu e quiser ler é só clicar aqui, aqui e mais aqui.
O que eu quero é ‘falar’ sobre o filme “11/22/63”, cuja confirmação caiu como uma bomba nas redes sociais. A explosão de comentários dos internautas sobre o assunto foi algo absolutamente anormal o que deixou evidente a grande expectativa da galera quanto ao lançamento da produção.
‘A princípio, a intenção da Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams, que comprou os direitos de adaptação do livro, seria transforma-lo num filme, tipo blockbuster, com pedigree para disputar uma ‘batelada’ de Oscars, mas depois, não sei por qual motivo, Abrams decidiu mudar de idéia e adaptar o livro para o formato de série ou minissérie de TV.
Agora, você acha que serei eu o cara prá discutir com Abrams?? Falando todo imponente pro sujeito: - “O J.J. por que você foi fazer isso com o livro do King? Por que você não o adaptou para os cinemas? Ficaria melhor!”. Você acha que eu deveria cobrar o cara dessa forma ou algo parecido? Ah! Pára Né! (rsss).
Gente; Abrams já provou que é um gênio quando o assunto é filmagem. Então, com certeza, após ter lido o livro do mestre do terror e suspense, ele chegou a conclusão que o melhor caminho seria uma adaptação para a TV e não para o cinema. Os inconformados que estão lendo esse post e que queriam de qualquer maneira assistir “11/22/63” nas telonas, fiquem tranquilos... relaxem... o cara já provou que sabe o que faz e na sua opinião, o melhor caminho para o enredo de um professor que viaja no tempo para salvar o presidente Kennedy de levar um tiro de Lee Harvey Oswald, é esse mesmo: a TV.
Tenho certeza que Abrams não vai fazer a mesma cag... na escolha de elenco como fizeram com a série “Sob a Redoma”, também de King, que estréia no dia 24 de junho.
Outro ponto positivo para a adaptação de “11/22/63” foi a escolha da Warner Bros para cuidar do projeto ao lado da Bad Robot, dando assim, todo o suporte necessário.
É importante lembrar que ainda não há canal definido para a sua exibição e tampouco, se história será adaptada no formato de série ou minissérie.
O importante nisso tudo é que a adaptação sai!
Tai galera! Vamos torcer para que estejamos vivos e com saúde para vermos essas duas obras primas: “Joyland” e “11/22/63”: uma no cinema e a outra na TV.
Inté!

20 maio 2013

Os cinco vilões mais letais de James Bond nos livros



Talvez nenhum herói da literatura mundial tenha tido uma galeria de vilões tão perversos e insanos quanto James Bond, o famoso agente secreto de Sua Majeste com licença para matar. Muitos deles obrigaram 007 a ‘gemer na rampa’. Um deles chegou a fazer o agente durão chorar, gritar, berrar e finalmente desmaiar de sofrimento.
Quer saber?? Acho que esse pessoal “Bad” merece uma pequena homenagem em nosso blog. Afinal de contas, eles peitaram um sujeito que não tem o hábito de levar desaforo pra casa e alguns deles quase conseguiu ‘despachar’ o nosso herói para a outra faceta do mundo. Isto só não aconteceu porque Ian Fleming ou então outros escritores contratados pelos herdeiros para seguir o legado do autor inglês, sempre arrumaram um jeitinho de salvar o herói no último minuto.
Então vamos lá! Confiram, na minha humilde opinião, os cinco vilões mais letais dos livros de 007, incluindo os escritos por Fleming, Sebastian Faulks, Jeffery Deaver, John Gardner e Raymond Benson.
Prá variar já adianto que os cinco melhores vilões são dos livros de Fleming.  Aliás, nem dá pra se comparar com os demais.
01 – Le Chiffre (Cassino Royale)
Na minha opinião, o tal aí do lado pode ser considerado o principal algoz de 007 superando outras feras tradicionais, até mesmo Rosa Klebb, aquela agente russa com cara de sapo que quase matou... pêra lá... quase matou não! Ela, de fato, matou 007! Ele só voltou à vida por causa... Putz! Tô misturando tudo. Calma aí; afinal de contas o tema desse sub-post é Le Chiffre e não Rosa Klebb. Assim, voltemos à ele. A cara de sapo fica mais pro final.
Ah! Por que Le Chiffre é o “bam-bam” dos vilões? Simples. Anote aí: O vilão tirou as calças de James Bond e deixou o agente secreto inglês durão pelado!! Quer mais?! Ok. Lá vai: colocou o pobre coitado sentado numa cadeira sem assento - semelhante aquelas cadeiras de banho, apropriadas para os doentes lavarem as suas partidas íntimas – depois pegou um batedor de tapetes e Pow! Scrash! Pãmm! Quer que eu fale onde Le Chiffre bateu??? Acho que nem é preciso né galera.
Cara... olha... juro que fiquei constrangido ao ler “Cassino Royale” e ver Bond passar esse vexame. Foi duro vê-lo sentado ali naquela cadeira com a genitália e as nádegas expostas para o tesoureiro da Smersh, agüentando gozações e levando porradas.
Acho que teve um momento que Bond até chorou... não de medo, mas de dor... ou será que foi de medo??? Cara, na realidade, o sofrimento foi tão atroz que nem dá pra saber.
Você teve estar se perguntando como Bond conseguiu se safar. Tá bem. Leia o livro “Cassino Royale”; o primeiro escrito por Ian Fleming.
02 – Ernst Stravo Blofeld (Chantagem Atômica, À Serviço Secreto de Sua Majestade e A Morte no Japão)
Este gênio do mal é tão poderoso, mas tão poderoso que aparece em três livros do agente secreto inglês e em seis filmes da franquia!!! Prova de que o sujeito é bom mesmo. Êpa! Quis dizer: “Mau mesmo!”.
Depois de Le Chiffre que quase ‘capou’ James Bond - fazendo o espião inglês sofrer uma de suas piores humilhações – Blofeld foi o vilão que mais fez Bond sofrer. Ele arrebentou a alma de 007 ao matar o grande amor de sua vida. A mulher com quem o Comandante Bond iria se casar: Tereza ou “Tracy”. O fato aconteceu no livro “À Serviço Secreto de Sua Majestade” e absolutamente ‘moeu’ Bond;  mas moeu tanto, que foi duro faze-lo entrar nos eixos. Depois da tragédia provocada por Blofeld, Bond pensou seriamente em abandonar o MI6 e consequentemente o duplo zero que lhe dá licença para matar. Após ser aconselhado a ficar, acabou falhando “feio” em suas novas missões, só aprontando lambanças e quase perdendo a vida. Essa decadência de Bond fica evidente logo no início do livro “A Morte no Japão”, onde M lhe dá um ultimato: “Ou volte a ser o velho e confiante Bond ou você está fora!”.
Antes de arrebentar a alma de 007 em À Serviço Secreto de Sua Majestade, o líder da agencia criminosa Spectre deu muito trabalho em Chantagem Atômica onde quase matou Bond com um arpão. Em “A Morte no Japão”, ta lá novamente o maléfico vilão. Depois de  conseguir escapar duas vezes das garras de Bond, neste último livro de Ian Fleming (em vida), 007 consegue à muito custo eliminá-lo, mas acaba perdendo a memória, passando a sofrer de amnésia, esquecendo até mesmo que é um agente secreto do MI6. Bond fica bobinho. Quer dizer Blofield morre, mas antes de partir para o além, ainda consegue aprontar mais uma prá cima do ‘mocinho’.
03 – Julius No (O Satânico Dr. No)
Este sujeito deu um trabalho danado para Bond. Logo de cara, quando descobriu que o agente estava metendo o bedelho em seus negócios, ele tentou matá-lo com uma tarântula! O seu capanga invadiu sorrateiramente o quarto onde Bond dormia e ‘amoitou’ por debaixo dos lençóis de sua cama, o estimado bichinho. Por muito pouco, mas muito pouco mesmo, 007 não recebeu uma picada mortal.
Depois, Dr. No matou um amigo e guia do agente secreto. Os dois, juntamente com uma Bond-Girl chamada Honey, estavam na ilha do vilão, investigando os seus negócios. O guia de Bond foi torrado vivo por um dragão mecânico que cuspia fogo pelas ventas.
E por fim, 007 foi preso numa armadilha mortal – uma espécie de alçapão - que fazia ligação direta com o mar que banhava a ilha. Ele teve de enfrentar até mesmo uma lula gigante que quase o liquidou.
Dr. No deu trabalho... muito trabalho para 007.
04 – Mr. Big (Viva e Deixe Morrer)
O livro lançado originalmente no Brasil como “Os Outros que se Danem” e em edições posterior como “Viva e Deixe Morrer” nos apresenta um criminoso com um perfil letal e impiedoso: Mr. Big.
O vilão tem ligações com uma rede criminosa americana, com o mundo do vodu e a SMERSH, um braço do Serviço Secreto Russo, que são uma ameaça para o Ocidente.
Negro com ascendência francesa, Big é natural do Haiti, tem quase 2 m de altura e pesa mais de cem quilos. Uma aparência que impõe respeito, apesar do seu coração estar baqueado por causa do tamanho e peso de seu corpanzil.
Quando li “Viva e Deixe Morrer” fiquei impressionado com a personalidade fria e maldosa desse vilão que mata por prazer. É verdade! O cara parece que sente orgasmo em ver as suas vítimas sofrer aos poucos antes de dar adeus à vida. A linda Solitaire (Bond girl) amante de Big, paga um preço caro por ajudar Bond a desmascarar o vilão. O espião também vê a morte de perto ao ser capturado pelo criminoso.
Mr. Big ainda arrebenta Félix Leiter. Como? Os seus capangas o jogam num tanque de tubarões que fazem do agente da CIA, amigo de Bond, um apetitoso prato. Os ‘asseclas’ de Mr. Big ainda fazem questão de jogar o corpo triturado de Leiter, ainda vivo, na ‘cara’  de  007. Viu só! O negão é ou não é mais sádico do que um tal Marquês de Sade?! Tudo bem que o agente da CIA sobreviveu. Ganhou um gancho no lugar de uma das mãos, mas sofreu muito e viu a viola em cacos.
05 - Rosa Klebb (Moscou contra 007)
Taí a ‘muié’. Esta é a fera e daquelas feras letais e traiçoeiras até o último grau. A ‘cara de sapo’ é a agente de nº 3 da SPECTRE, a maior organização terrorista do mundo e ex-dirigente da SMERSH, o serviço de contra-espionagem da Rússia. Vilã fria e de presença física amedrontadora, apesar da baixa estatura; a personagem também sugere ter tendências lésbicas, em seu contato de aliciamento da jovem agente Tatiana Romanova para o plano de assassinar James Bond. As tendências lésbicas de Klebb ficam bem mais evidentes no livro do que no filme.
A vilã russa é uma exímia coordenadora tática com uma mente brilhante, capaz de engendrar verdadeiras teias infalíveis para agarrar os seus inimigos. Quando os seus capangas falham, ela não hesita em sair à campo para matar as vítimas visadas com as próprias mãos. Foi o que aconteceu com o ‘armário’ Red Grant – um brutamontes enorme – que foi morto por Bond numa cena inesquecível – tanto no livro quanto nos cinemas – que ocorreu no interior do vagão de um trem em movimento.
Klebb conseguiu a proeza de assassinar o agente inglês nas páginas do livro “Moscou Contra 007”. Bond só voltou à vida após Ian Fleming mudar de idéia e criar um mote para o seu retorno no livro seguinte: “O Satânico Dr. No”. No post aqui eu explico quais foram os motivos que levaram Fleming a matar o seu agente preferido e depois... mudar de idéia.
Portanto, como não considerá-la uma das vilãs mais eficientes da vasta galeria de James Bond.
É isso aí pessoal!
Ôpa! Já ia me esquecendo. Antes que os fãs de Auric Goldfinger fiquem decepcionados com a sua ausência nessa lista, deixa eu explicar que o referido vilão só vivia ‘a sombra de seu capanga, o terrible Oddjob. O coreano – completamente mudo - que usava um chapéu côco com uma lamina afiada e mortal na aba, realmente metia medo. Agora, Goldfinger...
E Zefini!!

12 maio 2013

O inferno dos tradutores de Inferno



Com certeza a história que irei contar agora não será a última referente aos bastidores do novo livro de Dan Brown, “Inferno”. Muitas outras surgirão, algumas falsas, outras verdadeiras, algumas sensacionalistas outras sérias; enfim, histórias dos mais variados tipos e para todos os gostos. Com o tempo, muitas delas se tornarão, até mesmo, lendas urbanas, mas de uma coisa eu tenho certeza, notícia tão estranha quanto essa que vocês ficarão sabendo por aqui, acho difícil.
Logo na manhã de hoje, ao dar uma zapeada pela Net dei de cara com uma informação... olha... sinceramente não sei como classificá-la. Esquisita, talvez paranóica, risível, grave. Sei lá pessoal. O que posso dizer escrever é que fiquei de queixo, boca e bochecha caidas. Assim ó: Hãaaaaaaaaaaaaa??!!
Segundo fontes ultra-confiáveis, entre elas o Jornal O Globo, no dia 18 de fevereiro, onze tradutores de vários países começaram a trabalhar na tradução de “Inferno”, novo livro de Dan Brown. Esse fato seria normal se os tradutores, em questão, não fossem obrigados a exercer as suas funções num esconderijo subterrâneo, apelidado de “o bunker”, localizado num dos pontos mais improváveis e impossíveis de toda a Itália: debaixo do edifício Mondadori, sede da editora responsável pela edição italiana do romance.
Antes de serem recolhidos ao bunker, os tradutores, os quais reputo de vítimas (rss) tiveram seus celulares recolhidos com a promessa de serem devolvidos após as sete semanas de serviço. Além dos celulares, foram apreendidos, também, qualquer tipo de dispositivo que possibilitasse comunicação com o exterior. Resumindo, os caras ficaram quase dois meses isolados do mundo exterior, “enterrados”, a maior parte do tempo, numa ‘caverna’ debruçados em cima do texto de Brown trabalhando na tradução para os seus respectivos países.
Mas o inferno dos tradutores do Brasil, Alemanha, Espanha, França e Itália estava apenas começando, porque além do confinamento num bunker e a apreensão dos celulares, eles ainda tiveram de sujeitar a muitas outras restrições, entre as quais trabalhar trancados no mesmo espaço com portas vigiadas por homens armados. Se quisessem sair um pouco, tomar – com se diz aqui no interior – ‘uma fresca’, eles tinham de pedir autorização e mesmo assim, serem fortemente sondados por olhos atentos dos seguranças do bunker.
Ah! Tem mais! O acesso à internet era feito através de um computador partilhado e altamente vigiado. E-mails, redes sociais, nem pensar! Contato com os familiares, filhos, esposas ou esposos, era algo proibido. Mêo! Os caras estavam completamente i-s-o-l-a-d-o-s, como verdadeiros Robisons Crusoés!
Eles até podiam comer na cantina da editora Mondadori, mas para isso foram preparados álibis para explicar o motivo de um grupo de tradutores de países diferentes estarem ali naquele momento. As palavras “Dan Brown” e “Inferno” erram terminantemente proibidas nesses momentos. Dois detalhes que ia me esquecendo. No momento em que os reclusos estavam almoçando, lanchando ou jantando eram muito bem vigiados e todos tinham que se sentar na mesmo lugar, jamais em mesas separadas. Ah! E sem ‘lenga-lenga’ e muito menos direito ao ‘kilo’. O lema era ‘comida no bucho e mãos à obra’.
No fim do dia, por volta das 21 horas ou mais, ao terminarem – parcialmente – o trabalho, eles eram conduzidos por uma vã até o hotel para dormirem. Quanto ao manuscrito de Borwn, no qual estavam trabalhando, voltava a ser guardado num cofre secreto como se fosse a pedra preciosa mais importante do mundo. No dia seguinte, começava tudo de novo. A mesma vã os recolhia do hotel e os levava ao bunker para pegarem firme no trampo.
Todas essas regras de segurança foram adotadas porque a editora tinha medo de que alguns tradutores pirateassem o material. Por isso....
O grupo de onze profissionais, incluindo os brasileiros Fabiano Moraes e Fernanda Abreu tinham de seguir um  conjunto de regras rígidas que ficou conhecido como “Os 10 Mandamentos dos Tradutores de Inferno”. Querem saber quais? Ok. Espiem logo abaixo:
01 -  “Inferno”: Os tradutores não podiam falar com ninguém sobre a trama
02 - Papelada: Eles não podiam levar para fora do bunker qualquer material sobre o livro, fosse impresso ou digital
03 - Telefones: Celulares e outros instrumentos de comunicação eram vetados
04 - Conexão: Dispositivos pessoais conectados à internet eram proibidos
05 - Circulação: Não era permitido andar pelo edifício Mondadori, com exceção do refeitório e do café
06 - Identificação: Os tradutores deviam estar sempre de crachá
07 - Explicações: A equipe não devia falar sobre os motivos de sua presença no prédio
08 - Acesso: Só tradutores, editores e seguranças podiam entrar no bunker
09 - Idas e vindas: Eles deviam assinar um papel toda vez que precisassem sair do local
10 - Pesquisa: Os tradutores podiam acessar a internet em computadores vigiados por seguranças.
Eu heinnn...
PS: O livro chega ao Brasil no próximo dia 24 de maio.

Instagram