08 dezembro 2014

Três lançamentos de Stephen King chegam ao Brasil em 2015: “Joyland”, “On Writing” e “Full Dark, No Stars”



Depois do lançamento de “Dr. Sono” no Brasil, as atenções dos fãs de carteirinha de Stephen King se voltam para Joyland. “Quando este livro chegará em terras tupiniquins”? Esta é a pergunta mais comum entre a galera “Kingniana” e que merece uma resposta boa e outra ruim. Vamos primeiramente para a boa: o livro chegará bombando no Brasil já no próximo ano. E agora, a ruim:  ainda não há uma data certa para o seu lançamento, ou seja, pode acontecer tanto no início de 2015 (pouco provável) quanto no segundo semestre (mais provável).
Cara, para de ficar resmungando! Pô, você queria que Joyland aterrissasse por aqui tão logo depois de “Dr. Sono”? Aí fica difícil né? Todos que acompanham os lançamentos das obras de King no Brasil sabem que o processo de negociação, tradução e revisão é ultra demorado. Tudo bem, não deveria ser assim, mas, infelizmente, é. Enquanto, os leitores da terra do Tio Sam estão se deliciando com a história, nós aqui do Brazucão véio de guerra – simples mortais – ficamos chupando o dedo e rezando para que o livro chegue logo. Fazer o quê, né?
Mas prá ser sincero, não podemos reclamar muito de 2014, já que tivemos belas surpresas envolvendo o mestre do terror e olha que essas surpresas não foram nada demoradas, contrariando o estado lógico das coisas quando o assunto é mercado editorial “A La King”. A galera pôde desfrutar das novas edições de “A Coisa” e “Misery”, além do inédito “Dr. Sono”. Mêo, foram três livros de King num ano! Tá bom demais.
Vamos agora esperar por 2015. E enganam-se aqueles que acreditam que só teremos “Joyland” para devorar. Vem coisa boa no próximo ano. Anotem aí! Teremos ainda: “Full Dark, No Stars” e “On Writing”, ambos com lançamentos previstos para abril.
“Full Dark, No Star” que ainda não tem título traduzido para o português é uma coletânea de quatro histórias, escritas no mesmo formato de “As Quatro Estações”. O livro foi lançado nos States em 2010, mas vale lembrar que na edição de bolso de 2011 entrou uma quinta história. 
Vamos com um breve resumo dos contos. Em “1922”, um fazendeiro decide assassinar a sua esposa – também fazendeira – quando ela resolve vender, para uma empresa, os seus acres de terra localizados ao lado da propriedade do marido. Ela toma essa decisão porque é o tipo de mulher sonhadora que não consegue imaginar o seu futuro ao lado de vacas e outros animais numa fazenda. O seu marido se vê acuado e, então, elabora um plano para assassinar a sua esposa. Para isso ele começa a envenenar a cabeça do filho de apenas 14 anos para que o ajude nessa missão macabra.
“Big Driver”, segundo conto da coletânea, temos Tessa Jean, uma escritora de livros de suspense que ao retornar à noite de um evento – após ter escolhido um caminho alternativo completamente abandonado – tem os pneus de seu carro furados por pregos fixados num pedaço de madeira velha. Ela acaba conseguindo a ajuda de um homem misterioso e também muito alto. A partir daí, a vida de Tessw nunca mais será a mesma.
O terceiro conto se chama “Fair Extension” e nele King narra a história de Dave Streeter, um homem que sofre de câncer e acaba se encontrando, por acaso, com um estranho vendedor que vende ‘prolongamentos’. Se alguém está sem dinheiro, o estranho comerciante consegue um prolongamento de crédito; se um homem tem o seu penis pequeno, o sujeito vende um prolongamento físico e para os que tem pouco tempo de vida, ele negocia um prolongamento em suas vidas. Streeter não pensa duas vezes e decide comprar o tal prolongamento. Só depois é que ele descobre que as pessoas que compraram os tais prolongamentos terão de pagar um preço, digamos que alto demais.
Em “Good Marriage”, Darcy Anderson é uma feliz dona de casa que vive com o seu marido um relacionamento de sucesso há 27 anos; até o dia em que ela descobre o “santuário” de sua cara metade: a garagem de casa. Lá, ela encontra uma caixa, cujo conteúdo irá mudar a sua vida para sempre. História macabra e aterradora.
O segundo livro de King que estará aterrissando nas livrarias, também em abril de 2015 é “On Writing” onde o autor - em pessoa e vivinho da Silva – fala sobre os processos de escrever um livro. Cara, acredita nisso?  O senhor King em pessoa dando dicas de como desenvolver um roteiro literário?
De acordo com release promocional da Suma, “On Writing” é uma visão reveladora e prática do ofício de escritor, compreendendo as ferramentas básicas do comércio que todo escritor deve ter. O conselho de King se baseia em suas lembranças vivas da infância através de seu surgimento como um escritor, a partir de seu início de carreira lutando com o acidente quase fatal que ele sofreu e que foi amplamente divulgado em 1999 – e como o vínculo indissolúvel entre escrever e viver estimulou sua recuperação. A editora garante que o livro é brilhantemente estruturado, simpático e inspirador, capacitado a entreter todo mundo que lê-lo – os fãs, escritores, e quem ama uma boa história bem contada.
Quanto a Joyland, considerado a maior aposta da Suma de Letras para 2015, a história se passa num parque de diversões de uma pequena cidade da Carolina do Norte, no ano de 1973. Na história, um estudante universitário vai trabalhar no parque durante o verão e lá se vê envolvido em uma trama que, de alguma maneira, se relaciona com um violento assassinato. O enredo é cheio de mistério e suspense com todos os ingredientes necessários para isso: fantasma de uma criança assassinada no parque que tem fama de mal assombrado e um perigoso serial killer que atua no local. Pois é, aposta de sucesso garantido. Pena que só temos definido o ano em que “Joyland” será lançado, quanto ao dia e mês, nem sinal.
Mas tudo bem, não há motivo para tristeza, porque em abril de 2015 teremos como aperitivos para abrir o apetite: “Full Dark, No Stars” e “On Writing” como aperitivos.
Fui!

06 dezembro 2014

Vem aí mais livros da saga Star Wars. Agora chegou a vez de “O Código do Caçador de Recompensa” que será lançado no Brasil em fevereiro de 2015



Man, man e novamente man!! As editoras decidiram soltar uma avalanche de livros sobre “Guerra nas Estrelas”. E nesta disputa vale tudo, desde brochuras à histórias em quadrinhos. Caraca! Os editores estão vomitando livros atrás de livros!
A Darkside, por exemplo, decidiu lançar num só volume, a trilogia completa de Star Wars reunindo os livros: “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”, todos eles inspirados nos três primeiros filmes do universo fantástico de George Lucas.
A Bertrand Brasil não ficou atrás e após ter ‘soltado’ com enorme sucesso “O Caminho de Jedi” e o “Livro dos Sith”, promete agora para fevereiro de 2015 o lançamento de “O Código do Caçador de Recompensa”.  E é sobre esse livro que eu gostaria de ‘falar’, já que as outras obras tem os seus posts específicos, aqui, no blog. Aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de conferi-los basta acessar aqui, aqui e também aqui.
“O Código do Caçador de Recompensa”  traz informações úteis a qualquer caçador do gênero, mas com especial atenção aos mandalorianos. O autor Daniel Wallace foi muito criativo ao transformar o personagem fictício Bobba Fett em escritor, ou seja, foi o próprio Bobba que organizou a obra. Assim, os fãs da saga Star Wars não estarão lendo um livro escrito por Wallace, mas por Fett, onde o lendário caçador de recompensa funciona como um guia a respeito das ferramentas e das técnicas essenciais a todos os caçadores de ‘bufunfa’ das galáxias.
Na obra estão descritas as qualificações necessárias para aderir ao grupo, os conhecimentos sobre treinamento, as leis a que se submetem, os locais onde a caça é permitida para cada um, entre outras informações. Em “O Código do Caçador de Recompensa”, os leitores irão obter os conceitos básicos sobre como ganhar a vida à margem da lei galáctica, além de investigar a história e o funcionamento das Sentinelas da Morte, um grupo secreto dissidente de Mandalorianos.
O caçador de recompensa Boba Fett
Para os poucos que não são tão familiarizados com a saga de George Lucas, Bobba Fett é um dos dois antagonistas de O Império Contra Ataca, juntamente com Darth Vader. Nos filmes, ele é um caçador de recompensas, assim como seu pai, Jango Fett, de quem também é um clone. Bobba é contratado pelo Império e por Jabba, o Hutt para encontrar e capturar Han Solo e Chewbacca e por isso, acaba por se tornar arqui-inimigo de Solo.
Bobba é o clone de Jango Fett, o qual o criou como seu filho. Após a morte do pai pelas mãos de Mace Windu, um habilidoso mestre Jedi; o jovem Bobba cresceu sob a tutela de Jabba, passando a fazer parte de sua corte e executando os seus serviços sujos.
Altamente armado e equipado, usa a mesma armadura Mandaloriana de seu "pai" com sutis diferenças na cor e que também carrega consigo "lembranças" de suas presas. Sua nave é a Slave I, a mesma de seu "pai", modificada várias vezes até o modelo IV.
Beleza? Familiarizado com o sujeito? Agora é só começar a ler “O Código do caçador de Recompensa”. Bem... mas isso só será possível para nós, brasileiros, em 02 de fevereiro do próximo ano, data de seu lançamento em terras tupiniquins. Fica o consolo de que as livrarias virtuais já colocaram o livro em pré-venda e com um descontaço.  O que você acha de pagar R$ 39,90 ao invés de R$ 55,00?!
Inté galera!

01 dezembro 2014

Cinco palhaços malignos da literatura



Cara, tenho um “certo quê” com palhaços. É verdade! Com todo respeito à esses homens que pintam a cara e colocam aqueles narigões vermelhos para nos divertir, confesso novamente: “tenho um ‘certo quê’ com eles. Quando estou no circo assistindo um espetáculo, no momento da apresentação dos palhaços, não pestanejo, dou a desculpa que tenho de ir ao banheiro ou então comprar uma pipoca e me mando. E se um deles se aproximar de mim, durante aquelas brincadeiras com o público, fico em estado catatônico. Tudo bem, vou parar de enrolação e vomitar as palavras de uma vez: sofro de coulrofobia. Pra quem não sabe, coulrofobia é o termo psiquiátrico para designar o medo de palhaços.
E a culpa dessa minha coulrofobia deve-se, em grande parte, aquele boneco de palhaço FDP do filme Poltergeist que se escondia debaixo da cama para atacar, traiçoeiramente, um assustado menino. Pennywise, do filme “A Coisa” interpretado, brilhantemente, por Tim Curry também deu a sua parcela de colaboração para que o ‘rapaz aqui’ passasse a ter ojeriza de palhaços.
E para expurgar esse medo, resolvi escrever um post sobre cinco palhaços demoníacos da literatura. Cinco caras pintadas que me provocam arrepios até hoje. E vamos para a lista!
01 – Caim (O Príncipe da Névoa)
Cara, eu tinha a mais plena das plenas convicções que nenhum outro palhaço do mal iria me assustar tanto quanto aquele ‘mardito’ boneco do Poltergeist, nem mesmo Pennywise com toda a sua aura maligna. Eis, então, que num belo dia resolve ler “O Príncipe da Névoa” de Carlos Ruiz Zafon e pimba! Lá está ele: Caim. Brrrrrrrrrr.... Pronto! Minha ojeriza pelo ‘dito cujo’ do Poltergeist foi para o espaço. Mêo, Caim é do mau aos extremos. E a sua aparência é horripilante.
Caim é na realidade o ‘Príncipe da Névoa’ do título do livro de Zafon. Ele é um mago com o poder de transformar em realidade qualquer pedido feito pelas pessoas incautas. Ocorre que Caim cobra um preço muito alto pela realização desses desejos, os quais nunca se esquece de cobrar.
No livro, um dos covis do Príncipe da Névoa é um circo ambulante onde ele se transforma num maligno palhaço com o rosto pintado de branco e vermelho e com o poder – à exemplo de Pennywise de “A Coisa” – de se transformar em qualquer monstruosidade.
Para aqueles que ainda não leram a obra de Zafon vou fazer uma breve descrição de Caim, mas prepare os seus nervos, principalmente os coulrofóbicos: “O palhaço abriu a bocarra pontilhada de presas longas e afiadas como facas de açougueiro e seus olhos cresceram do tamanho de um pires de chá”. Quer mais? Ok, lá vai: “Naquele momento, a criatura com forma de anjo e rosto de palhaço com longos caninos se lançou sobre ele, estendendo as garras afiadas”. Acho que chega né?
Taí! Acabei de apresentar para a galera ‘Mister’ Caim.
02 – Pennywise (A Coisa)
Este também é fera! Quer dizer uma fera do mal. No livro “A Coisa” de Stephen King, Pennywise ou Parcimonioso é uma criatura sobrenatural que muda de forma, mas geralmente aparece como um palhaço para atrair as suas presas preferidas: as crianças que moram na fictícia cidade de Derry. O palhaço demoníaco se alimenta dos medos e fobias dessas crianças.
Pennywise apareceu na Terra há muitos séculos, em um evento cataclismático, similar a uma colisão de um asteroide, em um lugarzinho que futuramente seria Derry, no estado do Maine (onde se passa a história do livro). Aparentemente, Pennywise esperou milhões de anos em silêncio até o aparecimento dos humanos (O que de alguma forma ele sabia que iria acontecer). Desde então ele acorda em ciclos de 25 a 30 anos, e caça crianças, atraindo-as como um simples palhaço para depois devorá-las.
O livro de King deu origem à um filme para a TV, lançado em 1990, que provocou arrepios em toda uma geração.
A Coisa ou Pennywise ou ainda Parcimonioso é a essência da maldade, um verdadeiro monstro que mata por prazer, principalmente crianças. Merece estar nessa galeria de palhaços do mal.
03 – Coringa (Histórias em Quadrinhos de Batman)
Vamos, agora, saltar dos livros para as histórias em quadrinhos. Com certeza vocês já sabem o nome desse cara. É ele mesmo: o Coringa.
Este sujeito psicótico com uma aparência similar a um palhaço ou a de um curinga das cartas de baralhos é um verdadeiro sádico. Não. Pera aí. O Coringa é muito mais do que sádico. Ele é insano, maquiavélico, maldoso, dissimulado, psicopata, assassino e é claro, sádico. Esqueçam o personagem interpretado por Heath Ledger em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” porque o Coringa  é muito mais insano do que aquilo, aliás, a sua insanidade nos quadrinhos é incomensurável.
Vejam só o que ele aprontou nos gibis: deixou Bárbara Gordon, a Batgirl, paralítica, condenando a heroína a viver o resto de sua vida numa cadeira de rodas; matou Jason Todd, o Robin, parceiro inseparável de Batman, usando um pé de cabra; retirou a pele do próprio rosto para posteriormente usá-la como máscara; matou Jimmy Olsen, Lois Lane e o filho do Superman que estava na barriga dela, ah... e de quebra destruiu Metrópolis; retirou a pele do corpo de um cara ainda vivo; mas nada se compara ao que ele aprontou em “Terra de Ninguém”. Nesta HQ, o psicopata de cabelos verdes, pele branca e boca vermelha sempre sorridente - ao lado de sua amante, Arlequina - desejava acabar com o "amanhã" da nova Gotham, com isso ele raptou todos os bebês da cidade e quando estava prestes a matá-los, foi descoberto pela policial Shara Essen, esposa do Comissário Gordon que tentou impedi-lo. No fim o Coringa não matou os bebês, mas tirou a vida da esposa do policial.
Por todo esse rol de maldades, o Coringa pode ser considerado o maior vilão da DC Comics.
04 – Violator (Histórias em Quadrinhos de Spawn)
Violator é um demônio nascido do inferno, cuja finalidade é levar o Spawn Al Simmons, novamente, a fazer os serviços do mal. Ele apareceu pela primeira vez nas histórias em quadrinhos de Spawn em maio de 1992 e a partir daí se transformou no principal arqui-inimigo do herói.
A forma mais normal do Violator é a de um horrível palhaço, nanico, obeso ao limite, calvo e que usa tinta azul em sua face. Seus poderes demoníacos incluem super-força, mudança de forma, a cura acelerada, tele-transporte e a habilidade de cuspir fogo.
Enviado à Terra por Malebolgia, o poderoso governante do Oitavo Círculo do Inferno, Violator tem a missão de acompanhar de perto Al Simmons que após a sua morte se transformou num Spawn.. E enquanto ele não pode mata-lo sem uma ordem de seus superiores, torna a vida de Simmons um verdadeiro inferno. Violator foi morto várias vezes, apenas para ser mandado de volta para o inferno e depois de volta à vida por seu mestre. Tudo para ficar perto de Simmons... e atormentá-lo.
Etcha  palhaço maligno!
05 – John Wayne Gacy, o “Palhaço Pogo” (Serial Killer, Anatomia do Mal)
Não, não... Nada disso, John Gacy não é um personagem de histórias de ficção. Ele, de fato, existiu e foi um dos serial killers mais violentos e insanos que o mundo já conheceu. O livro “SerialKillers – Anatomia do Mal”, escrito por Harold Schechter e lançado pela editora Darkside, dedica um longo capítulo à Gacy que ficou conhecido nos meios policiais da época como o “Palhaço Assassino”.
Mêo, o sujeito era completamente tresloucado, um verdadeiro “Coringa”. Para se ter uma idéia da insanidade do cara, basta dizer que ele foi acusado de matar pelo menos 29 garotos! Gacy acabou sendo condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte! PQP! Os 29 corpos foram encontrados enterrados no porão de sua casa, além de outros cinco que foram resgatados pela polícia em um rio.
Gacy, nasceu na cidade de Chicago em 1942  e teve uma infância traumática: era espancado e chamado de "bichinha" pelo pai alcoólatra, sofreu um traumatismo craniano aos 15 anos, e em 1968 foi preso por estar praticando atos sexuais com um jovem no banheiro de um bar. Gacy começou a matar em 1972 e suas vítimas eram todas do sexo masculino. Os rapazes recebiam propostas de emprego, iam até a sua casa, chegando lá eram dopados, amarrados em uma cadeira, amordaçados com as próprias cuecas, torturados, violentados e finalmente mortos. Muitas vezes as torturas eram feitas, segundo Gacy, por uma de suas personalidades, um palhaço chamado Pogo. Vestindo-se com roupas de palhaço e com o rosto todo caracterizado de branco e vermelho, ele torturava as vítimas, enquanto lia passagens da Bíblia. Depois da tortura e dos abusos sexuais, Gacy estrangulava os garotos usando um instrumento conhecido como garrote.
O “Palhaço Pogo” ou John Wayne Gacy foi executado por injeção letal, aos 52 anos de idade, no dia 10 de maio de 1994.
Taí galera! Espero que tenham apreciado essa galeria de palhaços nada bonzinhos.
Inté!

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