13 junho 2021
A Mulher na Janela
Vamos lá. Um breve resumo do enredo, sem spoilers. Em A Mulher na Janela, A.J. Finn conta a história de Anna Fox, uma psicóloga que sofre de agorafobia e por isso passa o tempo inteiro trancafiada em seu apartamento em Nova York. A protagonista começa, então, a vigiar os novos vizinhos com a ajuda de uma câmera com lentes de zoom bem potentes, até que acaba testemunhando um crime brutal. Todos ao redor de Anna começam a duvidar dela. Por duvidam? Eu explico: Além de espionar os vizinhos e ter uma vida reclusa por causa de sua doença, a personagem é viciada em remédios psicotrópicos e bebidas alcoólicas, uma mistura que sabemos de cor que nunca dá certo. Portanto, por mais que afirme que viu um assassinato, ninguém acredita nela. Para eles, tudo não passou de uma alucinação.
08 junho 2021
10 livros de ficção apocalípticos e pós-apocalípticos sem zumbis em seus enredos
Vocês já pararam para pensar que a maioria dos
livros pós-apocalípticos tem nos zumbis a causa principal do fim do mundo?
Verdade! Perceba que de cada 10 livros do gênero pelo menos oito – para não
falar nove – tem como plot experiências cientificas mal sucedidas ou então um
vírus desconhecido que ataca a humanidade e acaba transformando a maioria dos
habitantes da terra em mortos vivos.
Na postagem desta semana quero fugir um pouco do
convencional e citar alguns livros apocalípticos e pós-apocalípticos, cujos
autores optaram por excluir os zumbis de suas tramas e substituí-los por outras
maneiras mais criativas para devastar a maioria da raça humana. Vamos com as
indicações.
04 junho 2021
Depois
Rapaz! Stephen King tem algumas ‘tiradas’ homéricas e ao mesmo
tempo hilariantes. Elas chegam quando você menos espera; naquele momento em que
o romance ou conto de terror está perto do ápice, quando o leitor sabe que vai
dar merd... na vida de algum personagem, então... King solta algo hilário que faz
a galera estourar de rir.
Acho importante essa quebra proposital no clima de
suspense. Além de dar um tempo para o leitor respirar e principalmente se
preparar para o ‘pega pra capa’ reservado para as próximas páginas, também funciona
como uma pitada extra, um temperinho especial na história, deixando-a mais
interessante. Foi assim em O Cemitério,
A Coisa (It), Quatro Estações e agora, se repetiu em Depois, o mais novo
lançamento do mestre do terror.
Imagine só... perto do ápice da história quando um
sequestro está em andamento, eis que um dos personagens solta a pérola: “O
aposento lá dentro estava tão preto quanto o cú de um gato preto”. Olha... me
desculpa... não aguentei e soltei a gargalhada. Puxa vida King, assim não vale
(rs).
Galera, deixando de lado a escuridão do tal aposento e
a sua analogia com com um gato preto, o novo livro de King é fantástico. Li as
suas 190 páginas numa tacada só.