Aqueles que gostam de filmes românticos baseados em
histórias literárias de sucesso devem estar vibrando com a iniciativa da Netflix
em transpor para as telas o livro De
Férias Com Você da escritora norte-americana Emily Henry. Esta alegria, com
certeza, já se multiplicou porque o filme está disponível na conhecida plataforma
de streaming desde o dia 9 de janeiro.
Acredito que muitos seguidores do “Livros e Opinião”
estão soltando aquele famoso grito de guerra que a marca registrada dos
devoradores de livros quando se deparam com a informação de que um livro que eles
amam será adaptado para as telonas ou telinhas: - “Iahruuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!”
Pois é, enquanto escrevo esse post até posso imaginar
muitos de vocês – principalmente aqueles que ainda não sabiam da novidade -
dando esse grito.
Mas será que toda essa alegria é justificável? Olha...
quem conhece o livro garante que é. Eu ainda não tive a oportunidade de ler,
mas conheço pessoas, inclusive alguns colegas, que leram a obra de Henry e
amaram. Portanto, como confio no bom gosto literário dessa galera, acho que toda
essa empolgação é mais do que justificável.
O filme da Netflix rapidamente despertou interesse de
quem gosta de histórias envolventes, com personagens imperfeitos e emoções que
se constroem aos poucos.
O romance, publicado em 2021pela editora Verus do
Grupo Editorial Record, se tornou um fenômeno nas livrarias e nas redes
sociais, e agora ganha vida com uma adaptação esperada por muitos leitores.
A minha dica é que a galera leia primeiramente o livro
e depois assista ao filme. Por quê? Vamos lá. Na minha opinião – e olha que eu mantenho
esse hábito há muuuitos anos - ler o livro antes do filme permite que a sua
imaginação crie os personagens e cenários, oferecendo uma profundidade maior
com pensamentos e detalhes que geralmente são cortados na adaptação, o que
torna a experiência mais rica e a surpresa do filme (com suas visões e
alterações) mais prazerosa, além de preparar o terreno para uma leitura mais
fácil ao já conhecer a trama. Assistir ao filme primeiro pode
"estragar" a surpresa e limitar sua visualização aos atores e
cenários do cinema, tornando a leitura menos prazerosa. Concordam? Pelo menos é
o que eu acho. Assim, vamos conhecer melhor Poppy e Alex nas paginas pra depois
vê-los no filme. Lembrando que na adaptação da Netflix, Poppy será vivida pela
atriz Emily Bader e Alex será interpretado por Tom Blyth.
No enredo literário criado por Emily Henry, os
personagens Poppy e Alex não têm nada em comum. Ela é uma garota rebelde; ele
usa calça cáqui. Ela tem um desejo insaciável de viajar; ele prefere ficar em
casa lendo um livro. E de alguma forma, desde uma fatídica carona na faculdade
há muitos anos, os dois são melhores amigos.
Durante a maior parte do tempo, Poppy e Alex moram
longe um do outro. Ela em Nova York, ele em sua pequena cidade natal. No
entanto, todo verão, há dez anos, embarcam juntos em uma semana deliciosa de
férias.
Até dois anos atrás... quando eles estragaram tudo. E,
desde então, não se falaram mais.
Poppy tem todas as coisas de que precisa, mas se sente
estagnada. E, se alguém lhe pergunta quando foi a última vez que se sentiu
realmente feliz, ela sabe que foi naquela viagem final com Alex. Por isso
decide convencer seu melhor amigo a saírem de férias juntos mais uma vez, pôr
tudo em pratos limpos, fazer dar certo. Milagrosamente, ele concorda.
Agora Poppy tem uma semana para consertar as coisas.
E, quem sabe, contornar a grande verdade não dite em sua amizade aparentemente
perfeita. Será que algo mais ainda pode dar errado?
E aí? Se interessaram. Então, vamos iniciar a
maratona: ler o livro e depois assistir ao filme da Netflix.
Valeu galera!
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