quarta-feira, 27 de julho de 2011

Livros raros: quem tem sinta-se feliz, quem não tem apenas sonhe um dia tê-los

“Se você os tiver guarde a sete chaves, se não os tiver apenas sonhe, pois dificilmente os terá um dia”. A resposta para essa charada, com certeza, é: “livros raros”. Ontem, enquanto reorganizava a minha estante de livros parei para pensar no sacrifício que tive de fazer para conseguir adquirir algumas obras. Quantas peripécias literárias! Posso assegurar que se tivesse adiado a aquisição desses livros raros; deixado para hoje, por exemplo, não conseguiria mais comprá-los. Por outro lado, me arrependo de ter postergado a compra de livros que poderia ter obtido com um pouco mais de empenho, mas o comodismo fez com que eu perdesse essa oportunidade rara. Hoje, tenho consciência que jamais conseguirei tê-los em minha estante, pois a maioria encontra-se com a edição esgotada.
Viram só amigos? Uma simples faxina numa estante de livros acabou rendendo assunto para um post neste blog. Vou escrever sobre os romances raros que um tinha sonhei ter, mas acabei perdendo a oportunidade; e de outros que após muito sacrifício, consegui “conquistá-los”.
Os Livros de Bachman (Stephen King / Richard Bachman)
À esta obra de Stephen King podemos aplicar a velha máxima: “quem tem tem, quem não tem chupa o dedo”. O livro reúne os quatro primeiros romances escritos Stephen King sob o pseudônimo de Richard Bachman: “Fúria”, “A Longa Marcha”, “A Auto-Estrada” e “O Sobrevivente”. O livro com a coletânea foi lançado pela editora Francisco Alves em 1986 e depois disso não teve mais nenhuma edição.
O que faz “Os Livros de Bachman” se tornar uma obra ainda mais rara é o conto “Fúria” que chegou a ser banido pelo próprio autor, após Michael Carneal, um garoto de apenas 14 anos, ter descarregado uma pistola calibre 22 em um grupo de estudantes no Colégio Heath, em Paducah, Kentucky. Na ocasião, três garotas morreram e outras cinco ficaram feridas. O crime aconteceu em 1997 e após os disparos, Carneal simplesmente deixou cair a arma no chão e não esboçou nenhuma reação ao ser preso. Ele disse aos policiais que o deteve: “"Mate-me, por favor. Eu não posso acreditar que fiz isso." Após vaculharem o armário do homicida no colégio, a polícia encontrou uma cópia do livro “Fúria” (“Rage”). Antes dessa tragédia, supostamente, o livro teria inspirada outras duas ações trágicas. Na primeira delas, em 1989, um aluno do Colégio Jackson County, em Kentucky, apareceu na escola armado com uma espingarda e duas pistolas e manteve toda a turma de alunos e o professor reféns durante a aula de álgebra. Para o bem de todos, após negociação com os policiais, o garoto se rendeu sem matar ou ferir ninguém. O livro “Fúria” foi encontrado em seu quarto. Já o caso posterior, ocorrido em 1996, não teve um final feliz. Um outro estudante, chamado Barry Loukaitis, também fez sua turma e seu professor de refém, durante a aula de álgebra. Após matar dois colegas e o seu professor, acabou sendo rendido por um professor de educação física. Barry foi condenado à dupla pena de prisão perpétua, mais 205 anos sem fiança. E prá variar, à exemplo dos casos anteriores, a polícia também encontrou uma cópia de "Rage" no quarto do aluno.
Capa americana de "Fúria" (Rage)
Após esses fatos, Stephen King ficou muito chocado e disse em uma entrevista que os seus livros não eram para matar, mas para divertir. Por isso, tomou uma atitude drástica, decidindo recolher, na época, todos os exemplares de “Fúria” e também proibir novas edições do mesmo. King chegou a chamar “Rage” de uma “coisa maldita” que precisava ser banida. Ocorre que a coletânea “Os Livros de Bachman” foi publicada pela editora Francisco Alves antes da proibição, por isso, esta é a única maneira de se ler "Fúria", que certamente nunca mais será publicada novamente.
Confiram uma sinopse dos quatro contos que compõem “Os Livros de Bachman”... Em “Fúria”, que abre a coletânea, King conta a história de Charlie Decker, um garoto problemático que não se entende com os seus pais. Ele está a beira da insanidade e acredita que todos de sua cidade estão contra ele, criticando o seu modo de vida. O tempo vai passando, os problemas vão crescendo e após uma sucessão de eventos, Charlie acaba pirando. Ele apanha uma arma e segue para a aula, matando a sua professora de álgebra, e mais outro professor, enquanto mantém a sala de refém. A partir daí, tem início um jogo psicológico mortal entre Charlie e seus colegas. Os segredos íntimos de cada um dos reféns são revelados e a ansiedade atinge o clímax na sala de aula.
No segundo conto do livro intitulado “A Longa Marcha”, todos os anos , um certo governo futurista reúne cem adolescentes para participarem de uma competição macabra. Eles disputam uma corrida sem fim onde o vencedor é aquele que consegue terminar a prova sozinho. Os competidores que ao longo do trajeto forem se cansando e por isso desistindo da prova são mortos com um tiro por fiscais que ficam espalhados ao longo do percurso. Antes de serem eliminados, eles recebem três tiros de advertência (para o alto). No quarto disparo dão adeus a vida. O vencedor da prova tem o direito de pedir o que quiser.
Dos quatro contos de "Os Livros de
Bachman", somente "O Sobrevivente"
ganhou um livro próprio no Brasil. A
obra foi relançada como "O Concorrente"
Em “A Auto-Estrada”, após perder o filho e se separar da esposa, o pacato Bart Dawes, está prestes a perder a sua casa depois que a Prefeitura da cidade decide demoli-la para que uma auto-estrada passe pela propriedade. Mas a casa de Bart guarda muitas recordações inesquecíveis e ele não quer deixar o local por isso recorrerá a medidas extremas. Munido com armas e coragem, o outrora pacato homem chega a conclusão que não tem nada a perder.
Capa do livro "O Sobrevivente"
lançado nos EUA

O último conto que fecha a obra se chama “O Sobrevivente” que, inclusive, já foi tema de um dos posts desse blog. É a história de Bem Richards que para salvar a vida de sua filhinha decide participar de um estranho e fatal reality show futurista. Ele tem que fugir de um grupo de caçadores que tem ordem para matá-lo. Quanto mais tempo ele permanece vivo, mais dinheiro fatura. Esta caçada humana macabra é transmitida pela televisão. O conto foi adaptado para o cinema, em 1987, numa bomba sem precedentes tendo no papel principal o brucutu Arnold Schwarzenegger. Das quatro novelas contidas em “Os Livros de Bachman”, apenas “O Sobrevivente” foi relançada no Brasil pela Editora Objetiva. Na reedição teve seu título alterado para "O Concorrente". O livro também traz uma introdução de King onde ele explica porque adotou o pseudônimo de Richard Bachman para escrever algumas obras.
A Hora do Lobisonem (Stephen King)
Se “Os Livros de Bachman” estão praticamente esgotados, só podendo ser encontrados por um verdadeiro milagre; com a “A Hora do Lobisomem”, por enquanto ainda é possível sonhar, mas não por muito tempo. Visitei os milhares de sebos e livreiros particulares do país que estão cadastrados no portal www.estantevirtual.com.br e consegui encontrar o livro em apenas um vendedor, e a peso de ouro: R$ 95,00. Dei ainda uma sondada no Mercado Livre e encontrei dois exemplares: um por R$ 120,00 e outro mais barato, por R$ 90,00. Lembrando que “A Hora do Lobisomem”, foi lançado pela editora Francisco Alves, em 1984, no formato pocket, ou seja, livro de bolso. As páginas são de papel jornal e de baixa qualidade. Mesmo assim, como pude constatar, aqueles que quiserem ter um exemplar terão de desembolsar uma quantia considerável. O livro se tornou raro porque depois de seu lançamento em 1984, jamais teve uma reedição, o que justifica os altos valores pedidos por sebos e livreiros.
Cartaz do filme "Bala de Prata"
baseado no livro "A Hora do Lobisomem" 
O enredo de “A Hora do Lobisomem” é arrepiante, daqueles de tirar o sono. Como estava “durango” sem nenhum centavo para compra-lo, acabei optando em fazer o download pela Internet, mesmo sendo contra esse procedimento, já que para mim livro tem que ser livro, daqueles que você pega nas mãos e pode folheá-los à vontade. Mas sabe como é, desta vez se tratava de uma raridade de Stephen King, por isso... bem, acabei passando por cima dos meus princípios e convicções. E valeu à pena. Li a história em um dia, inclusive passei uma noite em claro lendo... e tremendo, de medo.
King narra o drama dos moradores da pequena cidade de Tarker's Mill que nas noites de lua cheia passa a ser assolada por uma besta diabólica que esparrama um banho de sangue, matando sem piedade vários moradores. O lobisomem leva o pânico para a cidade, já que ninguém desconfia de quem possa ser o monstro. Dessa maneira, todos os cidadãos de Tarker’s Mill passam a desconfiar um do outro. No caminho da besta está um menino paraplégico de 11 anos. Marty, em sua cadeira de rodas não teme o lobisomem e decide investigar, juntamente com alguns amigos, quem poderia estar se transformando no bicho sanguinário durante as noites de lua cheia.
“A Hora do Lobisomem” também deu origem ao filme “Bala de Prata (Silver Bullet), que ao contrário de “O Sobrevivente”, foi muito elogiado pela crítica, com alguns chegando a afirmar que a produção cinematográfica superou o livro em qualidade.
O Planeta dos Macacos (Pierre Boulle)
Edição rara de "O Planeta dos
Macacos", do francês Pierre Boulle
De todos os filmes de ficção científica que assisti em minha vida, aquele que mais me impressionou foi “O Planeta dos Macacos” que estreou nos cinemas em 1968. E a cena final teve grande responsabilidade nisso. Ela é  arrepiante. Apesar de ainda ser, na época, um pré-adolescente, a cena em que acontece o encontro revelador entre o personagem de Charlton Heston e a Estátua da Liberdade semi-enterrada na praia não sai da minha cabeça. E assim, fiquei fã da franquia. Não perdi nenhum dos filmes que passaram no cinema e muito menos a série televisiva que foi um grande sucesso na década de 70.
Quando atingi a maioridade, esse interesse continuou arraigado em mim, mas sob a forma de curiosidade. Eu queria saber quem tinha sido o roteirista do filme e foi com grande surpresa que há algum tempo descobri que a história foi baseada em um livro escrito por um francês, Pierre Boulle.
Cena que marcou época: O reencontro do personagem
de Charlton Heston com a Estátua da Liberdade destruída
e enterrada na praia.
Passei a visitar sebos e mais sebos em busca do livro e depois da criação do portal da estante virtual, me transformei num rato de sebos virtuais. Após uma incessante procura consegui encontrar uma reedição da obra antológica de Pierre Boulle por um preço razoável. Não acreditei em minha sorte! E é claro comprei correndo.
Vou me eximir de comentar o livro de Boulle, pois ainda não o li. Estou guardando esta raridade em minha estante como um vinho de safra especial e que será aberto também numa ocasião especial.
Deixa-me Entrar (John Ajvide Lindqvist)
Capa da edição sueca
Este livro do escritor sueco John Ajvide Lindqvist foi lançado em seu país no ano de 2007 e se transformou num estouro de vendas. Um ano depois seria lançado o filme suéco “Deixa Ela Entrar” baseado na obra literária e que também arrebataria críticas mais do que positivas da imprensa, tornando-se “cult” num curto espaço de tempo. Em 2008, o livro de Lindqvist seria lançado em terras americanas e para não fugir da rotina, se transformaria num Best-seller da noite para o dia. E a ascenção do romance de John Ajvide Lindqvist não pararia por aí, já que a a toda poderosa indústria cinematográfica de “Tio Sam” não resistiria aos encantos da obra e acabaria por comprar os seus direitos de exibição. No final de 2010 estreiaria nos cinemais do mundo todo o remake do filme sueco que receberia o nome de “Deixe-me Entrar”.
Capa da edição americana
Depois de tanto estratalhaço em torno do livro do escritor sueco seria natural que o mesmo também tivesse sido lançado no Brasil, afinal de contas já se passaram quase quatro anos de seu lançamento original na Suécia. Mas, por incrível que pareça, o tal livro não foi lançado aqui na terrinha, pelo menos por enquanto; e para ser sincero... nem sei se será lançado um dia.
Como consolo, a editora Contraponto (filial de Portugal) lançou o livro em terras lusitanas e os interessados podem compra-lo em alguns sites internacionais. Lembrando que esses sites exiogem que o pagamento deve ser feito em euros.
Capa do livro lançado em Portugal
“Deixa-me Entrar” conta a história de dois adolescentes: Oskar e Eli. De maneiras muito diferentes, ambos são vítimas. É por isso que, contra todas as probabilidades, eles se tornam amigos e passam a depender um do outro para viverem. Oskar é um menino de 12 anos e vive com sua mãe em um humilde conjunto habitacional localizado na beira da cidade.
Oskar sonha com seu pai ausente, é intimidado na escola, sofrendo bullying diariamente dos seus colegas, correndo como um ratinho assustado para não ser espancado ou então sofrer humilhações morais. Do outro lado está Eli, a recém vizinha de de Oskar. Ela não vai à escola e nunca deixa o apartamento durante o dia, pois é um vampiro de 200 anos de idade, para sempre congelado na infância, e condenada a viver em uma dieta de sangue fresco. O destino dos dois jovens se cruzam e eles se tornam grandes amigos.
Cena do filme "Deixa-me Entrar" lançado em 2010
Assisti ao filme no início desse ano e agora estou louco para ler o livro. Espero que não fique somente na loucura...
Angústia (Stephen King)
Talvez, “Louca Obsessão” com o James Caan e a Khaty Bates tenha sido o melhor filme de suspense que assisti nos últimos 20 anos. Lembro-me que vi o filme tão logo foi lançado em videocassete – em 1990 nem passava pela minha cabeça que um dia veria filmes numas “rodinhas pequenas” que viriam a ser conhecidas, cinco anos depois como DVD’s. A locadora da “dona Sônia” ficava encostada em minha casa, e assim, era só abrir a janela e pedir a “fita” desejada. Tinha o hábito de fazer uma listinha com os filmes que seriam lançados dentro de algumas semanas e “Louca Obsessão” estava entre os escolhidos.
Tempos depois fiquei sabendo que o filme que me impressionou tanto tinha sido baseado num livro do mestre do terror Stephen King, chamado “Angústia”. É a história de um famoso escritor, Paul Sheldon (esse nome lembra alguém? –rs) que após sofrer um acidente enquanto dirigia sob uma intensa nevasca, acaba sendo socorrido por uma enfermeira que o leva para a sua casa isolada nas montanhas. A mulher se declara fã incondicional do escritor, principalmente da série de livros denominada “Misery”. Mas ao ler os originais do novo livro de Paul Sheldon, percebe que a personagem principal de Misery, a sua predileta, será morta, fazendo com que sua personalidade doentia se revele. A partir daí, a enfermeira enlouquecida transforma a vida do escritor num inferno, obrigando-o a reescrever a história, mudando o destino da personagem. Sem poder se locomover, Sheldon se vê à mercê das loucuras da "fã".
Cena antológica da "marreta" no filme "Louca Obsessão"
Todos nós que assistimos filmes de terror temos uma determinada cena que marca a nossa vida e então, passam-se os anos e a tal cena continua. Sei que a maioria dos cinéfilos não consegue esquecer aquele momento terrível em que a pequena Reagan vira a cabeça para trás – num giro de 360 graus – na cena de exorcismo no blockbuster “O Exorcista”. Mas no meu caso, a cena que mais marcou faz parte do longa-metragem “Louca Obsessão”. O momento em que a personagem psicótica de Khaty Bates separa a duas pernas de Sheldon que está imobilizado na cama, calcula a distância dos tornozelos e depois apanha uma marreta e... Cara, não quero lembrar disso não.... Recordei essa cena somente para que o leitor do post entenda como o filme é “barra pesada”.
Resumindo: após ver o filme fiquei desesperado para ler o livro de Stephen King. Naquela época não tínhamos a facilidade dos sebos virtuais e muito menos dos sebos tradicionais que ainda eram em pequeno número. Mesmo assim, tinha uma banca de revista há duas quadras de casa que também vendia alguns livros usados. Mas o bunda mole aqui, simplesmente perdeu a oportunidade de sua vida numa segunda à tarde quando viu um exemplar de “Angustia” exposto na prateleira da banca. Fiz o que não devia e perdi o livro para um outro sujeito que foi bem mais esperto. Putz!! Essa mancada dói no coração até hoje.
Conclusão
“Os Livros de Bachamn”: Me interessei pelo livro há “uns” dois anos. Estava à procura de “A Longa Marcha” mas não encontrava essa história de King em lugar nenhum, então fiquei sabendo que existia um livro que reunia quatro contos do mestre do terror na época em que assinava as suas obras como Richard Bachman. A “Longa Marcha” fazia parte dessa antologia. Desde então estou “caçando” o livro em sebos reais e virtuais. Mas quer mesmo a minha sinceridade? Não tenho muito esperança em encontrá-lo, porque como já disse no início desse post, “Os Livros de Bachman” se tornou um artigo em extinção. “Fúria”, conto que abre o livro foi banido pelo escritor e tachado de “maldito” pelo próprio King que proibiu a sua reedição. Isto faz com que a obra se torna ainda mais rara e difícil de encontrar. Apesar disso, continuo na caça.
“A Hora do Lobisomem”: Não adquiri o livro, ainda, por causa da minha situação financeira que ficou bem “apertadinha”. Troquei de carro (o anterior estava dando muitos problemas), reformei parte da casa (a coisa tava feia mesmo, principalmente o telhado) e decidi mudar as estantes da minha “humildizinha” sala de leitura. Quando vi, o meu orçamento havia estourado para meses! Por isso não tenho condições, no momento, de desembolsar aproximadamente R$ 100,00, sem contar o frete, para adquirir “A Hora do Lobisomem”. Sei que irei me arrepender mais tarde, mas paciência.
“O Planeta dos Macacos”: Viva! Viva! Esse eu tenho! E acredite se quiser: paguei uma bagatela pela obra: R$ 12,00. Hoje, os preços dos poucos exemplares existentes – que se transformaram em “peças” de colecionador – variam de R$ 49,00 a R$ 99,90. Com um detalhe: livros bem antigos e por isso em condições, apenas, regulares de conservação, em papel jornal e no formato de bolso.
“Deixa-me Entrar”: Com relação ao romance vampiresco de  John Ajvide Lindqvist sonho com o dia que uma editora brasileira decida lançar o livro por aqui. Por enquanto temos apenas a edição portuguesa colocada no mercado lusitano pela Contraponto. Sonhar nesse caso, faz bem...
“Angústia”: Realmente, é uma angústia perder uma preciosidade dessas por pura negligência, lapso, falta de atenção, descuido; sei lá, entenda como quiser. Ao passar pela banca de revistas e ver o exemplar de “Angústia” exposto ali, bonitinho, me chamando para levá-lo para casa, o esperto aqui, simplesmente deiciu apanhá-lo depois que saísse do serviço, como se o livro fosse esperar a minha vontade. E não esperou. Quando passei na fatídica banca, “Angustia” não estava mais lá...
Para finalizar gostaria de lembrar que se você tem algum desses  livros considerados verdadeiras raridades, parabéns. Saiba que tens em  mãos uma jóia lapidada.
Inté!

15 comentários:

  1. Achei seus desejos de consumo ai bem peculiares. Nunca li nada do King, mas vi todos os filmes baseados nas obras dele e se for um pouco parecido já ta valendo.
    Boa sorte na sua procura. Fica a dica pra vc procurar no Skoob pelos livros.

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  2. Obrigado Cássio!
    Vlw pela dica. Vou dar uma "xeretada" no Skoob.
    Abcs!

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  3. "Deixe Ela Entrar" (filme) (versão Suéca)
    é bom eu recomendo, ja a versão americana não =/

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Eu achei no mercado livre Os Livros de Bachman, e comprei. *------* (169.00)

    (Na internet tem Rage & A Hora do Lobisomem. Imprime e faz uma brochura, nér? kk)

    P.S.: Eu tenho uma versão de capa-dura de "À Espera de Um Milagre", que eu procurei igual a um condenado. Pode até não ser tão raro quanto Os Livros de Bachman, mas que é raro, é.

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  6. E aí, João tudo bem?
    Pois é, vc descobriu um diamante lapidado. Acho que fez um "negócião" adquirindo "Os Livros de Bachaman". Achado puro.
    Abcs!

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  7. Ganhei "Os livros de Bachman" de um amigo, que estava liberando espaço na sala. Realmente vale a pena! o pseudônimo tem uma pegada na narrativa diferente do "Stephen King", é mais seco, mais raivoso mesmo. Muito bom mesmo!

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    1. Cara!! Vc tem certeza que esse amigo fez isto mesmo??!! Pêra aí....Ainda não estou acreditando. A maior obra prima do mestre do terror, o ultra-raríssimo "Os Livros de Bachman" esta ocupando espaço na sala ou biblioteca e ele resolveu se desfazer??????!!!!!! Olha Eduardo, toda vez que vc encontrar esse amigo, vc vai ter de cantar a música "Canção da América" para ele.
      Bem, deixando as brincadeiras de lado, só tenho que lhe parabenizar por essa excelente aquisição. Tenha certeza, de que vc tem em mãos uma obra valiossíma. Guarde-a com todo carinho... e cuide bem dela.
      Abcs e volte sempre!!

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  8. Consegui comprar os Livros de Bachman no site da Estante Virtual (recomendo) por R$ 120,00 + Frete. Estava na "caça" há quase 6 meses e por sorte, muita sorte mesmo consegui comprar. O vendedor postou o livro as 01h30min da madruga de sábado para domingo e eu estava on line...Sempre dou uma atualizada no site da E.V. e quando vi não pensei duas vezes...comprei!!! O Problema é essa greve dos correios...Eu estou acompanhando meu pedido pelo site dos correios e o mesmo já foi postado mas está demorando muiiiiiiiiiiiiiito!!! Pense numa angústia gigantesca...O vendedor já fez até uma reclamação nos Correios mas eles mandaram AGUARDAR!!!! #ansioso.

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  9. PESSOAL! ontem comecei a minha saga de ler todos os livros do SK.. bom, pelo menos os citados no wikipédia.. não sei se esta atualizado.. e agora percebo que não minha ingenuidade achei que seria simples assim......quero saber se o Jose Antonio conseguiu ja achar o livro de Bachman e se o livro do Marco Antonio chegou direitinho..... quando eu cismo que quero fazer uma coisa sai de baixo... preciso ter este livro... será que vou dar uma de LOKA e pagar pelos preços cobrados no mercado livre? será que vou dar sorte na Estante Virtual? acho que vou colocar um alerta......

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  10. Olá. E aí, Gizely, conseguiu alguma coisa? esses livros estão rareando cada vez mais, infelizmente.

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    1. Oi Moises! Acabou que baixei e li no kindle... O preço no mercado livre tava muito caro! Acho n compensa num livro usado....

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  11. É verdade, Gizely, esses preços não dá pra pagar, melhor baixar e imprimir ou ler em tablets. Mas se você tiver paciência e continuar pesquisando, certamente você vai topar com algumas surpresas, um dia você acha algum desses livros na internet ou naquele sebo sem nenhuma pretensão por uma ninharia. Daí você vai dar até risada... Já aconteceu muito comigo. De repente eles aparecem, não paga esses preços não, depois você encontra por preços irrisórios e se arrepende.
    Até mais.

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  12. VCs acreditam que acabou que ganhei Os livros de Bachman? um amigo meu deu um exemplar em perfeito estado de conservação.. feliz demais

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    Respostas
    1. Gizely, este seu amigo não é um amigo, é um anjo da guarda :)
      Aproveite a leitura e guarde a obra num cofre, pque "Os Livros de Bachman" já pode ser considerado um produto em extinção, um verdadeiro tesouro de colecionador.
      Grande abraço!

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