quarta-feira, 19 de agosto de 2015

10 livros inspirados em crimes chocantes que intrigaram a polícia

Alguns crimes ocorridos no Brasil e também em outros países deixaram os seus moradores chocados, além de terem intrigado a polícia pela forma macabra como foram cometidos. Vários deles, após décadas, ainda continuam sem solução com os seus mentores envoltos numa aura de mistério. De uma forma ou de outra, esses crimes dominaram as manchetes dos meios de comunicação, além de terem sido os assuntos predominantes nas redes sociais.
Muitos deles inspiraram filmes e livros ao longo dos anos, mostrando detalhes das tramas macabras engendradas por mentes doentias e impiedosas.
No post de hoje, vamos conferir 10 livros de sucesso inspirados em crimes que abalaram o mundo e desafiaram a polícia. Alguns recentes, outros nem tanto. E valos a lista.
01 – A Sangue Frio (Truman Capote)
“A Sangue Frio” de Truman Capote relata o brutal assassinato de quatro membros de uma respeitada família de uma pequena cidade localizada no interior do estado do Kansas, nos Estados Unidos. O crime aconteceu em 15 de novembro de 1959 e chocou todos os moradores da pacata Holcomb  devido aos requintes de crueldade. Herb Clutter, o patriarca da família, tinha 48 anos e era um fazendeiro muito estimado na comunidade. Bonnie Clutter, sua esposa, era três anos mais nova e sofria de "problemas psicológicos". O casal vivia com os dois filhos mais novos, Kenyon e Nancy, ainda adolescentes. Os quatro foram amarrados e amordaçados (Herb também teve a garganta cortada); depois, foram mortos a tiros de espingarda.
Misturando narrativa jornalística com a literária, Capote consegue fazer com que o leitor ‘mergulhe’ no centro do caso. Ele mostra minuciosamente o perfil dos assassinos, das vítimas e também de pessoas da cidade onde aconteceu o crime. Depois relata como foi o assassinato, revelando, posteriormente, os bastidores da prisão, do processo e terminando com a execução dos culpados.
A obra é constantemente recomendada nos cursos de Comunicação Social, sendo leitura obrigatória aos aspirantes a jornalistas. Os professores e experts da área consideram “A Sangue Frio” um verdadeiro exemplo de investigação apurada e de envolvimento com o objeto estudado.
02 – O Sequestro de Carlinhos – A Verdade Relatada por Seu Pai (João Mello)
Apesar de ter apenas 13 anos no dia em que Carlos Ramirez da Costa, o Carlinhos, foi seqüestrado, eu me lembro muito bem da comoção nacional provocada pelo crime.
Era noite de quinta-feira, 2 de agosto de 1973. Maria da Conceição Ramirez assistia à novela das 20h com cinco de seus sete filhos em casa, na Rua Alice, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Seu marido, João Costa, havia saído de carro com as duas crianças menores. De repente, um queda de luz deixa a casa toda escura. É neste momento que um homem portando um revolver e com o rosto coberto por um lenço, invade o portão da residência, vai até a sala e seqüestra apenas Carlinhos, que havia acabado de completar 10 anos de idade. O seqüestrador ainda deixou um bilhete exigindo o resgate de ‘cem mil cruzeiros’, uma fortuna, na época. O pai do garoto conseguiu arrecadar o dinheiro – após uma campanha popular – que não foi entregue porque o criminoso nunca mais entrou em contato.
Carlinhos está desaparecido há 42 anos e a sua família não sabe se ele está vivo ou morto. O caso vem intrigando a polícia e o imaginário popular há mais de quatro décadas.
Em 1986, João Mello, pai de Carlinhos, que chegou a ser preso como suspeito por ter participado do seqüestro escreveu um livro dando o seu ponto de vista sobre o caso. Ele fala do sofrimento da família, das linhas de investigação – todas elas atrapalhadas – adotadas pelo polícia e que não levaram a nada, além de explicar os motivos que fez a polícia prendê-lo em 1973.
O livro lançado pela editora Record pode ser encontrado apenas em sebos, pois as suas edições estão esgotadas.
03 – O Espetáculo Mais Triste da Terra (Mauro Ventura)
O jornalista Mauro ventura reconstrói em seu livro, a maior tragédia circense da história e o pior incêndio com vítimas do Brasil. Mais de 3 mil espectadores, a maioria crianças, lotavam a matinê do Gran Circo Norte-Americano, anunciado como o mais famoso da América Latina, quando a trapezista Antonietta Stevanovich deu o alerta de “fogo!”. Em menos de dez minutos, as chamas devoraram a lona, justamente no momento em que o principal hospital da região se encontrava fechado por falta de condições. O prefeito de Niterói (RJ) estabeleceu em 503 o número oficial de mortos, mas a contabilidade real nunca será conhecida. Curto-circuito ou crime? Era a pergunta que todos se faziam. A polícia logo descobriu um suspeito, Adilson Marcelino Alves, o “Dequinha” que passou a ser considerado um dos mais terríveis genocidas de que até hoje se tem notícia no Brasil. Ele havia sido
demitido por Stevanovich, dono do circo, após dois dias de trabalho na montagem da estrutura. Dequinha já teria sido barrado na entrada do circo e lutado com um funcionário.
Mas até que ponto ele era o verdadeiro culpado ou o bode expiatório ideal para dar satisfações rápidas à sociedade e encobrir possíveis falhas das autoridades e do dono do circo? 
“O Espetáculo Mais Triste da Terra” revela uma trama que mistura drama e heroísmo, oportunismo e solidariedade, dor e superação. O autor mostra como a catástrofe fez surgir a figura do profeta Gentileza e ajudou a projetar o nome do cirurgião plástico Ivo Pitanguy.
O impacto da tragédia em Niterói, então capital do estado do Rio de Janeiro, foi tamanho que o assunto permanece encoberto até hoje. 
04 – Retrato de um Assassino (Patricia Cornwell)
Dessa vez, Patrícia Cornwell tira de cena Kay Scarpetta, a médica legista que protagoniza a maior parte de seus livros de ficção, para ela mesma assumir o comando da história. E diga-se, uma história voltada para o jornalismo investigativo.
“Retrato de um Assassino” narra as investigações que a escritora fez para descobrir a identidade de Jack, o Estripador, que no final do século XIX aterrorizou a cidade de Londres com uma série de bárbaros assassinatos cometidos contra prostitutas. Além de nunca ter sido preso, a polícia não conseguiu descobrir até hoje seu verdadeiro nome.
Cornwell recorreu ao trabalho de especialistas em diversas áreas e vasculhou documentos disponíveis sobre pessoas que viveram na época. Com base nessas informações, ela revela a identidade de Jack, O Estripador que teria morrido em 1942.
A autora afirma que durante o trabalho de reunir provas da autoria das mortes enfrentou dificuldades, não apenas por conta do tempo transcorrido desde que aconteceram os crimes, mas também porque, depois de morto, Jack foi cremado, impossibilitando a realização de testes de DNA. Mesmo assim, foram feitos testes a partir de resquícios de material genético encontrados em selos de cartas enviadas por Jack.
A conclusão da escritora é, sem dúvida, controversa e ainda passível de verificação, mas se baseia em evidências que poderiam justificar a reabertura do caso.
05 – Canibais: Paixão e Morte na Rua do Arvoredo (David Coimbra)
Este crime que aconteceu em Porto Alegre, no século 19, foi tão macabro, tão repugnante, que até hoje a maioria dos moradores gaúchos evitam falar sobre o assunto. O caso ficou conhecido nos meios policiais da época como
“Os Crimes da Rua do Arvoredo” e devido a sua aura macabra acabou se tornando uma lenda urbana na cidade, mas muitos garantem que, de fato, aconteceu.
O crime ocorreu em 18 de abril de 1864. Neste dia, a polícia de Porto Alegre deparou-se com uma cena horripilante: no porão da casa de José Ramos e Catharina Palse, na Rua do Arvoredo, onde também funcionava o açougue do casal, estavam enterrados os pedaços de um corpo humano, já em avançado estado de decomposição. O cadáver havia sido retalhado, com a cabeça e membros separados do tronco, e este, por sua vez, repartido em vários pedaços. A vítima identificada era o alemão Carlos Claussner, antigo dono do açougue da Rua Arvoredo. Ao examinar um poço desativado, no terreno dos fundos da casa, a polícia encontrou os corpos do taverneiro Januário Martins Ramos da Silva e de seu caixeiro, José Ignacio de Souza Ávila, de apenas 14 anos, igualmente esquartejados. 
Reza a lenda que o açougueiro Ramos degolava, esquartejava, descarnava, fatiava e guardava as vítimas em baús, moendo-as aos poucos e transformando-as nas famosas linguiças, que eram vendidas em seu açougue. Os gaúchos faziam fila para comprá-las e nem desconfiavam de que estavam praticando canibalismo ‘por tabela’.
Para escrever “Canibais: Paixão e Morte na Rua do Arvoredo”, David Coimbra pesquisou aproximadamente 18 obras sobre os referidos crimes, construindo uma narrativa simplesmente empolgante que tem como cenário uma Porto Alegre de escravos fugidos, imigrantes desgarrados, enfim, bandidos de todos os tipos. Interessou-se pelo livro? Confira, então, post completo sobre a obra aqui.
06 – Aracelli, Meu Amor (José Louzeiro)
Em 18 de maio de 1973, Aracelli Cabrera Crespo, de apenas 8 anos, foi raptada, drogada, estuprada, morta a dentadas e em seguida carbonizada. Ela teria sido assassinada por um grupo de jovens da alta sociedade de Vitória, em uma festa regada a bebidas alcoólicas, cocaína e sadismo.
O desaparecimento da menina acabou de completar 42 anos, mas até o presente momento ninguém foi punido pelo crime. Após a prisão, julgamento e absolvição dos acusados, o processo foi arquivado pela Justiça.
No livro “Aracelli, Meu Amor”, o escritor e jornalista José Louzeiro relata o assassinato que comoveu o Brasil. O autor revela que entre os envolvidos, estavam membros de famílias influentes no Espírito Santo e que pelo menos duas pessoas morreram por denunciar os
criminosos. Por isso, ninguém em Vitória quer falar sobre o crime sórdido, temendo pelas suas vidas, mas Louzeiro demonstrando muita coragem dá “nome aos bois” revelando a identidade de todas as pessoas envolvidas no caso e também todas as falhas da Justiça que possibilitou a impunidade dos criminosos.
Segundo o autor, o caso gerou a morte até de pessoas determinadas em desvendar o crime. Ele, próprio, enquanto investigava em Vitória as causas da morte de Aracelli para escrever o seu livro foi ameaçado de morte.
A obra publicada originalmente na década de 1980 e ganhou, recentemente, nova edição pela editora Prumo.
07 – Helter Skelter (Vincent Bugliosi)
“Helter Skelter” aborda com profundidade um dos crimes mais cruéis e bizarros que o mundo já conheceu: o assassinato de Sharon Tate (grávida de oito meses e meio) e de um grupo de amigos que se encontravam em sua casa. A atriz, de 26 anos,  muito famosa naquela época, além de ser considerada um símbolo sexual, era esposa do renomado diretor de cinema Roman Polanski.
Na noite de 9 de agosto de 1969, Tate e outros quatro amigos - Jay Sebring, Abigail Folger, Wojciech Frykowski e Steven Parent – foram assassinados  na mansão localizada na Cielo Drive.
A mando de Charles Manson, um grupo de seus seguidores, todos eles jovens entre 20 e 23 anos, invadiu a casa da atriz e massacrou seus moradores. Sharon Tate implorava
Atriz Sharon Tate
para ser deixada viva para ter seu bebê e ofereceu-se como refém ao grupo de Manson em troca da vida da criança. Dois dos seguidores da seita não lhe deram ouvidos e a esfaquearam 16 vezes, várias das facadas na barriga. Os outros amigos da mulher de Polanski também foram torturados e mortos de uma forma macabra e cruel. Uma das vítimas, Frykowski levou 51 facadas. 
“Helter Skelter” foi escrito pelo promotor do caso, Vincent Bugliosi e relata todos os pormenores do crime que abalou o mundo. O livro ainda tenta explicar como uma pessoa, no caso Manson, conseguiu persuadir um grupo de “hippies” normais e bonitos a sair matando à esmo pessoas completamente desconhecidas, sem apresentar nenhum tipo de arrependimento ou remorso.
Prisão de Charles Manson
Considero “Helter Skelter” referencia no assunto porque foi escrito por uma pessoa que viveu de perto toda essa situação, além de ter mantido contato e ouvido todos os envolvidos. Pena que a obra não foi traduzida para o português.
08 – Richthofen – O Assassinato dos Pais de Suzane (Roger Franchini)
Neste livro, o escritor e ex-policial Roger Franchini, leva o leitor aos bastidores de um crime terrível, pela visão de um homem que acompanhou de perto o desenrolar dos fatos. Ele desmonta o caso da estudante de direito, Suzane Von Richthofen  que foi a mandante do assassinato dos próprios pais, mortos a pauladas por seu namorado, Daniel Cravinhos e por seu cunhado, Christian Cravinhos num dos crimes mais famosos na história do país e que até hoje atrai grande atenção da imprensa.
O livro faz revelações surpreendentes como o alcoolismo dos pais assassinados e o ambiente familiar violento em que Suzane vivia com seu irmão. Franchini consegue trazer as informações que a imprensa até hoje não conseguiu articular, contando a história sob diversos pontos de vista.
Eu não tive a oportunidade de ler a obra que foi lançada em 2011 - aliás, nem sei se a lerei, já que não me interesso muito pelo caso - mas um colega de trabalho devorou o seu conteúdo e me disse que Franchini deu conta do recado. Segundo esse colega, o autor fez um livro enxuto (192 páginas), mas recheado de informações interessantes, pelo menos para aquelas pessoas que ainda se interessam pelo crime que foi divulgado à exaustão pelos meios de comunicação.
Christian e Daniel Cravinhos ao lado de Suzane Von Richthofen
O que mais teria chamado a atenção em “Richthofen – O Assassinato dos Pais de Suzane” foram as informações inéditas dos bastidores da investigação policial, as suspeitas, as evidências, os responsáveis pelo inquérito e mesmo os chocantes depoimentos de Suzane e dos irmãos Cravinhos.
09 – Chico Mendes: Crime e Castigo (Zuenir Ventura)
O assassinato de Chico Mendes, aos 44 anos, em 22 de dezembro de 1988 causou uma verdadeira comoção nacional, além de ter sido manchete nas principais redes de televisão do mundo. Mendes foi considerado o maior líder ambientalista que o Brasil já teve, mundialmente reconhecido por sua luta pela preservação da Amazônia.
“Chico Mendes - Crime e Castigo”  reúne reportagens escritas por Zuenir Ventura, do jornal O Globo, a respeito do caso, além de contar detalhes sobre a vida de Mendes.
No Estado do Acre, à frente dos seringueiros que organizou, Chico desenvolveu táticas pacíficas de resistência para defender a floresta, que a partir da década de 70 sofrera um acelerado processo de desmatamento para dar lugar a grandes pastagens de gado. Chico lutou contra a devastação e chamou a atenção do mundo para essa luta.
Jornalista e escritor Zuenir Ventura
O New York Times já o havia considerado "um símbolo de todo o planeta" e a ONU já o premiara, mas Chico Mendes precisou ser assassinado para ser reconhecido no Brasil. O líder seringueiro havia anunciado sua morte iminente, depois de ter recebido inúmeras ameaças. Em cartas, artigos e entrevistas, denunciou os suspeitos às autoridades brasileiras, que não tomaram nenhuma providência de fato para evitar sua morte.
O livro de Ventura é dividido em três partes. A primeira, "O crime", reúne as reportagens feitas para o Jornal do Brasil no começo de 1989, logo após o assassinato do seringueiro. Na segunda, "O castigo", estão as reportagens produzidas dois anos depois, em 1990, juntamente com Marcelo Auler, durante a segunda e a terceira viagens do repórter ao Acre, para cobrir o julgamento dos assassinos. "15 anos depois" é a terceira parte, com textos de outubro de 2003, quando Zuenir revisitou lugares e personagens envolvidos no crime.
10 – A Prova é a Testemunha (Ilana Casoy)
29 de março de 2008. Esta data ficou marcada na vida da maioria dos brasileiros que ao ligar a sua televisão viram estarrecidos o assassinato brutal de uma garota de apenas 8 anos chamada Isabela Oliveira Nardoni. Ela foi espancada, estrangulada e jogada do 6º andar  do Edifício London, zona norte de São Paulo, onde o seu pai morava com a madrasta e seus dois irmãos, filhos do casal.
O pai e a madrasta da menina: Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto jatobá foram julgados pelo Tribunal do Júri na noite de 27 de março de 2010 e condenados por homicídio doloso, triplamente qualificado, tendo as seguintes penas aplicadas: 31 anos de prisão, em regime fechado, (ele) e 26 (ela).
Isabela Nardoni
A impressão que o leitor tem ao acompanhar a obra de Ilana Casoy é de que está dentro da sala de audiência onde aconteceu o julgamento do casal acusado de matar a pequena Isabela. Mais do que isso: imagine-se nos bastidores desse tribunal, tendo acesso a informações confidenciais que só advogados, juízes e outros magistrados teriam. Ilana Casoy – também autora de “Serial Killer: Louco ou Cruel” - acompanhou o Caso Isabella Nardoni durante dois anos e nesse período se debruçou em pilhas e pilhas de papéis sobre o assunto.
Ilana procura mostrar numa linguagem fluida e de fácil compreensão tudo que se passou dentro do Tribunal até o momento em que foi dado o veredicto.

Agora é só escolher o seu livro e... boa leitura!

5 comentários:

  1. Excelente post ! Todos os livros são muito interessantes !

    bomlivro1811.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Thanks, Maurilei!
      Fico feliz que tenha gostado.
      Abcs!

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  2. Escritor do livro “Os Parâmetros Parietais – Quem vê cara vê coração” fala sobre o comportamento de Suzanne Von Richthoffen, “famosa” por planejar o assassinato de seus pais, através do formato de seu rosto.
    https://www.youtube.com/watch?t=966&v=DUIWwkpNI18

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  3. "Helter Skelter" foi traduzido para o português sim. Aqui, o livro teve o título "Manson - Retrato de um Crime Repugnante", publicado pela editora Record na década de 1970. O livro é muito procurado e bastante raro. Não sei porque nenhuma editora se interessa em relançá-lo.

    Olha a capa dele: http://i.imgur.com/5axiQ9k.jpg

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    Respostas
    1. Carlos, obrigado por complementar o post. Em minhas pesquisas para escrever o texto não havia encontrado nenhuma confirmação oficial de que havia alguma edição de "Helter Skelter" em português. E olha que fucei muito (rs). Mas vc 'garimpou' melhor.
      Agradeço a sua colaboração.
      Abraços!

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