segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Putz! Estou vivendo entre dois mundos: um mágico e outro medieval. O mundo mágico pertence a Harry Potter e o medieval ao guerreiro pagão Uhtred. Confesso que está um pouco complicado ler dois livros ao mesmo tempo, um deles com o compromisso de resenhá-lo, pelo menos, a cada semana. Pois é, tudo culpa (no bom sentido, é claro) do “Desafio Literário Potter”. Cheguei até mesmo dar um tempo na elaboração das minhas listas literárias, das quais gosto tanto. Mas vamos seguindo em frente porque atrás vem gente.
E não é que chego ao 6º e penúltimo livro da saga do menino bruxo?! Pois é man, ainda bem que li o livro antes de ter assistido ao filme porque a história que foi adaptada para as telonas em 2009 é uma porcaria. E bota porcaria nisso. A produção cinematográfica, simplesmente, cortou uma ‘infinidade’ de partes do livro e muitas delas saborosamente deliciosas como por exemplo, o noivado da Fleur e do Gui.  A origem e toda a essência das horcruxes foram muito mal explicadas no filme, enquanto J.Rowling dedicou um capítulo inteiro em sua obra literária para essa finalidade. Mas o pecado mortal, a machadada sem dó na vítima, foi o total desrespeito com o funeral de um dos personagens mais importantes do livro. Juro que fiquei pasmo. Ao ver a cena – optei por assisti o DVD para auxiliar em minha resenha – vi que foi omitido quase tudo, para não dizer absolutamente tudo do que estava no livro. Cara, Rowling dá detalhes emocionantes do funeral em sua obra, enquanto isso, o nosso ‘querido’ David Yates, responsável pela direção do filme, usou novamente o seu velho machadão afiado até a gota.
Falando escrevendo agora, essencialmente sobre o livro; Rowling escreveu  uma obra maravilhosa, cheia de reviravoltas e com um final  digno de uma saga. Cara, juro que me emocionei. Acho que estou ficando com o coração mole (rs).
“Harry Potter e o Enigma do Príncipe” começa, exatamente,  a partir do ponto onde o livro anterior parou. O poder de Voldemort e de seus seguidores, os Comensais da Morte, cresceu de uma tal maneira que já passou a afetar o mundo dos trouxas (não-bruxos, quer dizer, o nosso mundo). Também não poderia ser diferente, já que além dos Comensais, o Lords das Trevas conta ainda com o apoio dos malignos Dementadores, criaturas mágicas que "sugam" a esperança e a felicidade das pessoas.
Enquanto isso, Harry, que acabou de completar 16 anos, parte rumo ao sexto ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, animado e, ao mesmo tempo, apreensivo com a perspectiva de ter aulas particulares com o professor Dumbledore, o diretor da escola e o bruxo mais respeitado em toda comunidade mágica.
Harry, longe de ser o menino magricela que vivia no quarto debaixo da escada na casa dos tios trouxas, é um dos principais nomes entre aqueles que lutam contra Voldemort, e se vê cada vez mais isolado à medida que os rumores de que ele é O Eleito, o único capaz de derrotar o Lorde das Trevas, se espalham pelo mundo bruxo.
O livro também começa a definir dois casais apaixonados: Rony e Hermione, e Harry e Gina. Muito legal essa parte. Outro detalhe é que comecei a ficar desconfiado do professor Severo Snape que sempre posou de vilão. Cara, como um vilão poderia... Bem leiam o livro é melhor; não quero estragá-lo com spoilers.
Enfim, várias passagens que você não havia entendido nos livros anteriores, agora, em “O Enigma do Príncipe”, começam a fazer sentido.
A obra é um pré-vestibular para “As Relíquias da Morte”, preparando o leitor para o último volume da saga, esclarecendo muitas dúvidas que haviam ficado no ar nos quatro livros anteriores.

É isso aí! 

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