Drácula: O Vampiro da Noite (Bram Stoker)


Drácula foi um dos personagens de terror mais fascinantes que conheci durante a minha infância e adolescência. Lembro-me que, apesar da pouca idade, ficava acordado  até altas horas da noite para assistir na TV os memoráveis duelos entre Christopher Lee e Peter Cushing, respectivamente Drácula e Van Helsing, nas memoráveis produções de terror da Hammer. Posso dizer que esses filmes foram os responsáveis por despertar em mim o interesse pela literatura que aborda o chamado mito dos vampiros, entre os quais a obra prima “Drácula” de Bram Stoker”.
Comprei o livro há cerca de um ano, mas vinha adiando a sua leitura por causa de algumas críticas que consideravam a história boa, mas apesar disso, muito cansativa por ter sido escrita pelo autor na forma de epístolas. A maioria das críticas que li era semelhante: “história boa, um clássico, mas mesmo assim, cansativa”.
Então, um dia vi no blog “Clique Neurótico”, um comentário – diga-se de passagem, muito bem escrito – sobre o livro de Bram Stoker que fugia do contexto daqueles que eu já havia lido.
Após verr o comentário bem conciso escrito pela blogueira Joelma Alves, decide retirar o livro da minha estante e encarar a sua leitura. Não me arrependi... “Drácula” é muito bom. E... não tem nada de cansativo.
Publico nesse espaço o link para que vocês acessem a crítica sobre a obra de Stoker publicada no Clique Neurótico. Ela exprime, na íntegra, a minha opinião sobre o livro.
Inté!

Um comentário

  1. José Antônio,

    Que honra ser citada por você aqui no seu blog! rs
    Imagina, acredito que se você escrevesse um texto sobre suas impressões, ficaria muito melhor do que o meu, mas aceito os elogios. =)
    Eu não achei Drácula cansativo, como disse, me surpreendi com a 'fluidez' da leitura. Ótimo livro, recomendadissímo!

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