sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

“O Destino do Poseidon”; saudades do livro e do filme de 1972


Edição de bolso de "O Destino do Poseidon"

Hoje, vocês encontram a edição de bolso de “O Destino do Poseidon” a preços módicos nos sebos, mas na época em que consegui o meu exemplar... Caraca! Foi muito difícil.  E ‘bota’ difícil nisso. Mantive contato com vários livreiros até que encontrasse a ‘cereja do bolo’ que tivesse a obra. Lembro que na época o Orkut estava bombando na net  - esqueça as outras redes sociais, só dava Orkut (rs) - e o tal livreiro que salvou a minha pele foi localizado após inúmeros contatos através do ‘finado’ Orkut.
Sou eternamente grato ao Alberto (não esqueci o nome do livreiro, apesar de vários anos)  porque acho que não conseguiria esperar até hoje para ler a obra de Paul Gallico: ou morreria de ansiedade ou a magia de ter contato com a história acabaria se perdendo – acontece muito disso comigo: tenho que ler uma história no momento em que estou com tesão, depois... a magia acaba se perdendo.
Putz, eu começo a reviver a minha caçada ao “O Destino do Poseidon” e as lembranças vão retornando aos poucos...  Ainda me lembro que havia acabado de  assistir ao filme de 1972, com Gene Hackmen no papel do impagável Reverendo Scott, e após a película (época das saudosas fitas VHS, já perto de sua fase final) acabei descobrindo que a produção cinematográfica havia sido baseada num livro. E lá vai eu pesquisar.Ah! Antes que me esqueça: esqueça o remake de 2006. Terrível.
Filme produzido em 1972 adaptado do livro
Descobri que o livro havia sido escrito por Paul Gallico. Depois disso, comecei a minha maratona à procura da obra, foi quando o tal livreiro me salvou a pele ou a alma, sei lá, tanto faz (rs). Fiz o depósito do valor combinado em sua conta e depois de alguns dias ele me enviou o livro pelos Correios.
O livro teve outra adaptação cinematográfica em 2006
“O Destino do Poseidon” foi publicado originalmente em 1969, dois anos depois viria o filme de grande sucesso mundial. A história idealizada por Gallico sobre uma catástrofe em alto mar consegue prender o leitor da primeira a última página. O S.S. Poseidon, um antigo e gigantesco transatlântico convertido em navio de cruzeiro, transportando mais de 500 passageiros numa viagem de réveillon, é atingido por uma gigantesca onda que acaba virando o navio de cabeça para baixo. 
Paul Gallico
No meio dessa tragédia temos dois grupos de sobreviventes: um composto por pessoas conformadas que preferem aguardar o salvamento no meio dos destroços e outro grupo formado por aventureiros que decidem encarar uma viagem cheia de perigos até o casco do navio que se encontra na superfície. O livro é sobre esses aventureiros. Suas vitórias, derrotas, tristezas, alegrias, desentendimentos, traições, provas de amizade e coragem, durante essa jornada suicida.
Tudo bem que eu já havia escrito um post do livro em 2011 (ver aqui), mas hoje pela manhã me bateu  aquele insight sobre a obra de Gallico e não resisti à vontade de compartilhar a história com vocês.
Espero que tenham gostado.
Eu e as minhas reminiscências.

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