domingo, 25 de outubro de 2015

Harry Potter e a Câmara Secreta

E vamos que vamos com o nosso desafio literário, o qual já batizei de “Desafio Mea Culpa” (leiam aqui e vocês entenderão melhor). Olha aí heinn galera, torcendo por mim; afinal terei que reler toda a saga do menino bruxo em uma semana. Santo Antão!! Um livro por dia! Será que eu consigo. Tudo bem que seja uma leitura dinâmica do tipo vapt-vupt, mas acontece que também estou encarando as “Crônicas Saxônicas”, entonce... já viu né?!
Mas tudo bem, vamos ao que interessa. Já conclui a releitura do segundo livro da saga: “Harry Potter e a Câmara Secreta”. Olha, confesso que foi muito difícil fazer uma leitura do tipo ‘rapi-10’ porque a história é envolvente demais, mesmo para aqueles leitores que, assim como eu, já conhecem o enredo. A minha vontade era reler a história de J.K. Rowling tranquilamente, sem o compromisso de atrelá-la à um desafio literário.
Acho “Câmara Secreta” o livro mais denso da saga, o mais...digamos tenebroso. Por quê? Vejam bem; Harry tem apenas 12 anos e apesar da pouca idade enfrenta um de seus maiores desafios e chega a ver a morte de perto. Desta vez, o garoto encara algo, de fato, abominável; uma criatura maligna à altura do Lord das Trevas, Voldemort.
Além do enredo apresentar perigos inomináveis para o pequeno Harry; “A Câmara Secreta” introduz pela primeira vez no chamado “Universo Potter”, personagens e detalhes importantes que passarão a ser abordados com freqüência nos próximos livros. A famosa “Poção Polissuco” é um deles. Neste segundo livro, o professor Severo Snape ensina os seus alunos prepararem a fórmula antológica que permite que o consumidor assuma a forma física de outra pessoa, desde que se consiga uma parte individual do corpo da pessoa para adicionar à poção.
O Diário de Riddle também é outro objeto mágico importante que dá as caras pela primeira vez em “Harry Potter e a Câmara Secreta”. É um diário escrito por Tom Roddle (Voldemort) durante o período em que estudou na escola de Hogwarts. Meio século depois, Voldemort deixou  o perigoso livro nas mãos de seu fiel seguidor Lúcio Malfoy, pai de Draco, que mais tarde o entregou a Gina Wesley, irmã de Roney, sem ela perceber. À medida que Gina escreve no diário em branco, a tinta apaga-se e surge uma nova frase escrita por Riddle, ao que ela respondia. Isso fez a garota ser possuída por Voldemort e levada à Câmara Secreta. 
O livro ainda faz uma pequena referência à prisão de Azkaban que terá um papel muito importante no próximo livro da saga. Ah!! Não posso me esquecer também do elfo doméstico Dobby aprontando das suas neste segundo volume da série.
Todos esses objetos mágicos voltam a aparecer com destaque nos próximos livros, por isso, além de denso também considero “Harry Pottrer e a Câmara Secreta” referência de toda a saga.
O enredo da obra, traz Harry vivendo o seu segundo ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e enfrentando um de seus maiores desafios. Ele  tem que localizar uma câmara secreta e liquidar um monstro que está atacando estudantes do colégio Hogwarts, sem contar que Gina, irmã de seu melhor amigo, foi capturada por Voldemort e levada à tal câmara onde vive ‘amoitado’ a terrível criatura.
Harry contará com importantes aliados nessa empreitada, entre eles uma Fênix, a ave mágica de Dumbledore, aquele velhinho simpático e cheio de enigmas que é diretor de Hogwarts.
O final da história é tenso, mas também engraçado e emocionante.

Falou galera! Volto em breve com “O Prisioneiro de Azkaban.

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