segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Duvida cruel: Almanaque da TV ou dos Seriados???



Judaaaaa euuuuuuuu!!!!!! Galera que acompanha o "Livros e Opinião" ‘tô’ numa dúvida cruel. Primeiro detalhe: grana curtíssima. Orçamento para os próximos 3 três meses totalmente comprometido. Cara! Estourou, explodiu!!! Não que eu seja um mau administrador, mas as despesas extras com farmácia, viagens por motivo de saúde e aquela mania infelizzzzzzzzz de mestre cuca... Eu adoro cozinhar (o pior é que my love Lulu já está acostumando e sabe né... isso é mau, muito mau- rsss) e com isso vai mousse de um lado, lasanha quatro queijos de outro e isso e aquilo.... Jesuss!! Pobre dinheirinho... Segundo detalhe: grana curta, curtíssima para comprar meu livros. Galera, tinha o hábito de adquirir uma média de quatro a seis livros por mês; hoje, nadica de nada. Vou ter de ficar nessa maré por três meses, até acertar a minha situação. Será que eu aguento?!!!! Sei não.... Terceiro detalhe: Estou com mais de 15 livros na fila para serem adquiridos. Confesso que estava louco para comprar os novos lançamentos de Zafon "O Príncipe da Névoa" e "O Palácio da Meia Noite". Bem... quer dizer... até surgir duas tentações marditas ou benditas; sei lá: "Almanaque dos Seriados" e "Almanaque da TV". Uma coisa é certa: já decidi! Vou 'estoporar' o orçamento, mas só tenho coragem para fazer isso com apenas um livro.
Pronto!! Tomei a iniciativa!! Que Zafon se mande para um segundo plano! Vá com Deus Zafon; se manda! Putz! Não acredito que disse esse sacrilégio... Zafon...perdão, mil vezes perdão, mas.... entende né pessoal... é que tô seduzido por essas duas tentações....
Etchaaa nóisss! Não sei qual virá para a minha estante daqui há dois ou três dias.....
Bem, segue primeiramente a matéria escrita pelo jornalista Paulo Ricardo Moreira do Globo sobre o Almanaque da TV,publicada em 2007 no jornal O Globo. É... já faz tempinho né? Pois é, o ‘lerdo aqui’ já foi descobrir que a obra existia quase seis anos depois!
Confiram a resenha do jornal O Globo que diz tudo. Segue aí pessoal:
" As curiosidades do ‘Almanaque da TV’, livro que registra a história da televisão no Brasil

Você sabia... Que Silveira Sampaio foi o pioneiro do talk-show no país, ao estrear o programa “À procura do bate-papo perdido”, na TV Rio, em 1957? Que a primeira cidade cenográfica foi construída pela TV Excelsior para a novela “Redenção”, em 1966? Que Vera Fischer estreou na Tupi como assistente do programa esportivo “Jogo limpo”, em 1971? Essas e outras curiosidades estão no “Almanaque da TV”, lançamento da Ediouro que registra a história e os bastidores da TV no Brasil. Os autores são a jornalista Bia Braune e o publicitário Ricardo Xavier, o Rixa, redatores do “Video show”, da Globo, que não se preocuparam em fazer um livro didático. Confira outras histórias e curiosidades. Joana d'Arc enforcada:

Aconteceu na versão carioca do teleteatro “Processo contra Joana”, ao vivo, com Nathália Timberg vivendo Joana d'Arc, em 1958. O ator Oscar Felipe, que vivia o bispo Cauchon, condenou a heroína a morrer na forca. Reza a lenda que o autor Manoel Carlos, na época ator e interpretando um sentinela, corrigiu a história: “Monsenhor, não seria melhor queimá-la?”.Xuxa faz a cabeça:

Quando estreou no “Clube da criança”, em 1983, na extinta TV Manchete, Xuxa Meneghel tinha 20 anos e usava um penteado bem infantil. A partir dali, os dois tufos de cabelos presos passaram a ser chamados de “xuxinha”. Anos mais tarde, já na Globo, a loura foi uma fonte inesgotável de fofocas e lendas urbanas. A mais popular entre elas dizia que as canções dos discos de Xuxa continham diabólicas mensagens subliminares, se ouvidas de trás para frente.Locomotiva desgovernada:

Foi guiando um automóvel numa gravação da novela “Locomotivas” (1977) que a atriz Célia Biar atropelou de verdade a colega Ilka Soares. O acidente não teve maior gravidade, mas apressou a contratação de dublês para as cenas de perigo nas novelas da Globo. Bastidores do JN:

Por muitos anos dizia-se que Cid Moreira apresentava o “Jornal Nacional” usando paletó, gravata e... bermuda! Mas o máximo que o apresentador se permitia era usar tênis sem meia. De 1969 até 1996, quando deixou a bancada do telejornal, Cid desejou cerca de 8.914 “boas-noites” aos telespectadores. ‘Quem matou?’:

O recurso para segurar a audiência é antigo na telenovela. Mas, em “Assim na terra como no céu” (1971, na Globo), aconteceu algo muito curioso: o próprio autor, Dias Gomes, apareceu em cena no final, dando três hipóteses com os principais suspeitos do crime. O assassino de Nívea (Renata Sorrah) foi Mário Maluco (Osmar Prado). Farofa de madeira:

O telespectador que assistia a TV Continental não percebeu. Em 1959, em vez da salada pedida no texto do programa “Isto é estória”, o contra-regra pôs serragem no prato do ator Roberto Maya. Ao vivo, ele raspou o prato como se estivesse comendo uma deliciosa farofa. "
Olha, não venha mentir, dizendo que não ficou nem um pouco interessado nesse livro...Pode parar se não vou ter que lhe chamar de cínico.
E agora, a resenha de "O Almanaque dos Seriados" estampada no site da Submarino...
"Aqui você vai encontrar algumas séries que muitos curtiram na infância, como Nacional Kid e O Vigilante Rodoviário, Agente 86, Magnum, a Ilha da Fantasia e tantos outros. Divididos por décadas, de 1950 a 2000, foram selecionadas as séries mais populares com dados sobre atores, produção e muitas curiosidades. São séries exibidas em 50 anos de televisão no Brasil, estrangeiras e nacionais. Aproveite a leitura e embarque neste túnel do tempo."
Ah! Antes que me esqueça. O livro foi escrito pelo jornalista Paulo Gustavo Pereira. Pelo que eu pesquisei na Net, o autor demorou mais de 20 anos pesquisando e escrevendo o “Almanaque dos Seriados” que foi lançado em 2008. Ih...Olha o lerdo aí de novo!!
Pelo que eu sei são aproximadamente 1.000 seriados tratados pelo autor em suas mais de 300 páginas, entre eles: “As Aventuras de Rin Tin Tin”, “Ultramen”, “Nacional Kid”, “Battlestar Galática”, “Alf”, “Armação Ilimitada”, “Carga Pesada” e etc e mais etc.
Curiosidades dos bastidores, como o seriado era produzido, intrigas entre atores e fotos, muitas fotos.
Taí! Qual heinn... esse ou aquele... aquele ou esse??
Como dizia um turquinho, reitor da universidade particular onde estudava: - "Sêo José sua mensalidade vence depois de amanhã. Vê se paga em dia. Juda eu!". E olha que eu não atrasava um dia se quer (rs)!

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