domingo, 7 de julho de 2013

10 momentos tensos de 10 livros que eu li



A Dalvinha era fod... Não tinha paciência nenhuma  na hora de ler um romance. Já atacava de cara o final do livro para saber “quem morria e quem vivia”. Somente depois de matar a sua curiosidade é que essa amiga dos tempos de universidade conseguia ter tranqüilidade para “iniciar” a sua leitura. Ler o final do livro era um ritual sagrado jamais abandonado por ela. Já o Bandeira, seu namorado, não se amarrava muito em livros. O seu forte eram os filmes de ação. E a exemplo de Dalvinha, ele também tinha uma mania bem... digamos... sui generis: se nos primeiros cinco ou dez minutos não rolassem algumas mortes, tiros, explosões, cabeças ou braços decepados, ele procedia de imediato a troca do filme em seu DVD. “- “Mano, tem que ter ação! Tem que ter movimento!”, dizia ele.
Ontem, enquanto revia um filme do Bruce Willis, lembrei-me desses dois grandes amigos que não vejo há décadas. Aliás, que saudades deles e da minha galera universitária que, literalmente, sumiram. Bem, foi pensando na Dalvinha e no Bandeira que acabei ganhando inspiração para escrever esse post.
Galera, todos os livros tem os momentos tensos. Aqueles trechos de puro clímax que impedem os leitores de pararem a leitura. Pode ser o momento que antecede o confronto entre heróis e vilões ou então o instante em que o mocinho ou mocinha está perto de descobrir alguma trama ardilosa engendrada pelos seus inimigos.
Acredito que se o Bandeira fosse um leitor inveterado, com certeza – ao contrário da Dalvinha que sempre ‘atacava’  o final de uma história – ele iria folhear o livro até localizar o ‘pega pra capar’ do enredo e depois quem sabe, abandonaria a obra, pois já teria satisfeito a sua curiosidade.
Neste post, selecionei os momentos mais tensos de dez livros que li. Momentos que confesso, sabotaram o meu jantar e o meu sono, além de contribuir para alguns atrasos em meu serviço. Nada  mais me importava; a não ser terminar a leitura desses trechos eletrizantes.
Pois bem. Vamos à eles!
01 – O primeiro encontro da agente Starling com o Dr. Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes)
O corredor, a cela do Canibal e cadeira de Starling
O trecho do livro de Thomas Harris em que a agente Clarice Starling desce um corredor lúgubre e mal iluminado que a leva diretamente onde o Dr. Lecter está encarcerado é muito angustiante. Aliás, angustiante aos extremos. “Clarice Starling encolheu-se quando a primeira das pesadas portas metálicas se fechou as suas costas com um estrondo”. Cara, é como se estivéssemos ao lado da agente do FBI que recebe a triste incumbência de entrevistar um dos maiores psicopatas que o mundo já conheceu e que se encontra encarcerado numa prisão de segurança máxima.
A cena do tão esperado encontro entre Starling e Lecter não acontece de uma hora para outra. Pelo contrário, esse momento é antecedido por uma narrativa tensa e recheada de expectativa, onde Harris aos poucos vai moldando a personalidade complexa e intrigante de Hannibal, “O Canibal”.
Dr. Shilton, diretor da prisão onde Lecter se encontra, é o responsável por criar esse clima para os leitores. Enquanto ele acompanha Starling pelo corredor da prisão, vai tecendo comentários à respeito do psicopata, fazendo uma série de recomendações à agente. Recomendações que segundo ele, poderão salvar a sua vida durante essa entrevista.
Confira só que trecho tenso da narrativa: “Então lembre-se das regras: não enfie as mãos pelas barras, nem toque nelas. Não entregue nada à ele, exceto papel macio. Nada de caneta ou lápis. Qualquer coisa só pode chegar as mãos dele pelo transportador deslizante de comida. Não aceite nada que ele tente lhe empurrar através das grades”.
Shilton ainda diz à moça que Lecter nunca sai de sua cela sem uma mordaça, além de roupas que restringem o seus movimentos. Quando ela pergunta o porque, o diretor do presídio lhe mostra a foto de uma enfermeira com o rosto todo deformado. “... os médicos conseguiram salvar um de seus olhos, mesmo assim, Lecter ainda conseguiu lhe quebrar a mandíbula para arrancar a língua”..... Arghhhhhhhhhhhh!!!
Bem... após ler esses preparativos, o leitor já está com ‘o dito cujo’ na mão, aguardando com uma tremedeira medonha, o encontro da “Bela e a Fera”.
02 – Extração de estômago, rins, fígado e isso e mais aquilo (Os Coletores)
O livro de Eric Garcia é para aquelas pessoas que tem estômagos fortes. A história que se passa no futuro, é sobre um grupo de coletores que tem a missão de retirar órgãos artificiais do corpo de pacientes inadimplentes. Explico melhor. Com o avanço da tecnologia que conseguiu romper barreiras, outrora intransponíveis, as pessoas podem ter acesso a quaisquer órgãos artificiais de que o seu corpo precise. Praticamente indestrutíveis, essas pequenas maravilhas de metal e plástico são muito mais confiáveis e eficientes do que os rins e pulmões originais sujeitos a câncer e outras doenças. Só tem um detalhe. Os fregueses da Credit Union que atrasarem as mensalidades são obrigados a devolver os órgãos transplantados. Aqueles que se negarem caem na mira dos coletores que são pagos para perseguir os caloteiros, captura-los e depois extrair os referidos órgãos que estão com a mensalidade em atraso.
Os leitores que quiserem conhecer mais detalhes da obra do Eric Garcia, bastam acessar aqui e conferir um post que escrevi sobre o livro.
Cada vez que os tais coletores inventam de extrair um órgão, olha.... a coisa é braba.... judia muito de quem lê. O autor faz questão de descrever os detalhes da extração. Arghhhhhhhhh...Ocê ta duvidando?? Então confere só o trecho do diário de um coletor e veja se não estou com a razão: “As duas primeiras extrações foram de fígados, a moleza de sempre. O serviço foi rápido e não houve necessidade de limpeza. Mas o terceiro era uma coleta de estômago e, como eu sabia que seria a maior sujeira, trouxe alguns baldes a mais, só para garantir: dois para o sangue e um” .... Cara, é melhor eu parar por aqui. Se quiserem saber como foi essa extração e muitas outras, leiam o livro do Eric Garcia, que excluindo esses excessos é muito bom. A obra tem um humor bem ferino e foi indicada ao Prêmio Philip K. Dick, para autores de ficção científica.
03 – O duelo entre Rei Artur e Mordred (Excalibur)
Já li várias histórias arturianas, mas a saga escrita por Bernard Cornwell é imbatível. Sem dúvida nenhuma, a melhor das melhores no gênero. Se você quiser conhecer um pouco mais sobre os três livros que compõem a fantástica trilogia, leia aqui, aqui e mais aqui.
Um dos momentos de maior tensão da saga – já que são muitos – é o combate final entre o Rei Artur e o vilão Mordred. A luta que acontece numa praia é de tirar o fôlego. De um lado vemos um Artur já velho e cansado e do outro, um Mordred jovem e no melhor de sua forma física, apesar do pé torto.
Esta cena final de Excalibur que fecha com chave de ouro a trilogia “As Crônicas de Artur” é de prender a respiração. Parece que estamos presenciando pessoalmente o combate entre os dois antagonistas e ouvindo o barulho das espadas se tocando. Quem conhece o estilo narrativo de Cornwell sabe que não existe ninguém melhor do que ele para descrever um combate medieval.
O trecho de “Excalibur”  é tão fantasticamente fantástico que volta e meia, retiro o livro da minha estante, somente para relê-lo. É mole?!
04 – Bullying quase mortal na piscina (Deixa Ela Entrar)
Enquanto escrevia esse post estava em dúvida quanto a dois momentos tensos do livro "Deixa Ela Entrar" de John Ajvide Lindqvist: o bullying do qual Oskar é vítima na piscina da escola ou o pacto de sangue que o garoto propõe à Eli. No final acabei escolhendo os momentos de sufoco que Oskar passou nas mãos de uma gang comandada por Jimmy, um marginal metido a valentão e irmão de um dos desafetos de Oskar.
A crueldade do grupo fica evidente quando eles obrigam o garoto a ficar submerso na piscina durante cinco minutos. Se ele conseguir essa façanha, ganha apenas uma cicatriz no rosto provocada pela faca de Jimmy. Agora se a pobre vítima pedir arrego antes dos cinco minutos, tem um dos olhos furados pela gang.
Cara! Os momentos de tensão vividos por Oskar fazem com que o leitor não tenha forças para largar a leitura. Ficamos torcendo para que ele consiga se safar daquela situação complicada. Olha, mais do que nunca, torci como um louco em desespero para que Eli – a amiga vampira de Oskar – surgisse do nada para salvar o menino e trucidar aquele bando de marginais.
Etcha trechinho angustiante que judiou do menino aqui!!
05 – Criaturas horripilantes no nevoeiro (O Nevoeiro)
“O Nevoeiro” de Stephen King, que abre o livro de contos “Tripulação de Esqueletos” é ‘truck pesado’, mas daqueles trucões que afunda o asfalto. Deus me livre! Êta continho angustiante; medonho (no bom sentido) até a última gota. Lembro que li essa história de madrugada, no meu serviço. Enquanto aguardava a liberação do sinal de satélite para despachar uma reportagem que já estava pronta, decidi ‘sacar’ o livro da mochila e matar o tempo, lendo um conto. O escolhido foi “O Nevoeiro”. Bem, prá variar, o menino aqui estava sozinho na empresa. Não tinha uma alma viva por lá. Parte da equipe só chegava depois de uma hora.
Cara! Que cagaço! O conto é angustiante aos extremos. A história de um nevoeiro que surge misteriosamente ‘engolindo’ uma pequena cidade e trazendo junto consigo criaturas estranhas e monstruosas é terror de primeira qualidade. O conto centra-se num grupo de pessoas presa no interior de um supermercado e que fica dividido entre aqueles que querem sair para investigar o que está acontecendo e aqueles que preferem ficar escondidos no local aguardando a chegada de socorro.
O momento mais cruel da história de King é o ataque de uma lula gigante que vive escondida nas profundezas do nevoeiro.Ai! Ai! Ai! Sente só: “Um tentáculo rastejou da orla oposta da plataforma cimentada do descarregamento e agarrou Norm em volta da barriga... havia filas de ventosas no lado de baixo, movendo-se e encolhendo como centenas de pequeninas bocas enrugadas”... My God! Vou parar por aqui! Quero lembrar mais disso não!
Mêo! Sabe o que é agüentar o ataque dessa criatura asquerosa por mais de duas páginas?! Sabe o que é suportar o King detalhar esse ataque de uma maneira que só ele sabe?
Pois é... é isso aí.
06 – O ataque da lula gigante ao submergível com um grupo de cientistas (A Besta)
Com certeza, muitos de vocês que conseguiram chegar até aqui estão pensando que sou um  P... de um masoquista. E ainda tarado por lulas gigantes! Ehehehehe....
Mas brincadeiras à parte; olha galera, a tal da besta do livro de Peter Benchley é assombrosa. A forma como Benchley descreve o monstro das profundezas oceânicas é incomparável. Durante a sua descrição, ele vai acrescentando, aos poucos, detalhes apavorantes do animal.
Quando alguns cientistas resolvem caçar a lula num submergível, já começamos a imaginar o pior para todo o grupo.
Os momentos que antecedem a entrada do submersível no mar são angustiantes porque já pressentimos, de antemão, que a tripulação será morta pelo monstro.
O ataque da lula ao submersível é foda! Desculpe-me pelo palavrão, mas ele cabe muito bem à situação. O monstro marinho, primeiramente estuda o estranho objeto que se encontra nas profundezas do oceano e depois Grinchhh! Creekkk! Massacra e abre a engenhoca como se fosse uma lata de sardinha. Costumo dizer que Benchley descreve esse ataque de uma maneira sádica, relatando em detalhes o pavor de toda a tripulação que já se considera condenada. Olha gente, a coisa é braba! Aliás, o livro "A Besta" é brabo (no bom sentido).
07  – A vingança de um fantasma demoníaco (A Corrente – Passe Adiante)
Meu amigo, "A Corrente - Passe Adiante", do Estevão Ribeiro é para aqueles cabras da peste que não tem medo de nada;  mas aqueles cabras machos, encasquetados, marrentos e destemidos. E olha que mesmo assim, alguns ainda vão molhar as calças quando conhecerem a personagem Bruna desenvolvida pelo autor. Caraca! E depois ainda tem gente descarada que afirma que brasileiro não sabe escrever livros de terror!!
Bruna é um fantasma demoníaco que sente prazer em matar as suas vítimas da maneira mais cruel possível. Ela vive dentro dos computadores e juro que após ler o livro fiquei com receio de ligar o meu PC e principalmente verificar as minhas mensagens eletrônicas, temendo encontrar alguma daquelas famigeradas correntes.
Bruna tem o hábito de enviar uma corrente maligna nos e-mails de suas vítimas. Aqueles que se negam a passar a passar a mensagem maldita, morrem, além de ficarem amaldiçoados, já os que passam acabam condenando outras pessoas. Enquanto a corrente não for quebrada, o fantasma demoníaco de Bruna sempre continuará ativo e atormentando outras pessoas.
Um dos trechos mais impactantes do romance de Ribeiro e que mantém o leitor acesso é o capítulo final quando Lídia, a namorada de Roberto, personagem principal do romance, fica no dilema se passa ou não a corrente. Vale lembrar que ela é a última das sete pessoas que receberam a mensagem enviada pelo seu próprio namorado. Ao descobrir a furada que deu, Roberta tenta de todas as formas salvar a vida de Lídia, mas as possibilidades são mínimas. Esta corrida de Roberto em busca de uma solução para evitar a morte da namorada e ao mesmo tempo mandar para o inferno o fantasma demoníaco de Bruna, realmente prende o leitor. É como se estivéssemos dentro da história, juntos com os personagens.
08 – Bourne contra Bourne (A Supremacia Bourne)
Quando comecei a ler o segundo volume da chamada “Trilogia Bourne”, escrita por Robert Ludlum, fiquei ansioso pela chegada do momento em que Jason Bourne enfrentaria Jason Bourne. Explico melhor, na história de Ludlum, um impostor que se passa pelo Bourne verdadeiro pretende desencadear um conflito entre os Estados Unidos e a China. O clima fica tenso quando um conhecido diplomata chinês é assassinado pelo falso Bourne. Agora a missão do verdadeiro agente é encontrar o impostor antes que o conflito dentre americanos e chineses acabe desencadeando uma guerra.
O falso Bourne tem habilidades semelhantes ao verdadeiro, já que recebeu treinamento semelhante. Este ‘mote’ criado por Ludlum cria uma expectativa enorme no leitor que não vê a hora do confronto entre os dois ‘Bournes’. Cara! Lembro que na época em que li o livro fui engolindo as páginas num verdadeiro frenesi. Não via a hora em que chagasse o tal ‘enfrentamento’ entre os dois agentes: o original e o falsificado. Quem levaria a melhor? Jason Bourne encontraria alguma dificuldade para eliminar o seu rival? Quem estaria por detrás desse plano?
Expectativas, expectativas e mais expectativas... Leiam o livro e depois me contem.
09 – A luta final entre Harry Potter e Lord Voldemort (Harry Potter e As Relíquias da Morte)
Este embate foi de tirar o fôlego! Do tipo “agarro o livro e só largo quando terminar”. E foi assim que fiz no momento em que Harry decidiu encarar de frente o rei dos bruxos, o maléfico e traiçoeiro Lord Voldemort.
Acredito que a expectativa em torno do confronto dos dois personagens principais do mundo bruxo deveu-se, em grande parte, aos comentários de que Harry Potter morreria no final da história. Isto fez com que todos os fãs do personagem passassem a contar nos dedos os dias que restavam para o lançamento do livro.
O duelo de Potter com Voldemort foi de “fechar o comércio” - como costuma dizer o Kid Tourão – de fato, eletrizante. O aprendiz de blogueiro aqui, não piscava de jeito nenhum. E quando Potter caiu durinho no meio da selva fulminado por um feitiço de Voldemort... pensei comigo: - “Já era!” Ledo engano, o menino bruxo voltou e... Chega vai! Senão vou acabar contando o final do livro e estragando a surpresa daqueles que ainda não leram a saga de J.K. Rowling..
10 – O ataque da vespa (Micro)
Ecaaaa!! Por causa desse post, terei de ‘rebuscar’ em minha mente uma lembrança que vinha tentando enterrar de maneira definitiva: o ataque de uma vespa em um cientista. Ok.... Ok... Esta cena não seria motivo de espanto se o pobre do pesquisador não tivesse passado por um processo de miniaturização e encolhido, ficando menor do que um grão de areia.
No bestseller “Micro”, de Michael Crichton e Richard Preston, um grupo de entomologistas, após terem o seu tamanho reduzido, vão parar numa floresta tropical, ficando a mercê de perigosos insetos e outros ‘bichinhos’, outrora tão inofensivos, agora, letais.
O ataque da vespa que após imobilizar, com o seu veneno, um incauto cientista, o arrasta para o seu ninho, é de estremecer a coragem do mais durão dos leitores. A intenção do inseto é alimentar as suas larvas. Então, uma colega da pobre vítima, munida de toda a coragem que lhe resta, decide invadir o ninho da vespa e salvar o rapaz que está perto de virar comida de larva. Neste momento é impossível abandonar a leitura. Simplesmente não dá...
Taí galera! Realmente, momentos tensos que eu li!!

5 comentários:

  1. Louis Creed tentando entrar no cemitério tarde da noite para desenterrar o filho recém-sepultado em O Cemitério entraria na minha lista.
    Há um trecho em A História de Lisey em que Scott Landon conta à esposa sobre quando ele e o pai tiveram que manter seu irmão preso no porão da casa em que moravam enquanto o garoto estava possuído pela "Coisa Ruim".
    E em A Balada do Projétil Flexível, quando o editor vê as mãos diminutas do Fornit saindo de sua máquina de escrever.

    Coisas do "Kinga", he he he...

    Abraço.

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    Respostas
    1. Ola Augusto!
      Se eu fosse escrever sobre 10 momentos tensos relacionados apenas aos livros do Stephen "Kinga" que li, certamente as 'mãozinhas' do Fornit e o trecho do Louis Creed entrariam em minha lista. Como optei por autores variados, escolhi o conto "O Nevoeiro" que me impressionou muito.
      Prazer em revê-lo por aqui grde amigo da Net...
      Abcs!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Oi J.A.
    Li metade do post =D isso pq "tapei" os olhos, vai que eu não durmo de noite *O* livros de suspense impressionam!
    Ahhhhhh eu tb leio páginas pra frente e se não resisto leio o final!
    Ponto final feliz rsrs

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    1. Olá Luna,
      Então prepara-se para a leitura de "Inferno" de Dan Brown. Com certeza não irá resistir e atacará loguinho com unhas e dentes o final (rsss)
      Grde abraço!

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