sábado, 18 de fevereiro de 2012

Livros de Sidney Sheldon que deram origem a fracassos homéricos no cinema e na TV

Não dá pra entender como um escritor tão premiado e competente como Sidney Sheldon se deu tremendamente mal no cinema. As adaptações de seus livros para a tela grande ou pequena resultaram em redundantes fracassos; por outro lado, suas obras literárias encantaram gerações de leitores, além de conquistar grande parte da crítica.
A mídia, de um modo geral, dá muita ênfase para os fracassos de Stephen King no cinema, mas isso nem se compara a maré negra de Sheldon nas telonas. No caso do mestre do terror ainda temos várias obras que podem ser consideradas verdadeiros clássicos do cinema, como por exemplo: “À Espera de Um Milagre”, “Carrie, A Estranha”, “O Iluminado”, além de outras. Está certo que King teve dezenas e mais dezenas de bagaços no cinema, ou seja, livros ótimos que se transformando em filmes ridículos; mas Sidney Sheldon só teve monstruosidades.
Por isso, fico P. da Vida com esses produtores e diretores – verdadeiros açougueiros e lenhadores da sétima arte – que moeram os enredos de Sheldon, fazendo adaptações horríveis, quer sejam filmes ou mini-séries de TV.
Ainda ontem, enquanto escrevia esse post, tentava encontrar uma explicação lógica para esse fenômeno: “como um escritor talentoso pôde ter as suas obras recebidas com tão pouco caso na Meca do cinema: Hollywood?”
Pensei que poderia ser má sorte na hora de escolher diretores e produtores para as adaptações de seus livros; cheguei a desconfiar que por insistir em ter mulheres – geralmente com personalidades fortes e independentes – como protagonistas de seus romances, ele teria ficado... digamos, ‘queimado’ com os produtores, donos de estúdios e diretores que naquela época respiravam uma Hollywood totalmente machista. Passou também pela minha cabeça que Sheldon teve uma tremenda onda de azar vendendo os direitos de seus livros para estúdios que por sua vez, escolheram diretores ultra-incompetentes e atores mais do que canastrões. E por fim, imaginei que, talvez, por produzir suas obras em massa, lançando um livro atrás do outro, muitas vezes dois ao ano, suas histórias passaram a ser vistas pelos todos poderosos de Hollywood como popularescas demais. 
Sidney Sheldon
 Cara! Na realidade não sei o que aconteceu, o certo é que enquanto as obras literárias de Sidney Sheldon conquistaram multidões e arrancaram elogios de público e crítica; os filmes baseados nessas obras foram dignos de escárnio, com uma rara exceção: “O Outro Lado da Meia-Noite”, e diga-se de verdade, bem malemá.
Aqueles que ainda duvidam que as obras de Sheldon foram trucidadas no cinema ou na TV vamos fazer um teste. Será que você se lembra de um filme chamado “A Herdeira” (Bloodline)? E de um outro, com a Jane Seymour: “Lembranças da Meia Noite”? Não se recorda de nenhum dos dois? Ok, ok... vamos tentar outros. E de “A Outra Face”, com o Roger Moore, aquele que fez o agente secreto 007?  Certo... Bem... talvez se lembre de “Um Estranho no Espelho”? Também não? E se eu perguntar  se você conhece livros do Sidney Sheldon com esses mesmos nomes? Ah! Viu só! Taí a prova de que os livros desse grande escritor foram “moídos” em Hollywood dando origem a filmes medonhos.
Vamos recordar nesse post alguns grandes sucessos literários de Sheldon que por incompetência seja lá de quem for – diretor, produtor, roteirista,  estúdio ou etc – acabaram dando origem a filmes catastróficos... mas tão catastróficos que acabaram caindo no esquecimento, ou melhor, nem sequer chegaram a ser lembrados um dia.
01 – “A Outra Face”  (Livro: 1970 – Filme: 1984)
Cartaz do filme "A Outra Face" com
Roger Moore
Primeiro romance de Sidney Sheldon, lançado em 1970 e de cara já faturando o prêmio de “Melhor livro de estréia” no Edgar Allan Poe Award de 1971. A obra foi muito elogiada pela crítica dando a Sheldon o status merecido no mundo da literatura, abrindo-lhe as portas do sucesso. “A Outra Face” abriu as portas do sucesso para Sidney Sheldon como escritor.
O livro conta a história de um psicanalista famoso, chamado Judd Stevens que, de repente, se vê  envolvido numa intrincada sucessão de assassinatos. A primeira vítima é John Hanson, um pai de família com tendências homossexuais, a sua secretaria, Carol Roberts vem logo a seguir e depois vários de seus pacientes. É então, que ele resolve investigar por conta própria essas mortes. Li o livro e adorei: puro mistério, pura emoção. Mas num belo dia, há exatos 14 anos após o lançamento do livro, eis que surge um sujeito chamado Bryan Forbes se propondo a dirigir e adaptar o romance de Sheldon para as telonas. Dessa maneira, para a tristeza geral da nação seria lançado em 1984, nos principais cinemas do País, o filme baseado no livro “A Outra Face”, tendo no papel principal, Roger Moore. A produção cinematográfica passaria completamente despercebida nos cinemas brasileiros. Roteiro fraco, direção “no machado” e atores simplórios, à exceção de Roger Moore que deve ter se arrependido amargamente por aceitar trabalhar nessa produção.
02 - O Outro Lado da Meia Noite (Livro: 1974 – Filme: 1977)
Marie-France Pisier que viveu no cinema a Noelle Page do romance de Sheldon
Uma verdadeira obra prima criada por Sidney Sheldon, mas que não teve o tratamento merecido nos cinemas. Apesar de contar com duas atrizes consideradas as grandes revelações da época: Marie-France Pisier (musa do cineasta France François Truffaut) e Susan Sarandon (que viria se tornar a grande atriz que é hoje); o elenco masculino estava recheado de canastrões e atores sem nenhuma expressão, todos eles sendo conhecidos apenas por pontas ou papéis pequenos em filmes mais pequenos ainda.
John Beck (Larry Douglas) e Susan Sarandon
(Catherine Alexander)
Marie-France Pisier que morreu no passado, viveu a enigmática e sensual Noelle Page, enquanto à Sarandon coube interpretar a tímida Catherine Alexander. As duas cumpriram as suas obrigações e se saíram muito bem, apesar da Noelle do livro ser loira e a atriz Marie-France morena; mas o time masculino: cag... e sentou em cima; me desculpe a expressão chula, mas não encontro outra para definir as interpretações medíocres de John Beck que viveu o personagem Larry Douglas; Raf Vallone, na pele de Constantin Demeris e Charlles Ciof, como o advogado cômico e astuto como uma serpente, Napoleon Chotas. Resultado: os homens trituraram a obra de Sheldon na telona. Quanto ao diretor desse fracasso de bilheteria, Charles Jarrot e o roteirista, Herman Raucher prefiro não se manifestar.
Resumindo: enquanto o livro “ O Outro Lado da Meia Noite” só recebeu criticas favoráveis, colocando Sidney Sheldon na seleta lista de escritores “Top Line”, o filme baseado na obra naufragou no cinema como o Titanic; mesmo assim, foi o menos pior de todos.
03 – Um Estranho no Espelho (Livro: 1976 – Filme: 1993)
Um dos livros de Sheldon que mais me impressionou pela dramaticidade. Com toda certeza daria um filmaço se o estúdio responsável contratasse diretor, roteirista e atores competentes. Se, por algum motivo,  um filme não vingasse; talvez uma minisérie para a TV cairia como uma luva; mas novamente deram um tombo no “pobre” do Sheldon. Pegaram a sua história e meteram o machado. Isso mesmo, os lenhadores foram Charles Jarrott, que inclusive já havia dirigido “O Outro lado da Meia Noite”, há 16 anos, e Stirling Silliphant, que fez a adaptação do roteiro.
Juro que levei um choque quando descobri que Jarrot conduziu com maestria as filmagens do clássico de 1972, “Horizonte Perdido”, que arrancou elogios da critica mundial; e que Silliphant fez duas adaptações que ‘bombaram’ nos anos 70, consideradas verdadeiras obras primas da sétima arte. São elas: “O Destino do Poseidon”, não aquela refilmagem merreca de  2006 do diretor alemão Wolfgang Petersen, mas o clássico de 1972 com o Gene Hackman na pele do Reverendo Frank Scott, e “Inferno na Torre” com Paul Newman, um clássico do “cinema catástrofe” de 1974. Não me perguntem como esse diretor e esse roteirista, mataram a história de Sheldon a golpes de machado. O filme, de tão ruim, passou despercebido na maioria das emissoras de TV e foi massacrado pela crítica. A história de “Um Estranho no Espelho” gira em torno de dois personagens: Toby Temple, um comediante famoso e adorado pelo seu público, mas ao mesmo tempo, um tremendo mau caráter, e Jill Castle que tinha o sonho desde criança de se tornar atriz, por isso, quando cresceu decidiu ir para Hollywood, mas descobriu que tinha de usar o corpo para vencer na indústria cinematográfica. O destino desses dois personagens acaba se cruzando de uma maneira dramática no decorrer do livro. Um enredo eletrizante onde paixão, amor, ódio e vingança dão as cartas. Quer dizer... eletrizante no livro; quanto ao filme... bem... melhor esquecer.
04 – O Reverso da Medalha (Livro: 1982 – Filme: 1984)
Muitos críticos e grande parte dos leitores aficionados à Sheldon julgam “O Reverso da Medalha” como o melhor livro de toda a carreira do escritor. Personagens complexos e carismáticos, reviravoltas inesperadas na história, enfim, uma verdadeira saga. Aqueles que quiserem conhecer melhor o enredo do livro bastam ler um post que publiquei recentemente nesse blog.
Dois anos depois do lançamento desse Best-seller, um novo lenhador com um machado hiper-afiado chamado Alvin Boretz decidiria adaptar o roteiro do livro para uma minissérie na televisão americana. Alvin, literalmente, trucidou a belíssima história de Sidney Sheldon, cortando passagens importantes do livro e incluindo outras de pouco interesse; mas a culpa do fiasco da minissérie não cabe somente à ele. Os produtores também deixaram evidente a sua falta de sensibilidade ao selecionar um elenco de atores e atrizes muito fraco para viverem personagens tão especiais como Kate Blackwell, Jammie McGregor, Eve, David Blackwell, entre outros. Para que você tenha uma idéia, basta dizer que Liane Langrand que interpretou duas personagens: as irmãs gêmeas Eve e Alexandra, a primeira diabólica e dissimulada e a outra, passiva e inocente; antes de ser convidada para trabalhar em “ O Brilho do Poder” (a minissérie foi batizada com esse nome) só tinha atuado em um único filme, uma produção trash chamada “A Casa do Demônio Assassino”. Uhauuuu! O nome é esse mesmo! Acredite! E depois do dito cujo, Liane Langrand só trabalhou em outras três produções: “Trapaceiros da Loto”, “ Resgate do Passado” e “O Brilho do Poder”. Sua última atuação como atriz foi em 1987. Então, surge um diretor metido a sabichão e convidada a moça para viver uma personagem dupla, entre elas, Eve, talvez, uma das mais emblemáticas no enredo de Sheldon.
Quanto aos atores que representaram outros personagens, novamente, prefiro ficar de boca calada; aliás vou falar o que? Que a maioria dessa trupe só trabalhou em um ou três filmes em toda a sua carreira artística?
05 – A Herdeira (Livro: 1977 – Filme: 1979)
Cartaz do filme "A Herdeira" (Bloodline)
com Audrey Hepburn e Ben Gazarra em
destaques
Em “A Herdeira”, Sheldon conta a história de Elizabeth Roffe que após a morte do pai, Samuel Roffe, se torna a herdeira de uma empresa farmacêutica conhecida mundialmente. Depois que assume a presidência do conglomerado industrial, ela descobre que a empresa vem sendo vítima de sabotagem e que o sabotador pode ser a mesma pessoa que matou o seu pai. A partir daí, o leitor é “ sugado”  para um enredo recheado de perseguições e assassinatos. Um livro apaixonante e intrigante para quem gosta de mistério e emoção.  Quanto ao filme... vocês já sabem.
“A Herdeira” estreou nos cinemas em 1979 sob uma chuva de críticas e as piores possíveis. O filme foi tão implodido que ficou em cartaz por poucas semanas em um número reduzido de salas.
A atriz Audrey Hepburn já estava, praticamente, em final de carreira quando aceitou o convite do diretor Terence Young para viver nas telas Elizabeth Roffe, a personagem principal do romance de Sheldon.
Quer saber de uma coisa? Não posso acreditar que “A Herdeira” contou com a direção do gênio Terence Young. Não dá para acreditar mesmo! Esse cara dirigiu entre outras pérolas: “Moscou contra 007”, “007 Contra Chantagem Atômica”, “007 Contra o Satânico Dr. No” , além do clássico “Sem Tempo para Morrer”, de 1954.
Atriz Audrey Hepburn, no auge de sua beleza
Em “A Herdeira” temos a impressão de que Young desaprendeu tudo, perdendo aquela genialidade que transformou roteiros simples em verdadeiras obras de arte, graças à sua direção. Em “A Herdeira” o que vemos são tomadas e closes exagerados em Audrey Hepburn, cortes esquisitos, além de outras barberagens.
Explicar o fracasso do filme. Sei lá... o roteiro não fugiu tanto da obra escrita, já que contou com a supervisão de Sidney Sheldon; nesse caso, acredito que os lenhadores foram os atores, atrizes e a direção de Terence Young.
Além dessas cinco bombas homéricas do cinema e TV baseadas em obras ilustres de Sidney Sheldon, podemos citar outras que tiveram o mesmo destino nas telas: “A Ira dos Anjos” (minissérie de TV), “ Se Houver Amanhã” (“minissérie de TV), “ Um Capricho dos Deuses” (minissérie de TV), “Nada Dura para Sempre” (Filme lançado apenas em vídeo), “Areias do Tempo” (Filme lançado apenas em vídeo) e “Lembranças da Meia Noite” (Filme lançado apenas em vídeo).
Finalizo esse post deixando um questionamento no ar: “Porque livros tão bons deram origem à filmes horríveis?”

16 comentários:

  1. Olá Jam, tudo bem?

    Conheci a pouco tempo o blog, mas sempre que posso dou uma passadinha porque gostei muito.
    Quanto ao post acima concordo totalmente contigo. já li todos esses livros em minha adolescência, mas não fazia a mínima ideia que existia esses filmes. Pelo jeito há alguma razão para isso como você apontou.
    Sempre imaginei como ficaria "Se Houver Amanhã" no cinema, mas talvez seja melhor ficar na minha imaginação mesmo ou torcer para pessoas competentes fazerem o trabalho rsss.
    Abraços.
    Joab

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    1. ah uma serie baseada em Se Houver Amanhã, tenho 14 anos, li a primeira vez quando tinha 12, assisti a serie e gostei muito

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    2. Olá Jam! Td bem contigo? Só gostaria de sanar uma dúvida... Na bibliografia do autor, consta que este foi o único escritor que obteve três dos mais cobiçados prêmios da indústria cultural norte-americana: o Oscar, o Tony e o Edgar Allan Poe. Então, qual foi o filme que ele ganhou o Oscar? Abç! Gislene.

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    3. Olá Gi; desculpe a demora em lhe responder. Sheldon faturou o Óscar de roteirista em 1947 pelo filme "O Solteirão Cobiçado" com Gary Grant e Shirley Temple.
      Abcs!

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  2. Joab, obrigado pelas visitas no blog. Fico feliz em saber que gostou desse projeto. Qto ao post de Sheld, vc já disse tdo em poucas palavras "talvez seja melhor que os enredos maravilhosos do autor fiquem guardados apenas em nossa imaginação, antes que algum 'diretor mão pesada'e atores canastrões implodam a história.
    Abcs e volte sempre!

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  3. Olá Jam! Ameei seu blog, especialmente os posts sobre o Sidney Sheldon. Eu sou amante das obras dele, é meu autor preferido. Eu já tinha visto alguma coisa sobre obras dele terem se tornado filmes ou séries, mas pensei que eram sucessos esplendorosos, tão quanto os livros q os inspiraram, mas quando li esse post e vi o q fizeram com obras tão boas meu coração partiu, e fiquei me fazendo a mesma pergunta, PQ Ñ SUCESSOS? Como ñ conseguem traduzir para as telas sucessos tão eminentes como esses??
    Parabéns pelo blog, ótimas postagens, visitarei aqui sempre!
    Good job!

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  4. Oi JAM, adorei seu post,ainda não tive a oportunidade de conhecer nenhum dos filmes baseados nas obras de Sheldon, recentemente fui convidada por uma emissora de televisão da minha região,para dar dicas de leitura e lógico que foi Sheldon o escolhido,pena que ao contrário das obras, os filmes baseados não tenham uma crítica positiva,sempre imaginei seus livros em filmes maravilhosos..Parabéns pelo blog

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  5. Olá, legal seus post. Meus parabéns! Só uma dúvida, na obra A Outra Face , a primeira vítima nao é a secretária do Dr., mas um paciente que "tratava o homossexualismo" e foi morto por usar a capa amarela pertencente ao Dr. Não é?!

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    1. Dei uma "zapeada" no livro de Sheldon e, de fato, tem razão. O homossexual que fazia tratamento com Judd é a primeira vítima do assassino. A sua secretária, Carol Roberts, só é morta depois. Já reportei o erro no texto.
      Valeu pela colaboração e correção.
      Abcs!!

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  6. Concordo plenamente contigo , eu tenho quase todos os livros do Sidney Sheldon , e vou comprar os que estão faltando ... ele é o melhor de todos. Hollywood deveria fazer os filmes dos livros deles de novo e com a máxima fidelidade dos detalhes dos personagens e da história . Não é mesmo amigos leitores .
    Beijão a todos !

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  7. Fanzona de Sheldon. Livros. Filmes nunca assisti. Onde encontro essas raridades?

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    1. Lania, existem vários filmes de Sheldon 'espalhados' em blogs que disponibilizam o download, além do Youtube. Basta digitar o nome do filme no "Santo Google" e pronto. Agora se quiser assisti-los com uma qualidade muito melhor, dê uma 'sondada' nesses links, onde vc poderá comprar os dvd's.

      http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-554247897-coleco-de-filmes-baseados-nos-livros-de-sidney-sheldon-dvd-_JM

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  8. Eu gostei de O Outro Lado da Meio da Noite, o único filme de qualidade baseado em um livro seu, mas como você disse, algumas atuações deixaram a desejar.

    http://porquelivronuncaenguica.blogspot.com.br/

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  9. Simplesmente o maior de todos os escritores que já li. Não me canso de ler os livros de Sidney Sheldon, já li quase todos. É uma pena que não façam juz as grandes obras literárias no cinema. Quem sabe ainda possa acontecer um milagre.

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    Respostas
    1. Pois é Marcilene, também espero. Afinal de contas, esperança é a ultima que morre.
      Abcs!

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