sábado, 22 de outubro de 2011

10 livros que serão adaptados para o cinema com garantia de sucesso

Quase sempre digo para os meus amigos: “O que seria do cinema se não fossem os livros!”. A quantidade de roteiros adaptados das páginas para as telonas supera de maneira assustadora os roteiros originais, ou seja, aquelas histórias que saem direto da cabeça de pessoas contratadas pelos grandes estúdios para criar enredos.
Não seria exagero se afirmasse que de cada 10 filmes, pelo menos sete são baseados em livros. E acredite se quiser: há casos de obras literárias que nem sequer foram lançadas e que já tiveram os direitos de filmagem adquiridos pelos produtores hollywoodianos.
No post de hoje, cito dez livros de grande sucesso que já estão confirmados para invadir os cinemas a partir de 2012. Vamos lá!
01 – “Zorro: Começa a lenda” (Isabel Allende)
O livro que Isabel Allende escreveu em 2005 detalhando os “primórdios” do herói mascarado será levado às telas dos cinemas, iniciando assim, uma nova franquia do Zorro. Aliás, está na moda esse lance de criar franquias novas em cima de franquias velhas. Que o diga J.J. Abrams, Christopher Nolan e Marc Webb, respectivamente, os mentores de Star Treek, Batman e Homem Aranha.
O livro de Allende é dividido em seis partes, cada uma contando um período diferente da vida do herói. Esqueça o enredo cheio de ação e duelos de esgrima criado pelo “pai do Zorro”, o escritor Johnston McCulley que escreveu o mega sucesso “A Maldição de Capistrano”, em 1919 e que posteriormente – numa nova edição – viria a se chamar “A Marca do Zorro”.
Sai a aventura e entra as origens do justiceiro mascarado. Isto não significa que o romance de Allende é desprovido de emoção. Zorro até chega a enfrentar alguns adversários na ponta da espada, mas 90% do enredo opta por explicar a origem do mito.
Como já disse num post sobre o livro; Isabel Allende esclarece todas essas dúvidas sobre Don Diego de la Vega e o seu alter ego. Posso afirmar com convicção que Allende deu um passado ao Zorro.
Os seis capítulos do livro apresentarão aos leitores a infância e a adolescencia de Don Diego, além de explicar em detalhes que levou o jovem fidalgo a usar uma máscara para combater os malfeitores de sua época. Allende diz ainda tim tim por tim como Don Diego se tornou um mestre da esgrima. Ah! Antes que me esqueça, não leve em consideração o primeiro filme de Antônio Banderas e Anthony Hopkins que, em sua introdução, descreve aos trancos e barrancos a infância do herói.
Os direitos de filmagens da obra de Allende foram adquiridos pela Sony Pictures. Ainda não há diretor, nem atores definidos.
02 – O Pacto (Joe Hill)
Capa americana de "O Pacto"

Joe Hill, filho do mestre do terror Stephen King, terá duas de suas obras adaptadas para o cinema, provando que o seu talento de escritor tem algo a ver com genética. Apesar de jovem e com um estilo completamente diferente do pai, Hill escreve tão bem quanto o “Mestre King”. Enquanto King, procura criar aos poucos um clima para as suas histórias, fazendo o medo ir crescendo gradativamente em seus leitores; com Hill o negócio é direto e reto. Percebi essa característica no livro “Estrada da Noite”, onde logo de cara, o vilão Craddock Mc Dermott já começou a aprontar das suas, transformando a vida do roqueiro Judas Coyne, que também não é flor que se cheire, num verdadeiro inferno. Mas vou deixar para escrever sobre “Estrada da Noite” mais adiante. O assunto predominante agora é “O Pacto”, um outro livro de Hill que também será adaptado para o cinema. Digo também, porque “Estrada da Noite” é outra obra confirmada para invadir as telas em 2012.
Shia LaBeouf confirmado como protagonista
de "O Pacto"

Ainda não tive a oportunidade de ler “O Pacto”, mas de acordo com a resenha publicada pela Editora Sextante, trata-se da história de Ignatius Perrish que sempre foi considerado um homem bom. Ele tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incrimine, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ignatius, ou Ig, acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Descobre também algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar.
Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim.
Shia LaBeouf, o astro da franquia Transformers já foi confirmado para viver o personagem Ignatius Perrish. Ele também será um dos produtores do filme ao lado do próprio Joe Hill. O roteirista será Keith Bunin (série Em Terapia). Só falta agora definir o elenco de apoio e o diretor.
03 – A Estrada da Noite (Joe Hill)
Escritor Joe Hill

Cara! Só em me lembrar do tal Craddock  já me borro inteiro. Não tenho vergonha de dizer que esse “velhinho do cão” foi um dos personagens da literatura de terror que mais me assustou. Como li o livro à noite, não arriscava me levantar durante a madrugada. Ah! Mais uma coisa; sempre tive o hábito de olhar embaixo da cama antes de dormir (rsss). Aprendi com mamãe (mais rsssss). E quem disse que depois da leitura, eu me arriscava espiar embaixo da caminha? Por aí já deu prá ver como aquele horrível “véinho” – parecido com o pastor diabólico do filme Poltergeist – mexeu comigo.
E tudo indica que o tal Craddock Mc Dermott juntamente com a sua vítima preferida, o roqueiro Judas Coyne, do qual atazana a vida, devem mesmo chegar às telonas. Pois é, depois de assustar milhares de leitores, chegou a vez da obra de Joe Hill ser transposta para a sétima arte e provocar uma onda de calafrios numa multidão de cinéfilos. 
Capa original do livro "A Estrada da Noite"

Estou hiper curioso para saber quem interpretará o personagem Judas Coyne, uma lenda do rock, que tem a mania de colecionar objetos macabros. Faz parte da sua coleção, objetos dos mais esquisitos: uma confissão de uma bruxa feita há 300 anos atrás; um laço usado num enforcamento, uma fita com cenas reais de assassinatos, e por aí afora. Então, um dia, ele fica sabendo através da internet que uma mulher pretende vender um terno mal assombrado. Coyne não pensa duas vezes e acaba comprando o objeto mórbido. A partir daí começa o seu drama porque o fantasma (Craddock) que veio como brinde no paletó não entrou em sua vida por acaso. Ele foi o padrasto de uma fã do roqueiro que cometeu suicídio após ser rejeitada pelo cantor. Agora, Craddock está sedento de ódio e quer se vingar daquele que foi o responsável pela morte da enteada. Acredito que para interpretar Judas Coyne, o diretor Neil Jordan (Entrevista com o Vampiro) – já definido para comandar as filmagens – terá de escolher um ator experiente na interpretação de papéis trágicos, mas que também tenha uma veia cômica. Quanto a Craddock, tomara que escolham um ator de carne e osso e não a tão famigerada computação gráfica.
04 – A Dança da Morte (Stephen King)
Com certeza em 2012, a família King vai faturar horrores no cinema. Joe Hill, o filho do mestre, já tem garantidos os dólares da venda dos direitos de filmagens de duas de suas obras (O Pacto e A Estrada da Noite); enquanto que o pai, Stephen King já confirmou que o seu livro “A Dança da Morte” vai mesmo para as telonas; Stephen, estará envolvidos no projeto, provavelmente como produtor.
A confirmação da compra dos direitos da adaptação cinematográfica de “A Dança da Morte” pela Warner Bross e a CBS Films ameniza, de certo modo, a decepção da grande legião de fãs do mestre do terror que estava aguardando ansiosamente o início das filmagens de “A Torre Negra”. Convém lembrar que o projeto “A Torre Negra”, baseado em mais uma obra de King, que envolvia a realização de três filmes e duas minisséries de TV, foi cancelado devido aos valores incomensuráveis envolvidos.
“A Dança da Morte” deve invadir os cinemas no final de 2012 sob a direção de David Yates e roteirização de Steve Kloves, a mesma dupla responsável pelo sucesso de Harry Potter e As Relíquias da Morte, Partes I e II.
O livro de Setphen King foi lançado originalmente em 1978 e depois, relançado em 1990 com a inclusão de novos elementos, chegando a um total de 944 páginas.
Na história, um vírus letal escapa, acidentalmente, de um laboratório militar e dizima cerca de 80 por cento da população mundial. Sobram dois grupos de sobreviventes que optam por seguir caminhos diferentes: um deles tem como líder o vilão Randall Flagg, um homem misterioso e demoníaco que quer reconstruir o mundo a sua imagem sombria, e o outro segue Mãe Abgail, uma mulher negra que se transforma na grande líder do grupo. A disputa entre os integrantes dos dois bandos é uma preliminar para o enfrentamento entre o bem e o mal, representados na obra por Mãe Abgail e Randall Flagg, respectivamente.
A Warner e a CBS Films ainda não sabe se transforma “A Dança da Morte” em longa metragem ou trilogia. Quanto a atores e direção, mesmo a produção cinematográfica sendo prometida para 2012, não há nada definido, nem mesmo boatos sobre alguns prováveis nomes.
05 – Viagem Fantástica (Isaac Asimov)
Cena de Viagem Fantástica de 1966

Já escrevi em um post anterior como esse filme foi importante para mim. Foi através de “Viagem Fantástica” que o gênero ficção científica entrou em minha vida. Isso a partir dos meus 10 anos! Confesso que a estonteante Raquel Welch, considerada um símbolo sexual em 1966 – data de lançamento do filme nos cinemas – teve a sua parcela de culpa para que eu me apaixonasse, ainda criança, por esse gênero de filme. Ela viveu a personagem Cora Peterson, assistente do Dr. Peter Duval, vivido pelo excelente ator Arthur Kennedy. No enredo, ela acaba se apaixonando pelo personagem de Stephen Boyd (Dr. Grant).
A estonteante (na época), Raquel Welch,
na pele da personagem Cora Petersen

Algo que poucas pessoas conhecem é que o livro “Viagem Fantástica”, escrito pelo famoso autor Isaac Asimov, foi praticamente uma cópia do roteiro da produção cinematográfica de Richard Fletcher. E eu que acreditava ter acontecido o inverso! Pensar que Asimov – considerado um dos mestres da escrita de ficção científica – concordasse escrever, um dia, uma história que não tivesse saído de sua brilhante cabeça é demais para os meus conceitos. Mas esse detalhe, que mais se parece com uma daquelas teorias conspiratórias, de fato, aconteceu.
Tanto no livro quanto no filme, cujas histórias são semelhantes, uma equipe de cientistas é miniaturizada e injetada em uma viagem submarina através do corpo humano em direção ao cérebro para a realização de uma delicada cirurgia. Eles tem como missão destruir um coágulo no cérebro de um político que guarda uma informação valiosa para os Estados Unidos... mas para revelar esse segredo, obviamente, ele tem que estar vivo. Por isso o grupo de corajosos cientistas se encolhe ao tamanho de uma bactéria para tentar operar o tumor do lado de dentro da cabeça.
Duas cenas antológicas que ficaram marcadas em minha mente: a primeira delas envolve a personagem de Raquel Welch que é atacada por várias células do sistema imunológico do paciente que grudam em seu corpo para devorá-la. A outra cena do filme de 1966, também impressionante, é a morte de um dos conceituados cientistas que tenta fugir com o submarino, sozinho, abandonando toda a tribulação dentro do corpo humano do político. Quando tenta ir embora, ele e o submergível são literalmente engolidos por leucócitos que são células do sistema linfático que asseguram a defesa do organismo contra micróbios e corpos estranhos – faz muito tempo que assisti ao filme, mas até hoje, essas cenas me marcaram muito.
Capa original do livro de Isaac Asimov
lançado no mesmo ano do filme (1966)

Só espero que elas não sejam podadas na nova versão de “Viagem Fantástica”
Três diretores disputavam o direito de dirigir o remake: Paul Greengrass (“A Identidade Bourne”), Louis Leterrir (“Fúria de Titãs) e Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Eu disse “disputavam”, porque com as desistências de Greengrass  e Leterrir, tudo indica que a cadeira de diretor será mesmo assumida por Levy. O ator preferido do diretor para assumir o papel principal de “Viagem Fantástica”, que em 1966 foi vivido por Stephen Boyd, seria” Hugh Jackman, que por sua vez, acabou pedindo para ser dispensado do projeto já que estaria envolvido com as filmagens da sequencia de “Wolverine”, que à exemplo de “Viagem Fantástica”caminha a passos de tartaruga. A segunda opção natural de Levy é o ator Will Smith. Segundo informações de tablóides britânicos, se Wil Smith recusar o convite, Levy também desistiria de dirigir o remake. Dessa forma, sem um diretor e um ator de peso, uma nova versão de “Viagem Fantástica”, considerada o “bam-bam-bam” dos filmes de ficção científica correria o risco de ser engavetado. Que pena! Vamos torcer para que Will Smith aceite o convite.
06 – O Símbolo Perdido (Dawn Brown)
Me diz uma coisa... Você achava que após os dois mega-sucessos: “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios”, Hollywood iria deixar passar em branco a adaptação de uma nova obra de Dawn Brown? Ainda mais, uma que explorasse os mistérios da “Maçonaria”? Pois é, e não deu outra. “O Símbolo Perdido” vai mesmo sair das páginas para as telas dos cinemas. Prova disso é que a Sony Pictures já encontrou um diretor para comandar as filmagens da nova aventura do professor de simbologia Robert Landgon. Trata-se de Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”). Ele irá substituir Ron Howard que dirigiu os dois filmes baseados em livros de Dan Brown.
A boa notícia para os fãs do escritor de “O Código da Vinci”é que o próprio Dan Brown estaria escrevendo a adaptação de sua obra para o cinema. Quer outra boa notícia? Ok, vamos lá. Tom Hanks também já teria acertado para voltar a viver o famoso professor de simbologia Robert Landgon. A Sony Pictures pretende estrear o filme em 2013.
Li o livro de Dawn Borwn e gostei, mas é o tipo da obra passatempo, leia-me e esqueça-me. Não compre o livro pensando que irá desvendar segredos e mais segredos sobre a maçonaria. O que é revelado já é do conhecimento de todos.
Em “O Símbolo Perdido”, Robert Landgon é convidado por um velho amigo maçon chamado Peter Solomon para dar uma palestra no Capitólio, em Washington. Ao chegar à capital descobre que o seu amigo foi seqüestrado e corre sério perigo de vida. O seqüestrador se mostra um adversário inteligente, astucioso e cruel. Ele consegue invadir o Capitólio sem ser visto e colocar no centro da Casa, a mão decepada de Solomon com o anel – símbolo da maçonaria – em um dos dedos.
O seqüestrador está atrás do símbolo perdido, título do livro, que segundo uma lenda maçon daria um poder incomensurável para quem o encontrasse.
07 – Sangue Quente (Isaac Marion)
Ainda não tive a oportunidade de ler o livro de Isaac Marion lançado no Brasil pela editora LeYa, por isso mesmo, vou me abster de fazer qualquer comentário sobre a obra. O que eu posso dizer é que pelos comentários que vi na Rede, grande parte dos leitores aprovaram a obra de Marion.
E acredito que o livro deva ter pelo menos alguns atributos, já que teve os seus direitos adquiridos pela Summit Entertainment que pretende transformá-lo em filme brevemente. Parte do elenco da produção já estaria fechado, entre os quais: Rob Corddry, Nicholas Hoult, Teresa Palmer e John Malkovich. A adaptação e direção estariam a cargo de Jonathan Levine.
“Sangue Quente” conta a história de R, um jovem que vive uma crise existencial - ele é um zumbi. Ele perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas mesmo assim, é um “sujeito-zumbi” profundo, cheio de pensamentos e saudade. Ele não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a 'vida' de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro. Interessante não é? Tem tudo para dar uma história nada convencional sobre zumbis, fugindo assim, da mesmice sanguinolenta do tema.
08 – A Hospedeira (Stephenie Meyer)
A adaptação de “A Hospedeira” será lançada em março de 2013 e terá como protagonista a atriz Saoirse Ronan com um papel duplo: será Melanie Stryder e Peregrina (Wanderer). Na história, a Terra foi invadida por um espécie alienígena que tem por característica entrar na mente humana e roubar todas as suas lembranças. Melanie é o último ser vivo a resistir. Quando Wanderer entra em sua mente, ela começa a bombardeá-la com lembranças de seu namorado, Jared. Quando finalmente o encontra, a alien acaba se apaixonando por ele também.
Acho que podemos definir “A Hospedeira” como um romance sobre um triângulo amoroso, mas com apenas dois corpos! No final, a ficção científica fica relegada a um segundo plano. Talvez tenha sido por isso, que a obra de Stephenie Meyer fez tanto sucesso, despertando a atenção do público.
09 – O Evangelho Segundo Jesus Cristo (José Saramago)
Depois de “Ensaio para a cegueira”, uma nova obra de Saramago acaba de ganhar uma adaptação para os cinemas: “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”.
Publicado em 1991, “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” apresenta um Cristo que se revolta contra o seu destino, questionando Deus e o cristianismo. Saramago foi duramente criticado por evangélicos e católicos por causa desse livro.
Vale lembrar que o autor que morreu no ano passado era ateu. O mesmo acontece com o cineasta português, Miguel Gonçalves Mendes que decidiu transformar o livro em filme. Segundo Mendes, a versão da obra literária que chegará aos cinemas, provavelmente em meados de 2012, será uma leitura sua, mas o filme terá a essência do romance: "a desconstrução da imagem de Jesus”, a questão da culpa, do livre arbítrio, do Bem e do Mal, etc.
Ainda não há nenhum ator confirmado para trabalhar no filme de Miguel Gonçalves Mendes, nem mesmo especulações.
10 – O Céu é de Verdade (Todd Burpo)
No outro extremo de “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, está o livro de Todd Burpo, “O Céu é de Verdade” que já emocionou milhares de pessoas em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Todd Burpo é um pastor metodista de uma pequena cidade no Nebraska. Um dia, seu filho, Colton Burpo, de quatro anos, quase morreu durante uma cirurgia de emergência de apêndice. Após a sua recuperação, a criança contou que foi até o céu e revelou tudo o que viu por lá, inclusive Jesus. Então, seu pai, Todd Burpo decidiu colocar o relato do pequeno Colton em um livro que vendeu mais de 2 milhões de cópias. Um dos trunfos da obra é que a experiência vivida pela criança de quatro anos é contada por ela mesma, com as suas próprias palavras. Todd, apenas corrigiu algumas imperfeições gramaticais, no mais, é Colton quem abre o seu coração nas páginas de “O Céu de Verdade”.
Todd Burpo e seu filho Colton
Os direitos do livro foram comprados pela Sony Pictures. O produtor, Joe Roth vai se reunir em breve com a família Burpo para definir alguns pequenos detalhes sobre as filmagens.
Para quem não sabe, Roth produziu o sucesso “Alice no País das Maravilhas” que passou a pouco tempo nos cinemas.
“O Céu de Verdade” deve chegar nas telonas no início de 2013 e com certeza vai atrair um grande número de pessoas: adultos e crianças.

8 comentários:

  1. Desde que eu soube que as histórias de O Pacto e A Estrada da Noite virariam filmes fiquei ansiosa para o lançamento. E saber que Shia LaBeouf será o Ig me deixou feliz, acho que ele fará um ótimo papel.
    Estou com A Hospedeira para ler, espero que seja bom... =)
    E os livros do Dan Brown acho que nunca ficam bem adaptados, é informação demais...

    =)

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  2. Joelma, também estou curioso para saber como vai ficar a adaptação de "A Estrada da Noite". Curioso não, acho que "ansioso" caberia melhor(rs). Qto ao "Pacto" ainda não li o livro. Com relação a Dawn Brown, concordo c/vc, os livros tem uma carga de informação enorme o que acaba complicando a vida dos roteiristas. Eles tem que rebolar para enxugar explicações que acabam sendo fundamentais p/ o bom entendimento da produção cinematográfica. No final, a impressão que temos é que o filme foi feito de afogadilho.
    Abcs e até mais!

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  3. Parece que estamos faz alguns anos na greve dos roteiristas, pq a quantidade de adaptações só aumenta.

    Estou bem curioso com a adaptação de "A estrada da Noite" também.

    Abraço!

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  4. E aí meu amigo Cássio, tdo na paz? Eu tbém estou curioso e na expectativa da adaptação de "A Estrada da Noite". Estou mais curioso com relação a composição do personagem malucaço Judas Coyne. Fico imaginando qual ator caberia bem no papel...
    Gde abraço!!

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  5. Afinal, tem data prevista para a estréia do "A Estrada da Noite" em 2012???

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  6. Alô Eu, e aí tdo bem?
    A maioria dos sites que pesquisei informam que o filme está em fase de pré-produção, ou seja, escolha de elenco, finalização de roteiro (adaptado é claro)e outros preparativos. Esses sites só não informam a data certa do início das filmagens. Mas acho que um ponto positivo e que garante que o filme sai mesmo - como afirmam, em meados ou final de 2012 - é a escolha do diretor: Neil Jordan, o mesmo de "Entrevista com o Vampiro".
    Abcs!

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  7. Sei qua farão sucesso; SENGUE QUENTE, O SÍMBOLO PERIDO E A HOSPEDEIRA, MAS TAMBÉM JOGOS VORAZES, que não saiu nessa lista.
    Enfim, gostei do post. Estou te seguindo.
    Aliás, também escrevo sobre livros em meu blog, passa lá: www.vegassound.blogspot.com

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  8. Se não me engano, A Dança da Morte já rendeu uma minissérie de TV, estrelada por Gary Sinise.

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